Lumi Software detém tecnologia adequada a mudanças fiscais que ocorrerão em Minas Gerais

Um assunto que interessa aos clientes da Lumi Software que têm operações no estado de Minas Gerais, e às redes de supermercados e atacarejos com quem estamos negociando. Trata-se do impacto das mudanças com a publicação da Resolução 5.234 de 05 de fevereiro de 2019 pela Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEFAZ-MG). Vale lembrar que os ajustes são totalmente aderentes ao Sistema de Automação Comercial Lumi Gerencial:

  • Até 1° de março, o ECF (Emissor de Cupom Fiscal) continua sendo a única opção de tecnologia fiscal para as empresas do varejo de Minas Gerais;
  • Após 1° de março, todo o novo estabelecimento comercial deve utilizar a NFC-e;
  • Todas as empresas que utilizam o ECF atualmente terão de migrar para a NFC-e, conforme calendário divulgado (abaixo):
    • 1° de abril de 2019: empresas varejistas de combustíveis e empresas com receita bruta anual acima de R$ 100 milhões;
    • 1° de julho de 2019: empresas varejistas com receita bruta anual entre R$ 15 milhões e R$ 100 milhões;
    • 1° de outubro de 2019: empresas varejistas com receita bruta anual entre R$ 4,5 milhões e R$ 15 milhões;
    • 1° de fevereiro de 2020: empresas varejistas com receita bruta anual inferior a R$ 4,5 milhões.
  • Até a data de obrigatoriedade de migração para NFC-e, as empresas atuais ainda podem optar por adquirir o ECF – tanto para a substituição de equipamentos com memória esgotada, como para novos pontos de venda;
  • A partir do início da obrigatoriedade de migração para NFC-e, todos os estabelecimentos que ainda tiverem o ECF em operação poderão utilizá-lo até o final da memória fiscal, respeitando um limite máximo de 9 meses.

Leia a resolução na íntegra aqui.

A Lumi Software está inteiramente à disposição para desenvolver a implementação do NFC-e em seu supermercado ou atacarejo. Entre em contato conosco!

Comunicado Importante: fim do Horário de Verão 2018/2019

Com o fim do Horário de Verão no próximo sábado, dia 16/02/2019, à meia-noite, todos os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além do Distrito Federal, voltam a adotar o horário legal brasileiro, atrasando os relógios em 1 hora. Portanto, é da maior importância que o seu sistema operacional Windows esteja atualizado para operar normalmente com NFC-e. 

Para que não haja dúvida, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do Distrito Federal, o horário será atrasado em 1 hora no próximo sábado (16/02/2019), as 24h (meia-noite). Dessa forma, Brasília volta a estar alinhada com fuso internacional.

IMPORTANTE: É necessário que seu estabelecimento garanta que o SERVIDOR GUARDA, GERENCIAL e PDVs, estejam corretamente marcados na opção de atualização de horário de verão (“Ajustar automaticamente para horário de verão”).

Os computadores com Windows geralmente são atualizados automaticamente, como afirma a própria Microsoft, porém somente as máquinas com a atualização em dia terão a mudança garantida pela Microsoft.

Conheça mais sobre o SPED Fiscal e Contábil

Embora o uso do SPED Fiscal e Contábil já tenha se tornado obrigatório para muitas empresas, esse sistema ainda é alvo de dúvidas entre gestores e colaboradores do setor varejista sobre o seu funcionamento e quando deve ser utilizado.

A fim de esclarecer de uma vez por todas essas questões, abordaremos neste post alguns aspectos referentes à origem e implantação do SPED, bem como à sua função no cenário empresarial nos dias de hoje.

Ao final, também apontaremos qual a melhor forma de se garantir o cumprimento dessas obrigações acessórias com o objetivo de evitar multas por atraso ou por omissão de dados. Boa leitura!

Origem do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED)

Os primeiros projetos pertinentes à transmissão eletrônica de dados corporativos ao governo estão datados ainda no final da década de 90, durante o mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Desde então, leis e normativas foram, pouco a pouco, criadas para viabilizar um novo formato de fiscalização das atividades empresariais no país.

Assim, esse sistema começou a ser desenvolvido com maior ênfase no ano de 2007 como parte estratégica do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo foi e continua sendo a diminuição da burocracia no cumprimento das obrigações de natureza fiscal e contábil.

Nesse sentido, o SPED propôs simplificar e automatizar a maneira como esses dados são repassados às entidades públicas federais, estaduais e municipais. Como resultado disso, atualmente, as empresas já podem enviar documentos e efetuar os recolhimentos legais de natureza não somente fiscal, mas também trabalhista e previdenciária.

Um detalhe importante: em regra, as empresas optantes pelo Simples Nacional estão isentas da obrigação de transmissão de dados via SPED. No entanto, ainda assim, vale ressaltar que as legislações estaduais podem vir a dispor de modo diverso, visto que cada ente federativo detém competência específica para regulamentar sobre seus próprios tributos, como o ICMS.

Por esse motivo, é fundamental analisar as leis tributárias dos estados federativos onde estão localizadas as empresas contribuintes, na medida em que essas e outras regulamentações influenciam a forma como o SPED Fiscal e Contábil são utilizados.

SPED Fiscal

Também chamado de Escrituração Fiscal Digital (EFD), esse sistema permite que as empresas declarem todas as operações mensais que sofrem incidência tributária, como ICMS, IPI, PIS/PASEP e Cofins. Para isso, os colaboradores podem obter um software de integração fiscal.

A partir desse sistema, todas as informações e documentos relativos às transações comerciais (envolvendo, por exemplo, mercadorias, notas fiscais eletrônicas e créditos tributários) podem ser declarados nos campos indicados. Em seguida, um arquivo digital é gerado e homologado no Programa Validador e Assinador (PVA), que é fornecido pelo próprio SPED, por meio do site da Receita Federal para posterior transmissão ao Fisco.

Contudo, esses arquivos fiscais — enviados mensalmente pelas empresas — precisam ser antes assinados eletronicamente por meio de Certificados Digitais de Pessoa Jurídica nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Isso para que a autenticidade, inviolabilidade e segurança dos dados sejam garantidas.

Otimização no uso do SPED Fiscal e Contábil nas empresas

Diante desse veículo de controle tributário estatal, nos últimos anos, o número de arrecadações tem aumentado bastante. Assim, por exemplo, somente em setembro de 2018, a Receita Federal registrou um crescimento de 21,34% no recolhimento do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, quando comparado ao mesmo período de 2017.

Esses dados confirmam a agilidade e eficiência do SPED. Por isso, ainda que a automação tenha simplificado consideravelmente o modo como as obrigações acessórias são cumpridas pelas empresas, é preciso estar atento a todos os documentos e campos de preenchimento obrigatório no sistema.

Isso porque a inserção ou omissão involuntária de algumas informações pode gerar a inconsistência dos dados e, em consequência, incorrer as empresas no pagamento de altas multas — que podem chegar até 5% sobre o montante das transações comerciais.

Por esse motivo, a adoção de um sistema ERP de integração fiscal e contábil é primordial. Afinal, tal recurso é capaz de agilizar com total segurança o trabalho dos colaboradores. Como exemplo, a depender do software adquirido, há a possibilidade de exportação de arquivos, evitando-se a redigitação de todas as notas fiscais.

Além disso, alguns softwares também incluem ferramentas específicas de geração do SPED Fiscal e Contábil, CAT-52, livros eletrônicos e Demonstrativos de Resultado Financeiro Gerencial, que auxiliam no total controle financeiro das empresas.

Conclusão

Com a implantação do SPED, as empresas podem cumprir boa parte de suas obrigações acessórias sem a necessidade, por exemplo, de emissão de notas físicas ou a impressão dos livros contábeis. Essa transmissão pode ser feita com praticidade e segurança por meio de um software de integração.

Para saber mais detalhes sobre esses sistemas de escrituração, sugerimos como leitura complementar a obra Sped – Sistema Público de Escrituração Digital, autoria de Osmar Reis Azevedo. O livro aborda as principais questões sobre a legislação específica com exemplos práticos de transmissão desses dados.

Agora que você já conhece o SPED Fiscal e Contábil – bem como a importância de um software de integração nas empresas – mas quer entender um pouco mais sobre o assunto, acesse nosso artigo “Tributação de produtos: entenda a importância da validação tributária”.

Como escolher o software de gestão financeira com 7 critérios no varejo

Usar um bom software de gestão financeira é decisivo para a sobrevivência de empresas atuantes no setor varejista. No entanto, poucos administradores de negócios conhecem critérios essenciais para avaliar um sistema de gestão antes de contratá-lo.

Se você também tem dúvidas sobre a necessidade de investir em um bom sistema de gestão financeira e quer conhecer 7 critérios para não errar na seleção, continue lendo este post e descubra!

Qual a importância de um software de gestão financeira?

Segundo o SEBRAE, empresas que tendem a sobreviver no mercado utilizam tecnologias atualizadas e específicas para seu segmento de atuação, fazem um controle rigoroso de receitas e despesas, calculam detalhadamente os custos dos produtos, além de buscarem fornecedores baseando-se na qualidade e nos preços oferecidos.

Todos os critérios mencionados pelas empresas pesquisadas estão de alguma forma, relacionados ao uso de um software de gestão financeira. Essa tecnologia apoia a rotina de lojas e estabelecimentos varejistas ao reunir funcionalidades, como:

  • gestão de produtos;
  • gestão de estoque;
  • gestão de clientes;
  • controle de fraudes;
  • gestão comercial;
  • gestão financeira;
  • gestão fiscal.

Seu funcionamento é bem simples e com os dados coletados no momento da aquisição de mercadorias, recebimento e venda dos produtos, boa parte dos processos gerenciais é executada automaticamente e sem a intervenção humana.

Por exemplo, ao digitar o CPF do cliente, o sistema já emite a nota fiscal da compra, registra a movimentação financeira, faz a baixa dos itens comprados no estoque, abre ou atualiza o cadastro do cliente com o registro daquela venda e cria estatísticas sobre os produtos ofertados e vendidos pelo estabelecimento. O sistema realiza diversas operações com a simples informação de quem comprou e do que foi vendido.

Contudo, se o gestor errar na escolha do software de gestão financeira, então boa parte dessas automatizações será perdida, o processo de coleta de dados será complexo e, ao menos, parte das informações ficará desatualizada. Isso resultará em mais obstáculos para tomar melhores decisões estratégicas e simplificar as rotinas operacionais.

Para ajudá-lo na seleção de uma boa ferramenta, listamos, abaixo, 7 critérios que precisam ser observados.

O que avaliar no momento da escolha de um software de gestão financeira para o varejo?

1. Adequação ao segmento de mercado

O varejo tem algumas peculiaridades que outros setores da economia ignoram. Por exemplo, fazer gestão de estoque e de produtos é algo específico dos varejistas, enquanto ter uma boa gestão financeira e de colaboradores é um aspecto compartilhado com empresas de serviços.

Por isso, avalie se o software de gestão financeira extrapola as funcionalidades da área administrativa e integra todos os departamentos do estabelecimento. Quanto mais áreas forem atendidas por um mesmo programa, menor será a necessidade de atualizar ou integrar diversos sistemas para obter informações úteis. Isso simplificará o dia a dia e a diferenciação estratégica de sua empresa.

2. Usabilidade do sistema frente de caixa

Quantos cliques ou minutos são necessários para inserir as informações, gerar o cupom fiscal e despedir-se do cliente uma vez que ele chega ao caixa? Em média, quantos clientes um atendente conseguiria apoiar durante uma hora de seu trabalho? As informações que aparecem na tela do dispositivo são claras e simples de serem interpretadas pelos usuários?

Responder a essas 3 perguntas é fundamental para evitar gargalos na rotina ou diversas horas de treinamento dos colaboradores. Você deve pedir uma demonstração do sistema para avaliar sua interface de uso e questionar sobre como alguns processos são realizados no software.

O tempo investido numa avaliação meticulosa durante o processo de seleção e avaliação do sistema garantirá poucas ou nenhuma surpresa durante a implantação e utilização da ferramenta de gestão no dia a dia da loja.

4. Projeto de implantação

O projeto de implantação deve contemplar a instalação do software, a primeira carga de informações sobre o estabelecimento, a integração dos periféricos e o treinamento dos usuários.

Portanto, avalie qual modelo é o melhor para sua loja e negocie com o fornecedor a forma de executar essa fase essencial da adoção de um novo sistema de gestão financeira.

5. Reputação da empresa que o oferta

O fornecedor do software de gestão se tornará um parceiro do seu negócio. Ele será o responsável por adequar o sistema às mudanças exigidas pela legislação, adicionar recursos úteis, propor inovações na utilização da ferramenta, armazenar dados de seus clientes e empresa, além de manter as integrações com sistemas do governo ou de terceiros.

6. Suporte à rotina do estabelecimento

O suporte dado pelo fornecedor aos colaboradores de sua empresa também deve ser avaliado. Algumas perguntas devem ser feitas nessa etapa:

  • O horário do suporte é compatível com o expediente de sua loja?
  • Os canais de interação com o fornecedor são fáceis de serem usados?
  • A equipe de suporte entende dos processos do varejo e conseguiria apoiar seus colaboradores com base no conhecimento sobre a tecnologia deles?
  • O tempo médio de resolução dos chamados atenderia sua empresa?

O suporte é algo extremamente importante na resolução de problemas e falhas do software, no esclarecimento de dúvidas dos atendentes e na rotina da sua empresa. Procure um parceiro confiável para apoiar suas rotinas de trabalho.

7. Referência de clientes

Conhecer diversas histórias de sucesso na utilização do software de gestão financeira ofertado pelo fornecedor ajudará sua empresa a materializar os possíveis ganhos de performance que ela terá ao adotar aquele sistema.

Por isso, peça para ler os casos de sucesso, para falar com clientes referências resultados obtiveram após a adoção do sistema. Também pergunte sobre qual a avaliação do cliente quanto aos itens mencionados neste post.

Conclusão

O software de gestão financeira pode determinar a sobrevivência ou a falência de um estabelecimento. Pode apoiar a estratégia ou comprometer a rotina dos colaboradores, facilitar a interação com os clientes ou facilitar a coleta de dados gerenciais no dia a dia da empresa. Logo, invista seu tempo em uma avaliação criteriosa sobre seu próximo sistema.

Se quiser aprofundar seus estudos sobre o segmento varejista, sugerimos a leitura do livro: Administração do Varejo, de Fauze Najib Mattar.

Você já conhece quais são os 7 critérios básicos para avaliar um software de gestão financeira para sua loja, então, que tal utilizá-los agora mesmo para conhecer os sistemas oferecidos pela Lumi? Basta acessar nossa página de Fale Conosco para receber um contato de nossos especialistas.

POS e TEF: qual a diferença entre as tecnologias?

Com a implementação de recursos tecnológicos nos estabelecimentos comerciais, a gestão financeira e os processos cotidianos se tornaram muito mais ágeis, práticos e seguros, não é verdade?

Graças às tecnologias de pagamento, o consumidor não precisa andar com dinheiro em espécie e pode realizar pagamentos em máquinas de cartão apenas portando seus cartões de crédito e débito. Mas será que toda “maquininha” de cartão é igual? Continue a leitura para conferir as diferenças entre as tecnologias POS e TEF!

O que são as tecnologias POS e TEF

POS

É uma tecnologia popularmente conhecida como “maquininha de cartão portátil”, ou seja, é aquele aparelho utilizado para receber pagamentos em estabelecimentos comerciais como restaurantes, postos de gasolina, lojas, entre outros.

O equipamento pode ser fornecido tanto por agências bancárias como por redes adquirentes específicas. Por sua versatilidade, é muito comum nos depararmos com inúmeros pequenos empreendimentos que implementaram a POS em seu comércio.

TEF

POS e TEF são normalmente confundidas por usuários leigos, já que têm certas “semelhanças”. Também conhecida como Transferência Eletrônica de Fundos, TEF também consiste em uma tecnologia de “maquininha de cartão” em que o cliente insere a senha para realizar o pagamento, mas a grande diferença é que geralmente ela é fixada ao caixa.

Por isso, é muito comum nos depararmos com essa tecnologia em estabelecimentos como supermercados, farmácias e lojas do setor varejista com grande volume de vendas no cartão — normalmente superior a R$ 30 mil por mês, já que é mais fácil fazer o controle das vendas.

Diferenças entre POS e TEF

A POS funciona somente com associação a uma rede como Cielo, Getnet, Stone, entre outras. O estabelecimento fica restrito a aceitar somente cartões de sua fornecedora. A comunicação funciona com uma rede de celular ou linha discada, não dependendo de infraestrutura física para funcionar. A própria máquina é responsável pela impressão do recibo e, quando necessário, o adquirente pode ser acionado para consertar ou substituir o aparelho.

Já a comunicação que a TEF utiliza para capturar as transações é realizada via internet ou links dedicados, necessitando de uma estrutura física para funcionar, normalmente instalada no próprio caixa do estabelecimento comercial.

Vale ressaltar que a TEF é multiadquirente, ou seja, aceita uma grande variedade de bandeiras de cartões. Além disso, caso apresente algum problema, a empresa pode acionar o fornecedor do aparelho ou uma assistência técnica especializada para realizar reparos.

Vantagens do POS e TEF

POS

  • mensalidade atrativa: varia, em média, de  R$ 79 a R$ 119, quando a loja consegue operar apenas com uma máquina;
  • fácil de utilizar: sistema intuitivo, facilitando o manuseio até para leigos;
  • totalmente móvel: pode ser enviada até mesmo à casa do cliente;
  • dispensa automação comercial: não necessita de uma sistema ERP com pinpad integrado e conexão fixa.

TEF

  • aceita diversas bandeiras de cartão de crédito e débito;
  • custo-benefício: pode ter várias máquinas implementadas ao comércio e a mensalidade de R$ 180 (em média) tem o preço diluído;
  • versátil: comprovantes podem ser acessados pelo sistema.

Desvantagens do POS e TEF

POS

  • mono-adquirente: funciona somente se estiver conectado a uma única rede adquirente;
  • limitado: não aceita variações de bandeiras regionais, obrigando o lojista a contratar uma POS para cada rede;
  • complexo: é necessário guardar todos os recibos e comprovantes referentes às transações e somá-los no final do dia.

Por fim, ele não pode ser integrado a um ERP de automação, o que pode gerar divergências na conciliação de vendas, já que os valores registrados no caixa podem ser diferentes dos processados pela máquina de cartão, dificultando o controle financeiro da empresa.

TEF

  • sistema fixo: não permite mobilidade e a máquina precisa estar fixa a um local físico;
  • pode exigir a contratação de vários fornecedores — softwares de TEF, assistência técnica, pinpad, entre outros —, embora existam empresas que fornecem soluções integradas.

Para finalizar as principais diferenças entre POS e TEF, vale mencionar que a tecnologia TEF precisa que o estabelecimento conte com uma conexão fixa à internet para funcionar.

Agora que você já conhece as principais diferenças entre as tecnologias POS e TEF, assine a nossa newsletter para se manter atualizado sobre todos os conteúdos que postamos no blog!

Tecnologia no varejo: custo ou investimento?

Em um mercado cada vez mais concorrido, a tecnologia no varejo tem se tornado absolutamente relevante para a obtenção de resultados mais otimistas a curto, médio e longo prazo.

Contudo, muitos empreendedores demonstram considerável resistência na inclusão de recursos tecnológicos dentro dos fluxos de trabalho, não reconhecendo tais aquisições como investimentos, mas como meros custos.

Por esse motivo, propomos explicar neste artigo qual é a importância da tecnologia nas empresas, além dos processos internos e faturamentos podem ser alavancados se adequadamente implantados. Acompanhe!

Relevância da tecnologia no varejo

Diferentemente do que ocorria há 10 anos, o consumo varejista sofreu profundas mudanças na forma como é realizado. Isso decorreu em resposta aos avanços tecnológicos, como smartphones, Internet das Coisas e redes sociais, já tão presentes na vida do consumidor 4.0.

Sendo assim, desde a fase de planejamento empresarial até a efetiva saída de produtos dos estabelecimentos, os ciclos de venda, dependem muito mais da capacidade que as marcas têm em fornecer experiências mais completas a seus clientes do que a simples entrega de mercadorias.

Para que isso seja possível, de acordo com a nova lógica varejista, o posicionamento no mercado somente pode ser definido com a incorporação de ferramentas tecnológicas de ponta nos processos internos, a fim de acompanhar esse novo panorama digital de oferta e procura.

Dessa forma, a adoção de um software de gestão, de beacons e de dispositivos de realidade aumentada — como serão brevemente explicados a seguir — viabiliza um retorno financeiro mais positivo às companhias varejistas. Isso porque se alinha às demandas atuais de mercado e confere um grande diferencial competitivo em todas as esferas.

Principais vantagens

Não há dúvidas de que a substituição do trabalho manual por sistemas integrados economiza tempo, energia e dinheiro.Os principais benefícios de adotar recursos inteligentes no cenário empresarial estão a seguir:

Proteção de dados

As informações geradas e processadas pelas empresas são consideradas bens de grande valor — que precisam ser protegidos pelos gestores e colaboradores a fim de que o acesso não autorizado e as fraudes por terceiros sejam combatidos com eficiência. Tais ilegalidades se justificam, muitas vezes, no fato de que esses dados retidos dizem respeito a questões estratégicas das marcas ou sigilosas.

Para isso, a utilização de sistemas criptografados e a inclusão de cópias de segurança (backup) são indispensáveis para a manipulação, armazenamento e transferência desses ativos dentro das empresas, sem riscos.

Bancos de dados inteligentes e tomada de decisões estratégicas

À medida que os dados sobre estoques, índices de venda, faturamentos e feedbacks são coletados, um acervo valioso pode ser melhor armazenado em sistemas inteligentes de gestão empresarial.

Tais bancos de dados são facilmente convertidos pelos próprios softwares em informações precisas para a tomada de decisões mais acertadas.

Business Intelligence (Inteligência de Negócios, em inglês), por exemplo, são programas que conseguem efetuar os processos analíticos e de filtragem de dados mais relevantes, transformando-os em relatórios gerenciais de suporte para diretores e gestores.

Aumento das vendas

A venda em lojas físicas também conta com o apoio de sistemas específicos capazes de integrar toda a rede das empresas — desde as informações sobre estoques até a quantidade atualizada de produtos vendidos ao longo do dia.

Nesse sentido, os consumidores podem utilizar tecnologias integradas a esses sistemas corporativos, como o e-commerce, para facilitar toda a compra.

Otimização dos processos internos e redução de custos

Recontagem manual de estoques e registro de compras em papéis são práticas extintas em empresas varejistas que utilizam a tecnologia como estratégia concorrencial. Isso porque tais dispositivos otimizam profundamente a forma como os trabalhos são realizados pelos colaboradores após a transformação digital nas organizações.

Os sistemas integrados reduzem a necessidade de retrabalhos, na medida em que conferem mais segurança e facilidade ao manuseio de informações corporativas, como variações nos fluxos de caixa, dados de fornecedores e outros. Em consequência, boa parte do tempo gasto pelos funcionários pode ser poupada e redirecionada para outras atividades mais relevantes.

Tendências tecnológicas na atualidade

Aumento das vendas, otimização dos fluxos de trabalho e segurança das informações. Esses são cenários reais que confirmam a importância e a necessidade da transformação digital dentro das companhias. Para isso, existem dezenas de ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado B2B.

Conheça, agora, algumas tendências do momento!

Realidade virtual e realidade aumentada

Embora lançadas no mercado há alguns anos, os dispositivos de realidade virtual e de realidade aumentada são cada vez mais explorados em lojas de todos os segmentos — afinal, essa estratégia de interação dos clientes com as marcas amplia bastante as possibilidades de compra e de fidelização.

Já é possível, por exemplo, que consumidores consigam visualizar exatamente o que está disponível nas prateleiras de um supermercado no conforto de suas casas com o uso de óculos de realidade virtual conectados à internet.

Beacons

Esses dispositivos eletrônicos prometem inovar, ainda mais, a forma como os produtos e serviços são vendidos pelo mundo. Disponíveis no Brasil desde meados de 2017, esses pequenos aparelhos de rastreamento são capazes de localizar a posição exata dos clientes que venham a adentrar nas lojas em poucos segundos.

A partir disso, os consumidores podem receber instantaneamente cupons de desconto e promoções do dia. Basta que o bluetooth de seus smartphones esteja ligado. Por esse motivo, o recurso já chama a atenção de muitos varejistas diante das infinitas possibilidades de estímulo na compra.

Software de gestão integrado

Agilidade e qualidade são as premissas básicas de todo e qualquer empreendedor varejista, a decisão de compra está diretamente relacionada ao desempenho dos colaboradores e dos sistemas de apoio utilizados durante o atendimento. Contudo, de nada adiantaria reter os melhores vendedores do mercado, se munidos com sistemas ineficientes.

Por isso, a adoção de softwares de gestão, além de conceder total suporte no gerenciamento de custos e de faturamentos com segurança e velocidade, auxilia os funcionários no processamento das informações pertinentes à venda, como estoques e saídas de caixa. Tudo para garantir a máxima excelência.

Conclusão

Caso tenha interesse, o livro “Varejo & tecnologia — o futuro do seu negócio passa por aqui”, de Regiane Relva, é uma excelente opção de leitura complementar sobre o assunto abordado neste artigo. A obra propõe apresentar as principais tecnológicas utilizadas no mercado varejista e seus impactos.

Percebe a importância da tecnologia no varejo? De fato, são muitas as vantagens e possibilidades disponíveis nos dias de hoje. Se quiser saber mais sobre o software gerencial integrado desenvolvido pela Lumi e suas funcionalidades, entre em contato conosco.

Comunicado NFC-e

Como já foi informado anteriormente o Layout 3.10 utilizado na emissão da NFC-e será DESATIVADO no dia 02 de outubro de 2018. 

Leiaute 4.00

O novo leiaute foi implementado para atender as novas especificações da SEFAZ (NT 2016/002 v1.51).

Para isso, é necessário que todo Sistema Operacional seja compatível com o protocolo de comunicação segura dos Web Service TLS 1.2 ou superior.

Não sendo mais possível o uso do protocolo de comunicação segura SSL v3.0.

Protocolo de comunicação segura TLS 1.2

A versão 4.00 dos Web Service requer o uso do TLS 1.2 como protocolo de comunicação segura, sendo necessário ter o .NET 4.5 ou superior no equipamento, o que pode resultar na necessidade de atualizar o Windows

 

.NET framework 4.5 ou superior

O .NET framework 4.5 ou superior é suportada a partir do Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 Service Pack 1

Usuários de Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 Service Pack 1 que não conseguirem estabelecer a conexão com TLS 1.2, devem fazer a atualização do Service Pack 2.

CEST

Passa a ser obrigatório para os produtos enquadrados no regime de Substituição tributária.  Vide a legislação do seu estado, pois pode variar de estado para estado.

Atualização

É obrigatório que as versões dos aplicativos estejam atualizadas na sequência e versões abaixo ou superiores:

Ordem
de Instalação
Aplicativo Versão
Sac Gerencial 2.7.28
SacCom 2.3
XML Connect 3.9
GuardaCom 14.4
Guarda 5.1
NFCeCom 6.0
NFC-e Lumi (Guardião) 1.98
PDVCom 5.32
PDVLumi 5.1.038

Gestão financeira: conheça os principais KPIs financeiros para sua empresa

Uma boa gestão financeira é responsável por garantir que o negócio seja lucrativo, rentável e que tenha sempre disponibilidade de recursos para seu bom funcionamento. Para uma boa gestão, entretanto, é preciso que haja controle sobre todos os fluxos de entrada e saída do departamento financeiro de uma empresa.

Os indicadores de desempenho são fundamentais para que os gestores possam acompanhar o resultado de suas operações. Veja, a seguir, alguns dos principais KPIs financeiros para sua empresa e saiba como usá-los!

Relatório de lucros e perdas

O indicador de lucros e perdas é um dos mais importantes, pois mostra, em forma de um relatório, quais foram as entradas e saídas do negócio, de modo a indicar sua saúde e lucratividade em geral.

Esse indicador utiliza todos os valores que entraram na empresa a partir das vendas e todos os custos associados a essas mesmas vendas. Os custos vão desde aqueles com a estrutura e produção até os gastos com salários, treinamentos e distribuição.

A partir dele, também é possível calcular margens de lucro, como a margem bruta e a líquida, e qual é o lucro líquido do negócio. Com esse último cálculo, inclusive, você pode avaliar se a precificação dos produtos ou serviços está correta.

Capital de giro

Conhecido também como “working capital, o capital de giro diz respeito à quantidade de recursos da qual sua empresa dispõe para pagar obrigações em curto prazo. É a medida de capital imediato que sua empresa possui para investir ou cumprir obrigações.

O cálculo do capital de giro é dado pela diminuição de todos os ativos circulantes, como contas a receber, estoque e fundo de caixa e os passivos circulantes, como contas a pagar e parcelas do financiamento.

Fazer um planejamento do capital de giro necessário para que sua empresa opere tranquilamente, pode garantir mais tranquilidade nas operações financeiras, garantir a entrega do produto/serviço no tempo esperado pelo cliente e evitar ônus relacionados à falta de recursos disponíveis para cumprimento de obrigações( ex: pagamento de juros por pagar boletos em atraso).

Índice de liquidez geral

Já o índice de liquidez geral está relacionado à capacidade que o seu negócio tem para cumprir com suas obrigações e pagar suas contas em dia. Basicamente, esse índice é calculado dividindo os recursos atuais pela necessidade de pagamento.

Se a sua empresa possui R$20.000,00, atualmente, e tem contas no valor de R$10.000,00, então o índice de liquidez geral é de 200%, o que significa que sua empresa tem dinheiro o suficiente para quitar as dívidas duas vezes. Quanto maior for esse índice, mais capaz de cumprir com as obrigações sua empresa será.

Em suma, o índice de liquidez indica quanto dinheiro uma empresa é capaz de gerar a curto prazo. Uma das utilidades desse indicador é a possibilidade de saber se a instituição conseguiria honrar com os compromissos e efetuar pagamentos de dívidas em curto prazo. Capital de giro e estoque são exemplos de ativos de alta liquidez.

Quando esse indicador está abaixo do recomendado, significa que a empresa está investindo em atividades de retorno em longo prazo mais do que deveria. Da mesma forma, quando esse indicador está muito alto, significa que o dinheiro está parado em algum lugar (estoques, caixa, etc.) e deveria estar sendo investido em outras atividades para trazer mais retorno financeiro.

Recebimentos

Esse indicador está muito ligado ao índice de liquidez geral, pois faz não somente o acompanhamento do faturamento, mas também entende quanto há para receber de fato. Isso porque faturamento não é garantia de recebimento.

Um exemplo comum é quando uma empresa vende produtos parcelados em muitas vezes e espera longo tempo pelo recebimento. Nesse exemplo, a empresa faturou, mas ainda não recebeu.

Para empresas que precisam de um fôlego financeiro, é interessante não conceder crédito com parcelamentos longos e, menos ainda, para clientes inadimplentes.

Ponto de equilíbrio

Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa faturar para emparelhar com o custo dos produtos e/ou serviços vendidos, as despesas fixas e as despesas variáveis (custos operacionais). No ponto de equilíbrio, a empresa não terá prejuízo, mas também não terá lucro.

Esse indicador diz, também, o ponto em que você passará a ter lucros, em vez de apenas pagar contas. A maioria dos empresários usa esse indicador para se motivar, pois, a partir daquele ponto, tudo que conseguirem faturar até o fim do mês fará a diferença para o crescimento da empresa.

Para algumas pessoas, esse é um cálculo difícil de fazer e até de entender. É por isso que ter ferramentas que dizem em tempo real quando você chegou ao ponto de equilíbrio é tão importante. Essa conta é especialmente complexa de fazer, uma vez que nos custos operacionais

também podem estar inclusos incidentes (como um equipamento quebrado). Nesse caso, mais uma vez, é importante ter um software pra te ajudar nessa conta e garantir apontamentos financeiros mais precisos.

Taxa de abandono de clientes

A taxa de abandono de clientes, por sua vez, diz respeito a quantos clientes compraram produtos ou contrataram serviços em sua empresa e, depois de um período, decidiram não mais fazer negócios com você. Essa taxa é calculada pela relação entre o número de clientes que abandonaram a empresa e o número total de clientes.

O objetivo do negócio deve ser manter essa taxa o mais baixo possível, pois esse indicador pode apontar a insatisfação dos consumidores.

Taxa de retenção de clientes

Você já deve ter ouvido falar que reter clientes é muito mais barato do que conquistar novos, certo? É por essa razão que a taxa de retenção é um KPI financeiro importante para o seu negócio — quanto maior ela for, menores serão os custos para garantir o lucro para o negócio.

Esse indicador é calculado por uma relação entre o número de clientes recorrentes e o número de clientes totais. Assim, quanto maior for essa taxa, mais fidelizados e satisfeitos são os clientes — e, por consequência, maiores são as chances de que eles indiquem sua empresa para outras pessoas.

Conclusão

Os principais KPIs financeiros para sua empresa incluem desde os indicadores de lucros e prejuízos, de capital de giro e o índice de liquidez total e vão até a taxa de abandono e retenção de clientes. Ao utilizá-los, fica mais fácil compreender a atuação e o impacto do seu negócio e agir de forma a maximizar os lucros sempre com uma boa gestão financeira.

Esperamos que este artigo possa ter ajudado a entender melhor o conceito dos KPIs financeiros. Os processos financeiros precisam ser os mais precisos e controlados possíveis, pois resumem todas as demais operações de uma empresa. A prática mais correta para fazer o acompanhamento de todos esses indicadores é contar com a ajuda da tecnologia. Aliás, mais do que ajudar, ela pode fazer 100% desses controles.

Você pode contar com a ajuda de ferramentas gratuitas, como Google Analytics, ou caso entenda que precisa de ferramentas mais específicas para sua empresa, procure especialistas como a LUMI SOFTWARE para ajudar. Entre em contato conosco e saiba como podemos fazer isso.

Transferência eletrônica de fundos: como funciona e quais os benefícios?

As preferências do consumidor mudam com uma velocidade surpreendente e, para atender às demandas que emergem no dia a dia, as empresas precisam encontrar novas formas de se adequar. No caso do varejo, um novo comportamento ligado à forma de pagamento despertou a necessidade de aliar tecnologia e consumo: surgiu, então, a transferência eletrônica de fundos.

Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o TEF e conhecer as vantagens de adotar o sistema. Além disso, também saberá de que forma é possível implementá-lo no seu negócio — sem complicação e dor de cabeça. Preparado? Vamos lá!

O que é o sistema de Transferência Eletrônica de Fundos?

Transferência Eletrônica de Fundos, como o próprio nome sugere, é um sistema que possibilita a movimentação financeira virtual entre instituições. Trata-se de uma tecnologia de comunicação que liga empresas que atendem ao cliente final às administradoras de cartão, facilitando as transações monetárias ainda no Frente de Loja.

O TEF, portanto, funciona com o propósito-chave de transferir fundos, inicialmente armazenados em uma conta bancária, de forma eletrônica, ágil e segura, gerando mais comodidade e eficácia na troca comercial de valores.

A partir de uma pinpad — as conhecidas máquinas de cartão —, existe a captação das transações, que são então transmitidas para a rede adquirente via internet.

Quem é quem na transação?

Fornecedora de Software

É a empresa responsável por desenvolver o software que vai integrar o fluxo de dados entre o pinpad (leitor de cartões), as redes adquirentes e o sistema de gestão de PDV (Ponto de Venda) utilizado em sua empresa, além de garantir que as informações geradas em cada transação alimentem corretamente o CRM.

Redes adquirentes

As redes adquirentes são aquelas responsáveis por automatizar a liquidação financeira das transações com cartões de crédito ou débito.

São elas que fazem a comunicação entre as Bandeiras, responsáveis pela administração dos cartões (Visa® e Mastercard®, por exemplo), e os bancos emissores para verificar saldos e segurança no momento de aprovar as transações.

Você pode contar com mais de uma rede adquirente no seu estabelecimento e, assim, fazer a gestão de suas cobranças realizando as transações com a que estiver oferecendo as melhores taxas no momento.

Quais as opções de TEF disponíveis?

TEF discado

Geralmente utilizados por estabelecimentos de pequeno e médio porte, precisam estar conectados a uma linha telefônica comum. Para cada transação é realizada uma comunicação com os sistemas das administradoras e, após a aprovação, a conexão é desfeita.

TEF dedicado ou TEF IP

Diferentemente da modalidade discada, aqui temos uma conexão com as administradoras que permanece ativa 24 horas por dia. Para isso, é preciso ter um contrato de linha telefônica exclusiva para o TEF, que exige ainda um roteador e um modem externo para funcionar.

TEF em nuvem

Nessa modalidade, a provedora do serviço de computação em nuvem conecta o estabelecimento às bandeiras que farão a autenticação das transações. Assim a exigência de investimento em infraestrutura é menor, por exigir menos gastos com servidores de autenticação e circuitos de comunicação.

POS (Point of Sale)

São as populares “maquininhas de cartão”. Apresentam um custo mais acessível que o da transferência eletrônica de fundos, porém não operam sob todas as bandeiras, aceitando apenas os cartões operados por sua fornecedora. Não dependem de nenhuma outra estrutura para funcionar e podem ser operadas, inclusive, por rede de celular.

Como escolher a melhor opção para seu negócio?

A primeira escolha a ser feita é entre um sistema TEF (discado, dedicado ou por IP) e um sistema POS. O POS possui preços mais atrativos, é o mais simples de ser utilizado e é móvel. Porém ele não é integrado ao sistema de automação comercial da empresa.

O sistema TEF exige um investimento inicial mais elevado, porém pode ser mais econômico para os estabelecimentos que utilizam várias redes adquirentes.

Como é integrado com o sistema de automação comercial, apresenta maior facilidade para a gestão financeira e uma série de outros benefícios, como os detalhados abaixo.

Quais são os benefícios de oferecer a opção de TEF no seu negócio?

Segundo uma projeção da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito), as compras com cartão de crédito devem movimentar, até o fim de 2017, cerca de R$ 1,22 trilhão.

Ignorar um mercado tão expressivo e promissor seria uma grande loucura empresarial, principalmente para aqueles que trabalham com varejo, inclusive podendo comprometer seriamente a perenidade do negócio.

Nesse cenário, contar com a transferência eletrônica de fundos já desponta como essencial; afinal, corresponder às expectativas do consumidor e estar preparado para atendê-lo em suas necessidades é determinante para fidelizá-lo.

Como é possível implantar a transferência eletrônica de fundos?

Para viabilizar a implantação do sistema TEF — e também para estar de acordo com as exigências fiscais e tributárias —, o estabelecimento precisa basicamente de quatro itens: software para o Frente de Loja, sistema de emissão de cupom fiscal, TEF e pinpad.

O procedimento é simples, rápido e seguro, podendo ser utilizado, inclusive, por empresas que não contam com um caixa totalmente automatizado. O segredo para evitar transtornos durante a adoção do sistema de transferência eletrônica de fundos é escolher o fornecedor adequado, construindo uma relação mútua de confiança.

Quais regras devo seguir?

Desde 2008, o TEF é mandatório a todos os empreendimentos que vendem direto para o consumidor final cujo faturamento anual esteja acima de R$ 120.000, acompanhado da obrigação de emissão cupom fiscal de venda.

Alguns segmentos, como supermercados, lojas de departamento, vestuários e magazines também são obrigados a adotar a modalidade. As Secretarias de Fazenda estaduais estão aptas para realizar a fiscalização dos equipamentos, sendo que cada um apresenta suas portarias específicas.

Conclusão

Vale sempre lembrar que é proibido fazer uso de recursos ou ferramentas que alterem as informações registradas no cupom fiscal ou possuir circuitos eletrônicos que controlem separadamente o aparelho impressor.

Se o seu negócio precisa crescer e você está em busca das melhores soluções em tecnologia, já sabe que encontrou o lugar certo. Se ainda tem alguma dúvida sobre transferência eletrônica de fundos, deixe seu comentário no post para continuarmos a conversa!