O valor da informação para o varejista

Você consegue imaginar o mundo atual desconectado e sem comunicação? Todos os dias, nos deparamos com algo novo sobre os mais variados assuntos em redes sociais, blogs e sites, o que nos faz compreender o alto valor da informação.

Diariamente, o volume de informações produzidas por esses canais virtuais alimenta os diversos segmentos sobre o comportamento do consumidor e suas preferências por produtos ou serviços. Isso é importante para um varejista se manter no mercado e alcançar cada vez mais seu público-alvo e satisfazê-lo.

Foi pensando nisso que preparamos este post, para que você, varejista, tenha real ciência do quanto a informação pode ser uma aliada estratégica na alavancagem do negócio e subsidiar a tomada de decisão sobre os projetos futuros! Boa leitura!

Como agregar o valor da informação ao setor de varejo?

As inovações tecnológicas causaram uma revolução mundial ameaçando os varejistas e todas as empresas sem apelo virtual ou que ainda caminham a passos lentos na adequação a um novo meio de abordar o consumidor.

Embora pareça existir uma oposição entre o comércio varejista de loja física e o de loja virtual, o que se apura sobre o perfil do consumidor — faixa etária, sexo, alvo de consumo, percepções quantitativas e qualitativas — provém dos dados de um sistema de informação centralizado.

Existem softwares específicos para colher dados e transformá-los em informações, gerando relatórios reais e confiáveis para o negócio.

Apesar de a tecnologia permitir aos sistemas de apuração uma boa autonomia de gestão, é fundamental planejar as ações de modo a direcionar a informação e canalizar para o negócio da empresa as verdadeiras oportunidades de conversão em vendas, sem esquecer os pontos de melhoria.

O valor da informação interliga a filosofia da empresa, a missão e os valores, permitindo um filtro natural para o entendimento tanto das variáveis econômicas e mercadológicas como também do comportamento do consumidor.

Ao utilizar a tecnologia e toda a novidade que ela tem a oferecer ao varejo, você terá propriedade para promover o levantamento de dados, apuração, compilação e geração de relatório gerencial, construindo uma base informacional capaz de determinar os rumos do seu negócio de forma transparente e assertiva.

Os consumidores enxergam mais valor e se identificam mais com empresas que conhecem seu comportamento e suas necessidades. A partir dessa visão holística dos hábitos de consumo, é possível encontrar oportunidades de inovação nos produtos ou processos, desencadeando tendências de oferta.

Antecipar-se ao cliente é uma forma de encantá-lo e demonstrar real interesse pelas dores que o acometem na tentativa de sanar suas necessidades oferecendo um conjunto de possibilidades que direcionem para a composição do catálogo de produtos e para o que ele realmente deseja adquirir.

Como fazer uma boa gestão de varejo com base no valor da informação?

Já sabemos que há um movimento comportamental do consumidor indo na contramão das lojas físicas, então o que fazer para não perder vendas e continuar no radar do consumo? É fundamental fazer essa análise e se munir de informações, antes de tomar qualquer decisão.

Com a economia ainda oscilante e a baixa no volume de compras, a movimentação do consumidor no mercado pode dar uma ideia de quais estratégias de vendas utilizar para que o varejo tenha uma performance positiva e rentável ao final de um período. Para isso, o fundamental é medir.

Defina por etapas quais são seus objetivos ao se valer da informação como parte do seu processo de fidelização e retenção de clientes. Então, utilize de forma prática todo o conteúdo gerado em relatórios, como pano de fundo para ações de diferencial competitivo.

A melhoria da gestão dos processos internos é um dos pontos prioritários, pois, ao entender as deficiências do seu negócio, você poderá promover mudanças e oferecer ao consumidor uma experiência mais linear, sem ruídos e com foco exclusivo em suas necessidades.

Confira algumas áreas em que o valor da informação poderá ser visto de forma complementar e agregada!

Logística e estoque

Se você souber antecipadamente sobre o poder de giro de um produto, certamente fará um melhor controle e gestão do estoque. Isso pode influenciar no processo logístico dentro da loja ou no transporte de mercadorias. Desse modo, as compras para reposição poderão ser melhor programadas.

Ponto de venda (PDV)

A identidade visual é muito importante para ajudar o consumidor a se situar quando entrar na sua loja. Independentemente da sazonalidade ou da concorrência, se você souber quais são os produtos de grande procura ou com volume de vendas elevado, conseguirá estabelecer um PDV adequado.

Experiência do consumidor

O consumidor da atualidade é exigente e volúvel, mas também inteligente quando o assunto é comprar por um preço justo e qualidade elevada. Além do interesse pelo produto em si, procure o que atrai a atenção e a fidelidade do cliente — agilidade no atendimento, informativos promocionais, descontos por pontuação, entre outros.

Uma pesquisa de satisfação, um canal de atendimento SAC ou o cadastramento do cupom fiscal para participar de promoções talvez sejam boas estratégias geradoras de informações, uma vez que o cliente precisa preencher alguns dados pessoais para avançar dentro do site.

Segurança de dados

A informação funciona hoje de forma instantânea e intuitiva, quase que como uma moeda de troca, e precisa ser tratada com muita responsabilidade por quem se apropria dela para impulsionar o negócio. Muitas pessoas ainda veem com desconfiança a necessidade de informar seus dados pessoais em sites de compras.

O seu posicionamento claro sobre as intenções de uso dessas informações e também suas ações mercadológicas de total disponibilidade para atender aos anseios dos consumidores serão fundamentais para gerar segurança e credibilidade.

Conclusão

Não se pode negar a influência predominante da tecnologia em todos os aspectos da vida humana. Por isso, não é recomendável remar contra uma maré que não favorece. Busque alternativas e ferramentas adequadas para inserir o seu negócio nesse contexto, sem perder a essência do trabalho desenvolvido até então.

Uma referência complementar do assunto é o livro Administração de Varejo, de Fauze Mattar. A obra é um manual que orienta o varejista a uma gestão de sucesso para tomada de decisões fundamentadas, o que reflete inclusive na satisfação do cliente.

No varejo, não se pode abandonar velhos hábitos de sucesso, porém é possível se reinventar a todo momento, abrindo oportunidade para a inovação, valendo-se dela não como escudo, mas como aliada em uma corrida contra um concorrente invisível — mas a cada dia mais previsível.

Agora que você entende melhor sobre o valor da informação no universo varejista, que tal entrar em contato conosco para agendar uma consulta sem compromisso? Ficaremos muito contentes em apresentar as soluções para o seu negócio!

Tecnologia no varejo: custo ou investimento?

Em um mercado cada vez mais concorrido, a tecnologia no varejo tem se tornado absolutamente relevante para a obtenção de resultados mais otimistas a curto, médio e longo prazo.

Contudo, muitos empreendedores demonstram considerável resistência na inclusão de recursos tecnológicos dentro dos fluxos de trabalho, não reconhecendo tais aquisições como investimentos, mas como meros custos.

Por esse motivo, propomos explicar neste artigo qual é a importância da tecnologia nas empresas, além dos processos internos e faturamentos podem ser alavancados se adequadamente implantados. Acompanhe!

Relevância da tecnologia no varejo

Diferentemente do que ocorria há 10 anos, o consumo varejista sofreu profundas mudanças na forma como é realizado. Isso decorreu em resposta aos avanços tecnológicos, como smartphones, Internet das Coisas e redes sociais, já tão presentes na vida do consumidor 4.0.

Sendo assim, desde a fase de planejamento empresarial até a efetiva saída de produtos dos estabelecimentos, os ciclos de venda, dependem muito mais da capacidade que as marcas têm em fornecer experiências mais completas a seus clientes do que a simples entrega de mercadorias.

Para que isso seja possível, de acordo com a nova lógica varejista, o posicionamento no mercado somente pode ser definido com a incorporação de ferramentas tecnológicas de ponta nos processos internos, a fim de acompanhar esse novo panorama digital de oferta e procura.

Dessa forma, a adoção de um software de gestão, de beacons e de dispositivos de realidade aumentada — como serão brevemente explicados a seguir — viabiliza um retorno financeiro mais positivo às companhias varejistas. Isso porque se alinha às demandas atuais de mercado e confere um grande diferencial competitivo em todas as esferas.

Principais vantagens

Não há dúvidas de que a substituição do trabalho manual por sistemas integrados economiza tempo, energia e dinheiro.Os principais benefícios de adotar recursos inteligentes no cenário empresarial estão a seguir:

Proteção de dados

As informações geradas e processadas pelas empresas são consideradas bens de grande valor — que precisam ser protegidos pelos gestores e colaboradores a fim de que o acesso não autorizado e as fraudes por terceiros sejam combatidos com eficiência. Tais ilegalidades se justificam, muitas vezes, no fato de que esses dados retidos dizem respeito a questões estratégicas das marcas ou sigilosas.

Para isso, a utilização de sistemas criptografados e a inclusão de cópias de segurança (backup) são indispensáveis para a manipulação, armazenamento e transferência desses ativos dentro das empresas, sem riscos.

Bancos de dados inteligentes e tomada de decisões estratégicas

À medida que os dados sobre estoques, índices de venda, faturamentos e feedbacks são coletados, um acervo valioso pode ser melhor armazenado em sistemas inteligentes de gestão empresarial.

Tais bancos de dados são facilmente convertidos pelos próprios softwares em informações precisas para a tomada de decisões mais acertadas.

Business Intelligence (Inteligência de Negócios, em inglês), por exemplo, são programas que conseguem efetuar os processos analíticos e de filtragem de dados mais relevantes, transformando-os em relatórios gerenciais de suporte para diretores e gestores.

Aumento das vendas

A venda em lojas físicas também conta com o apoio de sistemas específicos capazes de integrar toda a rede das empresas — desde as informações sobre estoques até a quantidade atualizada de produtos vendidos ao longo do dia.

Nesse sentido, os consumidores podem utilizar tecnologias integradas a esses sistemas corporativos, como o e-commerce, para facilitar toda a compra.

Otimização dos processos internos e redução de custos

Recontagem manual de estoques e registro de compras em papéis são práticas extintas em empresas varejistas que utilizam a tecnologia como estratégia concorrencial. Isso porque tais dispositivos otimizam profundamente a forma como os trabalhos são realizados pelos colaboradores após a transformação digital nas organizações.

Os sistemas integrados reduzem a necessidade de retrabalhos, na medida em que conferem mais segurança e facilidade ao manuseio de informações corporativas, como variações nos fluxos de caixa, dados de fornecedores e outros. Em consequência, boa parte do tempo gasto pelos funcionários pode ser poupada e redirecionada para outras atividades mais relevantes.

Tendências tecnológicas na atualidade

Aumento das vendas, otimização dos fluxos de trabalho e segurança das informações. Esses são cenários reais que confirmam a importância e a necessidade da transformação digital dentro das companhias. Para isso, existem dezenas de ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado B2B.

Conheça, agora, algumas tendências do momento!

Realidade virtual e realidade aumentada

Embora lançadas no mercado há alguns anos, os dispositivos de realidade virtual e de realidade aumentada são cada vez mais explorados em lojas de todos os segmentos — afinal, essa estratégia de interação dos clientes com as marcas amplia bastante as possibilidades de compra e de fidelização.

Já é possível, por exemplo, que consumidores consigam visualizar exatamente o que está disponível nas prateleiras de um supermercado no conforto de suas casas com o uso de óculos de realidade virtual conectados à internet.

Beacons

Esses dispositivos eletrônicos prometem inovar, ainda mais, a forma como os produtos e serviços são vendidos pelo mundo. Disponíveis no Brasil desde meados de 2017, esses pequenos aparelhos de rastreamento são capazes de localizar a posição exata dos clientes que venham a adentrar nas lojas em poucos segundos.

A partir disso, os consumidores podem receber instantaneamente cupons de desconto e promoções do dia. Basta que o bluetooth de seus smartphones esteja ligado. Por esse motivo, o recurso já chama a atenção de muitos varejistas diante das infinitas possibilidades de estímulo na compra.

Software de gestão integrado

Agilidade e qualidade são as premissas básicas de todo e qualquer empreendedor varejista, a decisão de compra está diretamente relacionada ao desempenho dos colaboradores e dos sistemas de apoio utilizados durante o atendimento. Contudo, de nada adiantaria reter os melhores vendedores do mercado, se munidos com sistemas ineficientes.

Por isso, a adoção de softwares de gestão, além de conceder total suporte no gerenciamento de custos e de faturamentos com segurança e velocidade, auxilia os funcionários no processamento das informações pertinentes à venda, como estoques e saídas de caixa. Tudo para garantir a máxima excelência.

Conclusão

Caso tenha interesse, o livro “Varejo & tecnologia — o futuro do seu negócio passa por aqui”, de Regiane Relva, é uma excelente opção de leitura complementar sobre o assunto abordado neste artigo. A obra propõe apresentar as principais tecnológicas utilizadas no mercado varejista e seus impactos.

Percebe a importância da tecnologia no varejo? De fato, são muitas as vantagens e possibilidades disponíveis nos dias de hoje. Se quiser saber mais sobre o software gerencial integrado desenvolvido pela Lumi e suas funcionalidades, entre em contato conosco.

Inteligência artificial já é uma realidade no varejo! Entenda como

Que a tecnologia tomou conta do mundo, já sabemos. Ela acelerou o processo virtual com o acesso remoto de qualquer ambiente que disponha de internet. A novidade fica por conta da chegada da Inteligência Artificial ao varejo, melhorando a experiência de compra do consumidor.

As soluções para entender as expectativas do cliente e otimizar as vendas já estão disponíveis aos varejistas. Isso ocorre por meio da inovação tecnológica, do amplo alcance e da eficiência na apuração de dados para o embasamento e as tomadas de decisões.

Se você é um varejista em busca de ferramentas que impulsionem seu negócio, com o objetivo de alcançar um melhor gerenciamento e o controle dos processos, certamente vai se interessar pelo conteúdo deste artigo. A seguir, reunimos informações importantes sobre o uso da Inteligência Artificial no segmento de varejo. Boa leitura!

O que é Inteligência Artificial?

A “IA“, como é conhecida no universo tecnológico, nasceu para aumentar a interação entre o homem e a máquina, além de melhorar a performance de utilização, pois gera e compara um alto volume de informações armazenado no banco de dados. Esse recurso fornece elementos concretos, que auxiliam no direcionamento do negócio.

Como aplicar o conceito no varejo?

O reinado do varejo tradicional, de portas abertas e visitas frequentes dos consumidores, era absoluto e inquestionável até os anos 90. Ao final desse período, o surgimento da internet iniciou um movimento de inovação, o que deu lugar às lojas virtuais e intimidou o velho padrão de varejo.

É preciso oferecer mais do que o convencional para sobreviver em um mercado dinâmico, com infinitas possibilidades nas vitrines expostas nos ambientes virtuais de grande alcance. Assim você proporciona ao consumidor inúmeras opções de compras sem sair de casa.

Um software de gestão que inclua a Inteligência Artificial permite ao gestor analisar a concorrência e precificar melhor seus produtos. Além disso, o profissional compreende as necessidades e os interesses do cliente, com base nos hábitos e comportamentos de consumo.

Dessa forma, é possível quantificar as vendas com a previsão de estoque e tendências para os próximos lançamentos. Isso faz com que o giro seja maior e não se perca em investimentos equivocados, direcionando o negócio a produtos em ascensão, com real probabilidade de conversão em vendas.

Mudança de cenário

Antes, as propagandas da TV e os panfletos eram usados como ações abrangentes de marketing e tinham um índice considerável de fidelização. No entanto nos últimos anos, tem crescido o número de varejistas que se valem da tecnologia como meio de atrair públicos específicos, em um sinal de abertura às novidades e à reinvenção.

Os consumidores da atualidade são sedentos usuários das redes sociais e dos aplicativos de compras. Eles estão dispostos a experimentar, contanto que sejam beneficiados de alguma forma. Caso contrário, partem em busca de quem oferte uma melhor experiência e mantenha sua atenção voltada ao ambiente virtual.

A melhor maneira que o varejista tem de chegar até o perfil do cliente almejado é utilizando a Inteligência Artificial para rastrear as informações deixadas nas mensagens subliminares ou até nos conceitos apontados sobre um ou mais produtos do mesmo segmento.

Exemplos

Vamos tomar como exemplo os sites de receitas, nos quais há dicas de cardápios que evidenciam o sabor, a qualidade e a capacidade que um ingrediente tem de contribuir para a produção de um belo prato. O varejista do ramo alimentício pode se valer dessas informações para aumentar o potencial de venda de vários itens.

O crescimento de um negócio está atrelado ao desempenho do mercado e à economia, mas fundamentalmente ao comportamento visionário do empreendedor. Ele passa a enxergar as possibilidades de expansão ao contar com um software especializado, que auxilia os campos da gestão — vendas, caixa, estoque, entre outros.

Qual é o uso da Inteligência Artificial na atualidade?

Muito se fala em inovações como Internet das coisas e Big Data, mas a Inteligência Artificial faz parte desse grupo que, em ação individual ou coletiva, abre um leque de possibilidades a serem exploradas com o objetivo de aprimorar a performance de vendas e dar ao consumidor um cardápio recheado de produtos. Assim, é possível atender aos desejos e anseios do público.

Melhora da experiência dos consumidores

O novo cenário em que se insere a Inteligência Artificial favorece o consumidor ao fornecimento de informações privilegiadas sobre uma marca ou um produto. Essa tecnologia alinha o desejo do cliente ao que de fato a empresa tem a oferecer, com um atendimento diferenciado linear e focado no objeto de conquista.

Ao interagir com o público e surpreendê-lo, “adivinhando” suas necessidades, o consumidor será invadido por um sentimento de encantamento genuíno. Ele perceberá a preocupação da marca em atender às suas necessidades de compra e dará maior atenção às ofertas ou novidades.

Quais são os benefícios e impactos futuros?

O futuro do mercado varejista de lojas físicas está comprometido com o avanço da tecnologia, mas apresenta mais benefícios do que perdas em relação às inovações. Para sobreviver a uma competitividade virtual maciça e empreendedora, é fundamental que o gestor lance mão da automação como ferramenta de gestão.

É possível manter o espaço físico e, ao mesmo tempo, seguir as ações indicadas pelos relatórios fornecidos no software de Inteligência Artificial. Isso direcionará o varejista e o fará proceder de maneira eficiente e padronizada com os dois públicos.

Conclusão

Há um novo formato de percepção sobre produtos e mercado que atinge o varejista e o consumidor conforme as expectativas de cada um. Essa mudança tem a ver com o quanto a tecnologia vem explorando um terreno insólito, sendo que vencerá quem tiver o entendimento e a visão de novas construções para o fortalecimento da marca.

A Inteligência Artificial é uma aliada potente no mercado varejista, ainda que seja difícil enxergar suas funções na prática. Estabelecer uma meta possível e planejar as ações incluindo a tecnologia como ferramenta de levantamento de informações (sobre os costumes dos consumidores, por exemplo) pode preparar seu negócio para as melhores oportunidades.

Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre o tema, recomendamos o livro Inteligência Artificial, de Peter Norvig e Stuart Russell, considerado o que oferece a mais abrangente introdução à teoria e prática da Inteligência Artificial. A obra é adotada em 85 países, por mais de 750 universidades.

Gostou de saber mais sobre a Inteligência Artificial e todas as suas possibilidades de adequação ao varejo? Aproveite para assinar nossa newsletter e receber todas as novidades de tecnologia e inovação na sua caixa de entrada!

Automação comercial: a sua ferramenta ao combate a fraudes

É indiscutível que a tecnologia detém um papel crucial dentro do contexto empresarial moderno. Atualmente, mais do que nunca, as organizações dependem de recursos automatizados, sistemas e dados para gerir suas atividades, tomar decisões e minimizar riscos. Nesse sentido, a automação comercial, demonstra todo seu potencial para o combate de fraudes no varejo.

O fato é que a automação trazida pelos softwares de gestão e sistemas reforçam significativamente o controle sobre as atividades das empresas. Como reflexo disso, gestores e líderes tem mais visibilidades sobre os processos, podendo identificar pontos de atenção e fragilidades em operações diárias, e que dificilmente poderiam ser identificadas a partir de expedientes manuais, lentos e burocráticos.

No contexto do varejo, essa capacidade de aprimorar a gestão e o controle é visto como uma grande aliada dos negócios. Isso devido por ser um cenário de fraudes constantes, adotar mecanismos de prevenção desse tipo de ocorrência e otimização dos processos é fundamental.

Em razão da importância desse tema, preparamos este post para mostrar a você como a automação comercial pode figurar como uma ferramenta estratégica de combate às fraudes. Continue a leitura e saiba mais!

Cenário de fraudes no Brasil no segmento varejista

As fraudes são, sem dúvida, um dos grandes desvios de produtividade e lucratividade das empresas, independentemente do setor ou porte. Atualmente, organizações investem massivamente em recursos e soluções para minimizar a probabilidade de que ocorram ou, pelo menos, para reduzir os danos.

Um estudo realizado pelo laboratório de cibersegurança da empresa Psafe, indica que, entre Janeiro e Agosto de 2018, foram registrados 920 mil golpes aplicados em ambientes virtuais. As ações criminosas mais comuns estão relacionadas ao roubo de dados financeiros de clientes e clonagem de cartões de crédito. Em média, estamos falando de 3,6 fraudes por minuto, conforme aponta o levantamento.

A importância da automação comercial e como ela ajuda a prevenir fraudes

Um dos grandes pilares da automação comercial está na capacidade de gerenciar um alto volume de informações oriundas de transações, contato com o cliente, entre outros eventos que podem ser alvo de fraudes.

Nesse sentido, a tecnologia tem um papel determinante, visto que, hoje, é por meio dela que as empresas conseguem centralizar dados, integrar processos e melhorar a comunicação interna.

Todos esses pontos são peças chave no processo de redução das fraudes. Isso porque a probabilidade de que informações suspeitas, fragilidades e erros passem despercebidos é muito menor quando se tem apoio de uma ferramenta de controle automatizada.

Além desses pontos, existem outros que reforçam a importância da automação comercial no varejo. A seguir, destacamos alguns deles. Veja!

Reforço gerencial

A empresa que automatiza seus processos comerciais tem um potencial de acompanhamento das atividades e movimentações financeiras, muito maior do que se comparado àquelas que utilizam processos manuais.

Nesse sentido, as plataformas de automação comercial são a base para a implementação de políticas de segurança mais abrangentes, ágeis e eficientes. O reforço tecnológico garante ao varejo a capacidade de validar o grande volume de transações com que “é gerada” diariamente, adotando medidas extras de segurança, com o foco na prevenção e correção de ações fraudulentas.

Economia de tempo e recursos

Outro reflexo positivo da automação está ligado a eficiência com que os processos internos são conduzidos na rotina do negócio. Em muitos casos, como estamos falando de uma grande quantidade de vendas diárias no varejo, pode ser bastante difícil e oneroso validar todas as transações sem perder performance no PDV.

Esse tipo de problema, no entanto, é minimizado a partir da automação. A parametrização dos processos, somada a integração com outras instituições, como bancos e seguradoras, dá ao varejo mais suporte para conduzir suas transações de maneira segura e transparente.

Práticas que o varejista deve ter para reduzir o impacto das fraudes

Como vimos, as fraudes são uma realidade recorrente no varejo. Por isso, as empresas que atuam nesse segmento precisam estar atentas aos riscos envolvidos nas suas atividades para que possam adotar as medidas necessárias para controlá-los.

A prevenção, sem dúvida, é a maneira mais indicada se reduzir as fraudes e os danos que delas decorrem. Sabendo disso, adiante listamos algumas práticas que podem ajudar o varejista a minimizar o impacto de ações fraudulentas no seu negócio.

Treinar os colaboradores

É primordial que o varejista treine seus funcionários para adotar medidas específicas de segurança dentro da empresa. Ações de contingência são muito importantes, para que os colaboradores saibam o que fazer quando dados são expostos ou riscos são identificados.

Ter uma política de segurança clara ajuda bastante a minimizar os danos das ações criminosas, além de representar uma das formas mais econômicas de se reduzir esse tipo de incidente.

Contratar as pessoas certas

Embora a maior parte das fraudes sejam executadas por pessoas estranhas à empresa, não se pode negligenciar o fato de que os riscos internos também existem. Atualmente ainda é muito comum a ocorrência de perdas no varejo associadas à ação de colaboradores da loja.

Seja fornecendo informações privilegiadas a outras pessoas ou agindo diretamente, o risco interno existe. Por isso, como parte do processo de contratação, os varejistas precisam selecionar cuidadosamente seus funcionários. Executar verificações de antecedentes, entrevistas e avaliações cuidadosas de currículos são exemplos de medidas que podem ser adotadas.

Investir em um sistema de automação comercial

Como vimos ao longe deste post, a tecnologia é um dos caminhos mais indicados para reduzir a ocorrência das fraudes no varejo. O aprofundamento gerencial somado à grande capacidade de processar dados, sem dúvida, é que o varejista precisa para manter a integridade das suas atividades.

Nesse sentido, investir em um sistema de automação comercial robusto, pode ser o que sua empresa precisa para controlar melhor os dados das operações, dar mais agilidade ao processo de validação e implementar políticas de segurança a partir de:

  • utilização de banco de dados de clientes, os quais servem de suporte informativo para a liberação e ajuste de limite de crédito, bloqueio de vendas aos inadimplentes etc;
  • implementação de módulos de segurança para acesso de usuários ao sistema, inclusivo nos PDVs;
  • utilização de módulos financeiros no sistema, o que previne fraudes em tesouraria com o controle mais preciso de caixa, empréstimos, adiantamento de salários etc.

Conclusão

Por fim, como vimos, quando o objetivo da empresa é melhorar a gestão dos seus processos, aumentar a visibilidade sobre suas ações e identificar os riscos oriundos das transações, trabalhar com o apoio de um sistema de automação comercial é uma decisão bastante acertada. A tecnologia é a maneira mais prática, econômica e eficiente de se minimizar a ocorrência de fraudes e as perdas no varejo.

Gostou deste post? Quer trazer todas vantagens da automação comercial para dentro da sua empresa? A Lumi Software tem a solução ideal para a sua necessidade. Entre em contato conosco e conheça nossos diferenciais!

Quais as seções mais lucrativas de um supermercado?

Saber identificar com clareza quais são as seções mais lucrativas de um supermercado é fundamental para definir uma estratégia de vendas bem-sucedida e, assim, aumentar ainda mais as suas receitas.

De acordo com pesquisas, os hábitos do consumidor têm mudado bastante. Nos últimos anos, gastos extras, como comer em restaurantes, têm sido deixados de lado e há mais diversificação quanto aos locais e meios de compra. Por isso, os supermercados precisam se adaptar da melhor forma possível.

Sendo assim, neste artigo vamos conhecer as seções que possuem maior impacto na lucratividade de um supermercado e apresentar estratégias para aumentar ainda mais os ganhos do seu negócio.

Seções mais lucrativas de um supermercado

Açougue

O açougue é um dos setores com maior participação no faturamento do varejo de alimentos no último ano, de acordo com pesquisa anual realizada com empresas de alimentação.

O consumidor brasileiro está cada vez mais exigente quanto a questões de higiene, sendo assim, é fundamental que o local esteja limpo, as carnes frescas e os funcionários devidamente uniformizados, de modo a passar uma boa impressão e evitar contaminações.

Além disso, uma dica importante é investir em um atendimento eficaz e organizado. Em muitos estabelecimentos, devido à alta demanda, os clientes precisam esperar na fila para serem atendidos no açougue. Assim, vale investir em profissionais ágeis e em um espaço amplo e agradável, de modo a garantir uma experiência confortável.

Mercearia

A mercearia também está entre as seções mais lucrativas de um supermercado. Segundo a mesma pesquisa já citada, os itens dessa categoria também são muito procurados pelo consumidor, ocupando uma fatia em torno de 14% de um total de R$ 428,1 bilhões em 2016.

Não é para menos, já que é nessa seção que se encontram diversos itens básicos, tais como arroz, feijão, farinhas, sal, açúcar, enlatados, temperos prontos, café, molhos e muito mais.

Por ser uma categoria de importância, a organização é fundamental para que a mercearia seja bem-sucedida, os produtos precisam ser encontrados de maneira rápida e eficiente. O ideal é separá-los por subcategorias para facilitar a vida do consumidor.

Hortifrúti

Os consumidores brasileiros possuem o bom hábito de comprar produtos frescos, como folhas, frutas e verduras. É por esse motivo que a feira é tão popular no país, assim como a seção de hortifrúti dos supermercados.

Esse ambiente precisa de um cuidado especial na hora da comercialização, uma vez que esses alimentos devem passar pelo padrão de segurança alimentar exigido, garantindo que a manipulação ocorra de acordo com as melhores práticas.

Do ponto de vista do consumidor, é fundamental que os produtos disponibilizados estejam frescos e com boa aparência. Além disso, por ser um setor geralmente movimentado, é importante que o espaço de circulação seja adequado.

Padaria

A padaria é uma das seções que mais contribuem percentualmente para o aumento da margem bruta de lucro do supermercado. A fabricação própria permite a diversificação de produtos, sabores e versões, o que pode ser um grande diferencial para os clientes. Além disso, essa grande variedade permite oferecer produtos nas mais diversas faixas de preços, atraindo clientes de todas as faixas de renda.

A palavra de ordem aqui é a diversificação: em vez de se restringir ao tradicional pão francês, o ideal é ofertar uma série de produtos a mais, como pães doces, brioches, salgados, bolos e outros tipos de doces. Agregar uma lanchonete à padaria do supermercado faz com que essa seção se torne ainda mais vantajosa.

Dicas para aumentar a lucratividade do supermercado

Mesmo nas seções mais lucrativas de um supermercado é importante adotar algumas estratégias de modo a potencializar os seus ganhos, e assim, fazer com que a empresa cresça. Por isso, vamos apresentar agora algumas dicas essenciais para você agregar ao seu negócio:

Atente para o momento do check-out

Quem nunca passou pelo caixa do supermercado quando, de repente, sentiu uma vontade imediata de comer um chocolate? O momento da finalização das compras é decisivo para a lucratividade do estabelecimento. Sendo assim, nessa etapa, é importante investir em produtos atrativos e econômicos, que sejam de simples decisão para o cliente e, geralmente, de consumo rápido.

Alguns dos produtos que fazem maior sucesso no check-out são barrinhas de chocolate, balas, chicletes, bebidas geladas, salgadinhos e revistas. No entanto, outros serviços podem ser agregados ao seu check-out, como recarga de celulares, pagamento de faturas de cartão e venda de gás de cozinha. Essas soluções certamente contribuirão para aumentar a sua lucratividade.

Facilite ao máximo a escolha do cliente

Quanto mais fácil for o processo de escolha, maiores serão as chances de o cliente comprar. A ideia é integrar as diversas áreas do supermercado e oferecer soluções de consumo com base em rotinas. Produtos, como manteiga, requeijão e iogurtes podem ficar próximo à padaria, uma vez que todos são consumidos no café da manhã.

Posicione nas prateleiras de modo a orientar a compra do cliente. Marcas que oferecem margens maiores devem ser posicionadas na altura média dos olhos de um adulto — produtos com apelo infantil, por outro lado, devem estar dispostos em partes inferiores.

Todas essas pequenas atitudes facilitam a vida do consumidor e contribuem para melhorar ainda mais o desempenho das seções mais lucrativas de um supermercado.

Invista em promoções

Promoções são sempre atrativas para os clientes, portanto é importante traçar uma estratégia clara e que esteja na medida certa. Uma opção é definir dias específicos da semana para oferecer promoções em cada categoria, como a “quarta-feira do hortifrúti” e a “quinta-feira das carnes”. Desse modo, você estimula o cliente a visitar o estabelecimento em diversos dias da semana.

As promoções podem ser das mais variadas, como preços reduzidos, cupons de desconto, as tradicionais “compre um e leve dois”, a oferta de brindes na compra de determinados produtos ou de um valor mínimo, dentre outras. O importante é usar a criatividade e sempre avaliar os resultados obtidos.

Estimule a permanência dos clientes no local

Muitos donos de supermercado não dão o devido valor a esse aspecto, mas ele é importantíssimo. Os seus clientes devem ser estimulados a permanecer pelo maior tempo possível nas dependências do supermercado, afinal, quanto mais tempo eles ficarem, maiores as chances de comprar.

Para isso, os detalhes são importantes, como:

  • uma área de circulação confortável;
  • temperatura ambiente em um nível adequado;
  • música ambiente agradável e em um bom volume;
  • internet wi-fi para os clientes;
  • carrinhos de supermercado sempre disponíveis.

Invista na divulgação do supermercado

Para aumentar a lucratividade do seu supermercado é importante apostar na divulgação. Nesse sentido, cabe investir em mídias sociais, tais como o Facebook®  e o Instagram®, que possuem grande adesão e ótimo custo-benefício.

Para se destacar frente à concorrência, foque na divulgação dos seus diferenciais, assim como das promoções do momento. Dessa forma, você atrai os clientes pelos preços baixos e benefícios. Uma vez no estabelecimento, as chances de eles levarem produtos adicionais é altíssima.

Aposte na fidelização

O custo de conquistar novos consumidores é maior do que o necessário para mantê-los fiéis ao seu negócio, portanto uma excelente estratégia para aumentar a lucratividade é “fechar a porta dos fundos”, ou seja, manter os seus clientes sempre satisfeitos e voltando ao estabelecimento.

Uma estratégia muito comum nesse sentido é a do programa de pontos. Nela, cada compra realizada gera pontos para o consumidor, que poderá convertê-los em vale-compras em determinado momento. Além disso, oferecer promoções especiais para clientes frequentes também é uma excelente forma de mantê-los afastados da concorrência.

Conclusão

Pensar com cuidado em todas as seções de supermercado pode ser o grande diferencial da sua empresa. É importante focar nas seções mais lucrativas de um supermercado, mas não só nelas, afinal, mesmo aquelas que não apresentam desempenho tão relevante contribuem para o resultado financeiro da empresa.

Ebook: Guia de gestão da inovação: o que é e como aplicar em negócios do varejo?


Certamente um dos assuntos que mais vem ganhando destaque no universo corporativo atual é o valor da inovação. Tal fato, em grande medida, se deve a intensa competitividade que marca o mercado organizacional, fazendo surgir nas empresas uma demanda cada dia maior por diferenciais competitivos capazes de aumentar a sua atratividade e melhorar os resultados…

Para receber nosso material faça o download grátis clique aqui.

Comunicado NFC-e

Como já foi informado anteriormente o Layout 3.10 utilizado na emissão da NFC-e será DESATIVADO no dia 02 de outubro de 2018. 

Leiaute 4.00

O novo leiaute foi implementado para atender as novas especificações da SEFAZ (NT 2016/002 v1.51).

Para isso, é necessário que todo Sistema Operacional seja compatível com o protocolo de comunicação segura dos Web Service TLS 1.2 ou superior.

Não sendo mais possível o uso do protocolo de comunicação segura SSL v3.0.

Protocolo de comunicação segura TLS 1.2

A versão 4.00 dos Web Service requer o uso do TLS 1.2 como protocolo de comunicação segura, sendo necessário ter o .NET 4.5 ou superior no equipamento, o que pode resultar na necessidade de atualizar o Windows

 

.NET framework 4.5 ou superior

O .NET framework 4.5 ou superior é suportada a partir do Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 Service Pack 1

Usuários de Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 Service Pack 1 que não conseguirem estabelecer a conexão com TLS 1.2, devem fazer a atualização do Service Pack 2.

CEST

Passa a ser obrigatório para os produtos enquadrados no regime de Substituição tributária.  Vide a legislação do seu estado, pois pode variar de estado para estado.

Atualização

É obrigatório que as versões dos aplicativos estejam atualizadas na sequência e versões abaixo ou superiores:

Ordem
de Instalação
Aplicativo Versão
Sac Gerencial 2.7.28
SacCom 2.3
XML Connect 3.9
GuardaCom 14.4
Guarda 5.1
NFCeCom 6.0
NFC-e Lumi (Guardião) 1.98
PDVCom 5.32
PDVLumi 5.1.038

Gestão financeira: conheça os principais KPIs financeiros para sua empresa

Uma boa gestão financeira é responsável por garantir que o negócio seja lucrativo, rentável e que tenha sempre disponibilidade de recursos para seu bom funcionamento. Para uma boa gestão, entretanto, é preciso que haja controle sobre todos os fluxos de entrada e saída do departamento financeiro de uma empresa.

Os indicadores de desempenho são fundamentais para que os gestores possam acompanhar o resultado de suas operações. Veja, a seguir, alguns dos principais KPIs financeiros para sua empresa e saiba como usá-los!

Relatório de lucros e perdas

O indicador de lucros e perdas é um dos mais importantes, pois mostra, em forma de um relatório, quais foram as entradas e saídas do negócio, de modo a indicar sua saúde e lucratividade em geral.

Esse indicador utiliza todos os valores que entraram na empresa a partir das vendas e todos os custos associados a essas mesmas vendas. Os custos vão desde aqueles com a estrutura e produção até os gastos com salários, treinamentos e distribuição.

A partir dele, também é possível calcular margens de lucro, como a margem bruta e a líquida, e qual é o lucro líquido do negócio. Com esse último cálculo, inclusive, você pode avaliar se a precificação dos produtos ou serviços está correta.

Capital de giro

Conhecido também como “working capital, o capital de giro diz respeito à quantidade de recursos da qual sua empresa dispõe para pagar obrigações em curto prazo. É a medida de capital imediato que sua empresa possui para investir ou cumprir obrigações.

O cálculo do capital de giro é dado pela diminuição de todos os ativos circulantes, como contas a receber, estoque e fundo de caixa e os passivos circulantes, como contas a pagar e parcelas do financiamento.

Fazer um planejamento do capital de giro necessário para que sua empresa opere tranquilamente, pode garantir mais tranquilidade nas operações financeiras, garantir a entrega do produto/serviço no tempo esperado pelo cliente e evitar ônus relacionados à falta de recursos disponíveis para cumprimento de obrigações( ex: pagamento de juros por pagar boletos em atraso).

Índice de liquidez geral

Já o índice de liquidez geral está relacionado à capacidade que o seu negócio tem para cumprir com suas obrigações e pagar suas contas em dia. Basicamente, esse índice é calculado dividindo os recursos atuais pela necessidade de pagamento.

Se a sua empresa possui R$20.000,00, atualmente, e tem contas no valor de R$10.000,00, então o índice de liquidez geral é de 200%, o que significa que sua empresa tem dinheiro o suficiente para quitar as dívidas duas vezes. Quanto maior for esse índice, mais capaz de cumprir com as obrigações sua empresa será.

Em suma, o índice de liquidez indica quanto dinheiro uma empresa é capaz de gerar a curto prazo. Uma das utilidades desse indicador é a possibilidade de saber se a instituição conseguiria honrar com os compromissos e efetuar pagamentos de dívidas em curto prazo. Capital de giro e estoque são exemplos de ativos de alta liquidez.

Quando esse indicador está abaixo do recomendado, significa que a empresa está investindo em atividades de retorno em longo prazo mais do que deveria. Da mesma forma, quando esse indicador está muito alto, significa que o dinheiro está parado em algum lugar (estoques, caixa, etc.) e deveria estar sendo investido em outras atividades para trazer mais retorno financeiro.

Recebimentos

Esse indicador está muito ligado ao índice de liquidez geral, pois faz não somente o acompanhamento do faturamento, mas também entende quanto há para receber de fato. Isso porque faturamento não é garantia de recebimento.

Um exemplo comum é quando uma empresa vende produtos parcelados em muitas vezes e espera longo tempo pelo recebimento. Nesse exemplo, a empresa faturou, mas ainda não recebeu.

Para empresas que precisam de um fôlego financeiro, é interessante não conceder crédito com parcelamentos longos e, menos ainda, para clientes inadimplentes.

Ponto de equilíbrio

Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa faturar para emparelhar com o custo dos produtos e/ou serviços vendidos, as despesas fixas e as despesas variáveis (custos operacionais). No ponto de equilíbrio, a empresa não terá prejuízo, mas também não terá lucro.

Esse indicador diz, também, o ponto em que você passará a ter lucros, em vez de apenas pagar contas. A maioria dos empresários usa esse indicador para se motivar, pois, a partir daquele ponto, tudo que conseguirem faturar até o fim do mês fará a diferença para o crescimento da empresa.

Para algumas pessoas, esse é um cálculo difícil de fazer e até de entender. É por isso que ter ferramentas que dizem em tempo real quando você chegou ao ponto de equilíbrio é tão importante. Essa conta é especialmente complexa de fazer, uma vez que nos custos operacionais

também podem estar inclusos incidentes (como um equipamento quebrado). Nesse caso, mais uma vez, é importante ter um software pra te ajudar nessa conta e garantir apontamentos financeiros mais precisos.

Taxa de abandono de clientes

A taxa de abandono de clientes, por sua vez, diz respeito a quantos clientes compraram produtos ou contrataram serviços em sua empresa e, depois de um período, decidiram não mais fazer negócios com você. Essa taxa é calculada pela relação entre o número de clientes que abandonaram a empresa e o número total de clientes.

O objetivo do negócio deve ser manter essa taxa o mais baixo possível, pois esse indicador pode apontar a insatisfação dos consumidores.

Taxa de retenção de clientes

Você já deve ter ouvido falar que reter clientes é muito mais barato do que conquistar novos, certo? É por essa razão que a taxa de retenção é um KPI financeiro importante para o seu negócio — quanto maior ela for, menores serão os custos para garantir o lucro para o negócio.

Esse indicador é calculado por uma relação entre o número de clientes recorrentes e o número de clientes totais. Assim, quanto maior for essa taxa, mais fidelizados e satisfeitos são os clientes — e, por consequência, maiores são as chances de que eles indiquem sua empresa para outras pessoas.

Conclusão

Os principais KPIs financeiros para sua empresa incluem desde os indicadores de lucros e prejuízos, de capital de giro e o índice de liquidez total e vão até a taxa de abandono e retenção de clientes. Ao utilizá-los, fica mais fácil compreender a atuação e o impacto do seu negócio e agir de forma a maximizar os lucros sempre com uma boa gestão financeira.

Esperamos que este artigo possa ter ajudado a entender melhor o conceito dos KPIs financeiros. Os processos financeiros precisam ser os mais precisos e controlados possíveis, pois resumem todas as demais operações de uma empresa. A prática mais correta para fazer o acompanhamento de todos esses indicadores é contar com a ajuda da tecnologia. Aliás, mais do que ajudar, ela pode fazer 100% desses controles.

Você pode contar com a ajuda de ferramentas gratuitas, como Google Analytics, ou caso entenda que precisa de ferramentas mais específicas para sua empresa, procure especialistas como a LUMI SOFTWARE para ajudar. Entre em contato conosco e saiba como podemos fazer isso.

Um dia para avançar no varejo

No dia 03 de outubro realizaremos o LUMI DAY.

Nosso evento contará com a seguinte programação a partir das 19:00 às 22:00.

19:00 Abertura do Evento
André Sousa – Revenda BA
 
19:10 Apresentação Grupo Lumi
Rodrigo Vidal
19:30 Apresentação SOCIN
Túlio Candiani
19:50 Coffee Break
20:10 Apresentação Capital+
20:40 Cases de Sucesso
21:10 Perguntas e Respostas
21:30 Sorteios
22:00 Encerramento

Os palestrantes atuam em diversas regiões do país e serão trazidos pela LUMI para oferecer aos clientes informações que vão colaborar com o crescimento das vendas e uma melhor gestão de suas empresas.

O evento será oferecido para 100 convidados e contará também com um delicioso coffee-break.

Para participar basta clicar aqui.

Data: 03/10
Horário: 19h00 às 22h00
Local:  Bahia Othon Palace Hotel – Salão Pelourinho A – Salvador/BA. 

Como a automação auxilia na escalabilidade do negócio?

Dado o cenário empresarial atual, em que cada vez mais a tecnologia se torna um elemento estruturante das organizações, é praticamente impossível falar em escalabilidade do negócio sem citar todo o potencial que a automação, digitalização de processos e outras soluções tecnológicas representam para tornar a empresa escalável e mais competitiva.

É certo que o sucesso empresarial não ocorre do dia para a noite. No entanto, ações estratégicas e inteligentes são necessárias desde o início, visando o crescimento do negócio e a sua representatividade no mercado. Afinal, em um cenário tão competitivo, é preciso tomar as decisões certas para que as coisas aconteçam.

Por isso, pensando em ajudá-lo nesse aspecto, preparamos este post para mostrar como a automação pode ser a estratégia ideal para garantir a escalabilidade do negócio, preparando-o desde logo para o sucesso. Acompanhe!

Escalabilidade do negócio: o que isso significa?

Podemos definir escalabilidade como a capacidade que um negócio tem de aumentar a sua atuação, seja vendendo ou produzindo mais, sem que essa expansão nas atividades represente o aumento nos seus custos operacionais.

Em outras palavras, é o poder que a empresa tem de crescer e aumentar seu faturamento, sem que isso implique crescimento proporcional nos custos.

A partir daí, fica simples entender por que a escalabilidade é um objetivo compartilhado por todos os tipos de empresas. Afinal, essa é a forma mais estratégica de aumentar a competitividade do negócio conciliando eficientemente os custos.

Como a tecnologia pode reforçar a escalabilidade do negócio?

Existem diferentes pontos em que a tecnologia pode contribuir para a escalabilidade de um empreendimento. O fato é que o seu grande potencial de otimização, modernizando processos e dando uma roupagem mais eficiente para as atividades diárias, traz uma série de vantagens.

Nesse sentido, softwares de automação são inovações altamente estratégicas para a melhoria da escalabilidade do negócio. Isso porque essa ferramenta dinamiza e otimiza processos importantes da rotina da empresa, como a gestão dos custos, pessoal, além de oferecer um suporte informativo mais robusto para a tomada de decisão, a partir de dados e estatísticas concretos da organização.

Em razão disso, os seguintes pontos surgem como reflexos positivos:

Redução de custos e inovação

Nesse caso, a tecnologia é essencial para a otimização de processos internos. A exemplo, podemos citar:

  • gestão e administração dos negócios, a partir da substituição de processos manuais, lentos e burocráticos por alternativas automatizadas, mais baratas e eficientes;
  • integração de diferentes modelos de negócio, como é caso das lojas físicas integradas ao varejo online.

Essa modernização dos processos também reduz a demanda sobre a mão de obra, já que diferentes atividades são automatizadas, o que torna a operação da empresa mais enxuta e econômica, além de ser mais fácil de aumentar a sua atuação, já que passa a não depender do aumento proporcional de colaboradores.

Atuação mais estratégica e baseada em dados

A tecnologia também é uma aliada das empresas no que tange à tomada de decisão estratégica. Com o reforço gerencial trazido por softwares e sistemas integrados, gestores e líderes tem muito mais visibilidade sobre a operação da empresa, podendo se apoiar em dados precisos para conduzir e decidir sobre as mudanças e novos investimentos.

Esse é um ponto de extrema relevância, sobretudo quando se objetiva a escalabilidade. Afinal, ter pleno conhecimento sobre a empresa e seu funcionamento ajuda a identificar pontos de atenção, nos quais é necessário intervir e melhorar para escalar os negócios.

Automação e escalabilidade do negócio são termos praticamente complementares no mercado atual. A possibilidade de melhorar os processos da empresa a partir da modernização e recursos de automação é a chave para o crescimento estratégico, já que os negócios modernos estão mais alinhados com os padrões do mercado e podem aproveitar melhor as oportunidades de crescimento, a exemplo do e-commerce.

Então, gostou deste post e quer saber como tornar a sua empresa mais escalável e competitiva? Podemos ajudá-lo! Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!