Conheça as 3 principais funções de um sistema de supermercado

Um sistema de supermercado pode se integrar a diversos equipamentos periféricos, como balanças e impressoras; pode ser acessado via tablet; consegue se conectar com outros serviços, como o de proteção ao crédito (SERASA) ou de programas de fidelidade e pontuação de compras (DOTZ). Essa tecnologia possui funcionalidades capazes de melhorar a experiência do cliente e atender aos anseios de otimizar seu orçamento e ser atendido de forma ágil, conforme constatou a PwC.

Aliás, o estudo Total Retail 2017 apontou que 55% dos consumidores entrevistados dizem comprar ao menos uma vez por mês em lojas físicas e o mesmo percentual indica que também fazem pedidos online usando um PC. Para os especialistas consultados, se os varejistas investissem em outros formatos de loja, como showrooms, bem como na experiência omnichannel, o percentual de visitas às lojas físicas seria maior.

Quer descobrir como um sistema de supermercado pode apoiar no aumento de visitantes ao seu estabelecimento, na fidelização de clientes e na melhoria da experiência de compra? Então continue lendo e confira quais são as principais funções dessa tecnologia e como ela auxilia essas ações!

1. Gestão de estoque eficiente

Um dos principais atributos que contribuem para a satisfação e boa experiência de compra para 80%  dos consumidores é a capacidade de verificar rapidamente o estoque em outra loja da rede ou online.  Contudo, apenas 57% dos clientes se dizem satisfeitos ao avaliar essa característica das lojas físicas.

Por isso, um bom sistema de supermercado deve possibilitar que a equipe de atendimento consulte o estoque da loja ou da rede e informe para o cliente se determinado produto está disponível.

Além disso, uma boa gestão de estoque reduz a necessidade de empenhar o capital de giro do supermercado na aquisição de produtos com pouca demanda. A ferramenta pode apoiar, por exemplo, para a definição de um estoque máximo, impedindo que uma quantidade superior à delimitada seja comprada antes que os itens sejam efetivamente vendidos.

Ela também apoiaria na definição do estoque mínimo ou ponto de ressuprimento quando a empresa deve enviar uma ordem de compra aos seus fornecedores para evitar o desabastecimento de sua loja.

2. Cadastro descomplicado de clientes

Coletar dados de clientes, atualizá-los ou consultá-los durante a passagem das compras pelo caixa é uma tarefa quase impossível de ser realizada, pois pode gerar filas, demora no atendimento e insatisfações nos consumidores.

No entanto, um bom sistema de supermercado automatiza a coleta de informações básicas, como os dados atrelados ao CPF do consumidor, cria um cadastro para aquela pessoa e possibilita mapear todas as suas interações com a rede de lojas. Isso auxilia criar campanhas personalizadas  para o perfil de cada cliente e, com isso, aumentar o faturamento da loja.

3. Administração de parcerias e fornecedores

Parcerias com fornecedores pode ajudar sua empresa a vender mais sem precisar investir em estoque. É o caso da utilização de estoque consignado, por exemplo. Nesse caso, os itens podem ficar em sua loja ou em poder do fornecedor e você só pagaria quando ocorresse uma venda.

O problema dessa estratégia é que ela obriga a administração de um estoque de terceiro. Ou seja, você precisa saber se os itens ainda estão disponíveis antes de vender maiores quantidades.

Um bom sistema de supermercado permite a integração com outros softwares e facilita a administração de estoques, programas de fidelidade e emissão de cupons promocionais para outras lojas, por exemplo.

Conclusão

O sistema de supermercado deve otimizar a relação do cliente com a loja, reforçar a facilidade de comprar naquela rede e favorecer a fidelização, aumento de vendas e faturamento do estabelecimento, conforme foi apontado pela PwC. Por isso, avalie se a tecnologia usada em seu estabelecimento executa essas funções e verifique se não é tempo de mudar para atender aos anseios de seus clientes.

Se quiser aprofundar seus conhecimentos sobre inovações para o varejo, leia o relatório Total Retail 2017, ele apresenta várias dicas e pontua algumas mudanças no perfil dos compradores que devem ser consideradas.

Agora que você sabe quais são as principais funções de um sistema de supermercado, entre em contato com a Lumi Software e conheça todas as funcionalidades e vantagens em usar nossa tecnologia em seu estabelecimento!

Quais as aplicações do sistema de PDV no controle financeiro?

Um sistema de PDV (ponto de venda) é um software específico para a comercialização dos produtos de sua loja, permitindo um melhor gerenciamento do fluxo de entrada e saída de itens do seu estabelecimento, bem como realiza, de forma automatizada, a emissão de notas fiscais.

Ele permite um melhor controle financeiro, administrar de forma eficiente o estoque da sua loja, o controle de alíquotas fiscais e o cadastro de fornecedores.

Confira as principais funcionalidades de um sistema de PDV e veja os benefícios que pode oferecer para sua organização.

Integração com bancos

O sistema é integrado diretamente com os bancos nos quais há o registro das contas da loja. Assim, toda entrada e saída de dinheiro é registrada via automação, permitindo que você agilize pagamento de contas, reduzindo o tempo gasto com essa tarefa ao longo das rotinas. Além disso, garante uma maior precisão e eficiência nesses processos, já que minimiza as chances de erros.

Controle de estoque

Um sistema de PDV também pode ser utilizado para realizar o controle de estoque, verificando quantos produtos de cada item estão disponíveis no local, reduzindo a necessidade de conferências no local de armazenamento, já que, quando a nova venda é registrada, já é dada a baixa automaticamente.

O sistema pode se reportar o setor de compras para realizar o contato com os fornecedores e adquirir os produtos que estão próximos a terminar. Isso é importante para evitar que falte determinado item em sua loja, principalmente aqueles que tem uma maior saída.

Contabilidade das vendas em tempo real

O sistema registra instantaneamente a movimentação da loja em tempo real, gerando a contabilidade de entrada e saída de produtos. Com isso, você tem, sem necessidade de conferência documento a documento, o registro dos valores de fluxo de caixa automaticamente, diminuindo o tempo de realização dessa tarefa.

Emissão de notas fiscais

Uma das funções fundamentais de um sistema de PDV é a emissão de notas fiscais de forma automatizada, facilitando sua gestão. O próprio software realiza a emissão no sistema próprio da Receita Federal, gerando a NFC-e. É possível até mesmo encaminhá-la imediatamente para o cliente no ato da compra por e-mail.

Fluxo de caixa automático

O sistema registra a compra dos insumos, pagamento de contas, movimentações financeiras e transações bancárias e, a entrada de capital por meio de cada uma das vendas. Com isso, você tem dimensão do seu fluxo de caixa em tempo real, bem como realizar o acompanhamento mensal por meio de relatórios elaborados pelo sistema.

Conclusão

Como você pode perceber, todas as aplicações são bastante úteis e auxiliam em uma melhor gestão do seu ponto de venda, conseguindo alavancar resultados e aumentando os lucros no registro das informações.

Para se aprofundar no assunto e entender mais sobre processos capazes de impulsionar o ponto de venda, leia o livro “Merchandising no Ponto de Venda“, de Regina Blessa. A obra traz um panorama prático que auxiliará no sucesso do negócio.

Confira nosso e-book sobre como funciona a conciliação bancária no segmento de supermercado e tire suas dúvidas sobre o assunto.

NF-e 4.0: o que é e quais suas vantagens para a gestão do varejo?

Já sabemos da importância da nota fiscal como ferramenta de formalização das movimentações comerciais de produtos e serviços, assim como de retenção e cobrança de impostos sobre cada transação. As alterações realizadas pelo Fisco para aprimorar o documento resultaram no modelo NF-e 4.0.

A nota fiscal é o que garante ao consumidor o direito de reclamação contra defeitos de fábrica ou mau funcionamento, culminando em reivindicação de devolução ou troca. Serve também para controle fiscal e contábil, favorecendo a análise da saúde financeira da empresa.

Com o passar do tempo, o documento, antes confeccionado em papel, sofreu alterações, até chegar à versão atual, cujo uso passou a ser obrigatório recentemente. Quer saber mais sobre a implementação da NF-e 4.0 e como ela beneficia a gestão varejista? Então continue a leitura para conferir!

O que é a NF-e 4.0?

A NF-e 4.0 é o modelo atualizado da NF-e que, gerada em XML, é validada juridicamente pela assinatura digital do emissor. Esse é o modelo atual em substituição à NF-e 3.10, que já entrou em desuso. É transmitida pela internet e, além de ter aumentado o poder de fiscalização para evitar a sonegação fiscal e os riscos de erros processuais realizados à mão, promoveu readequação no sistema de gestão.

O novo modelo da nota fiscal eletrônica foi criado em 2017, mas a obrigatoriedade de uso ocorreu somente em 2 de agosto de 2018, quando a Secretaria da Fazenda (Sefaz) passou a recusar definitivamente qualquer outro documento que não apresente o layout NF-e 4.0.

Como ela funciona no varejo?

Nas lojas varejistas, as vendas de mercadorias exigem emissão de documento fiscal que comprove a autenticidade tanto da saída do produto quanto da entrada do dinheiro no caixa, com as devidas retenções fiscais no meio do processo.

Vender qualquer produto sem emissão fiscal acarreta em penalidades do Fisco com apontamento de infração grave por sonegação de impostos e venda ilegal. A NF-e resguarda o varejista e também o consumidor.

Quais são as mudanças previstas com a chegada desse modelo?

As alterações impostas ao layout da NF-e 4.0 são basicamente técnicas, com o objetivo de atender aos critérios de aprimoramento dos sistemas de controle e fiscalização dos tributos recolhidos ao final de um período — garantindo, assim, que o recolhimento integral de imposto seja realizado em tempo hábil.

As mudanças mais expressivas para o varejo na nova versão são aquelas que interferem no preenchimento rotineiro e carecem de atenção dos profissionais envolvidos durante a sua emissão. Conheça os detalhes de cada uma delas e como funcionam dentro do processo de emissão!

Adoção do protocolo TLS 1.2

O novo protocolo substitui o padrão de comunicação SSL, a fim de oferecer maior segurança para as empresas na comunicação de dados. Essa é uma linguagem técnica que os profissionais da tecnologia da informação entendem bem e acompanham de perto.

Fundo de Combate à Pobreza (FCP)

Para a empresa que tenha qualquer vínculo — de aplicação ou venda de produtos — junto ao FCP, as informações foram desassociadas do valor correspondente ao percentual do ICMS — portanto, os cálculos deverão ser realizados separadamente. Será necessário também reconfigurar a natureza das operações para adequar ao novo layout.

Indicador de pagamento

Os dados de pagamentos passam a ser informados no novo modelo NF-e 4.0. A forma de pagamento — cartão de crédito ou débito, dinheiro, cheque — deve constar no campo indicador, compondo o grupo de informações de pagamento. Já os valores correspondentes ao troco são, agora, obrigatórios.

Modalidade de frete

Se a empresa utiliza um meio de transporte próprio, terá que atentar para as novas regras de operação, pois as modalidades de frete — 0 para remetente e 1 para destinatário — sofreram alterações e passam a ser descritas da seguinte forma:

  • 0 — Remetente;
  • 0 — Contratação do frete sob a responsabilidade do remetente (CIF);
  • 3 — Transporte próprio sob a responsabilidade do remetente;
  • 1 — Destinatário;
  • 1 — Contratação do frete sob a responsabilidade do destinatário (FOB);
  • 4 — Transporte próprio sob a responsabilidade do destinatário.

Rastreabilidade do produto

Produtos com lotes controlados e que apresentarem algum tipo de regulação sanitária deverão ser informados para permitir que sejam rastreados em alguma necessidade emergencial. Alguns desses produtos são águas envasadas, embalagens, defensivos agrícolas, itens veterinários, bebidas, odontológicos e medicamentos.

Medicamentos

Para um melhor controle da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), há um campo específico para o código do órgão.

Combustível

Informações sobre a composição do gás de cozinha (GLP — Gás Liquefeito de Petróleo) serão necessárias para acompanhamento e controle da comercialização.

Grupo Total da NF-e

Em caso de mercadoria devolvida pelos estabelecimentos que não contribuem com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), há um campo em que deve ser informado o valor correspondente ao total de impostos.

Indicador de presença

Para casos em que houver a prática de vendas externas, consideradas ambulantes, o preenchimento deverá constar como opção 5, indicado no campo como Operação presencial fora do estabelecimento.

Essas são as principais mudanças que você deve acompanhar e conferir se estão sendo praticadas pela sua empresa para evitar transtornos e surpresas em relação aos procedimentos fiscais.

A utilização da NF-e, independentemente do modelo em vigência e da obrigatoriedade imposta pelo Fisco, traz diversas vantagens significativas. Destacam-se:

  • economia de papel e gastos com impressão;
  • controle e minimização da ocorrência de erros;
  • redução dos riscos de fraude;
  • realocação de mão de obra para outras atividades;
  • armazenamento de documentos reduzido.

Conclusão

Toda boa gestão está intimamente ligada à capacidade de controle das atividades que envolvem as principais áreas da empresa financeira, fiscal, vendas, contabilidade, recursos humanos, compras e tecnologia da informação garantindo que os processos interligados tenham um desempenho transparente e eficiente.

Um sistema de gestão pode auxiliar na parametrização dos principais serviços, centralização e atualização das informações e emissão das NF-e 4.0, minimizando as possibilidades de falhas decorrentes do trabalho manual, que têm grande impacto fiscal quando detectadas fora do prazo.

Para ampliar ainda mais seus conhecimentos sobre o tema, recomendamos o Manual da Nota Fiscal Eletrônica, que traz um histórico sobre o desenvolvimento da tributação, a descrição do projeto-piloto e uma série de anexos com modelos apropriados à operacionalização do sistema, buscando consolidar o que há de mais atualizado e recente no âmbito da emissão fiscal.

Se você se interessou pelo texto, pelas novas mudanças na NF-e 4.0 e pelos impactos que elas podem causar no varejo, aproveite para entender se vale a pena o investimento em automação comercial e tenha sucesso nas suas tomadas de decisão!

Gostou deste post? Aproveite e entre em contato conosco. Nós, da Lumi Software, temos um portfólio de ferramentas bastante variado que certamente suprirá as demandas do seu varejo. Não deixe de conferir!

Quais os principais gargalos de PDV?

Já imaginou atrair um visitante para a sua loja, despertar sua atenção para um produto, favorecer que ele escolha alguns itens e, depois de tudo isso, ver ele abandonar as compras quando já estava disposto a pagar por elas? A desistência quase sempre é o resultado de gargalos de PDV.

Os gargalos de PDV são obstáculos percebidos pelo cliente que impedem uma compra ou a realização de algum processo. Por exemplo, filas e lentidão no pagamento, falta de informações sobre preços de produtos e ações promocionais, ausência de um item na prateleira, entre outros.

Boa parte desses entraves são ocasionados pelo uso de tecnologia pouco adequada ao PDV e às suas necessidades. Outra parte dos gargalos são criados pela falta de apoio à tomada de decisão que sistemas simplórios de frente de caixa acabam ocasionando. A escassez de relatórios é um bom exemplo de como eles interferem nas decisões estratégicas.

Abaixo listamos alguns gargalos de PDV e explicamos alguns meios de evitá-los. Continue lendo e confira!

Demora para efetuar o pagamento

As filas são um dos principais motivos para as pessoas desistirem de uma compra. O tempo gasto entre o fim da escolha do produto e o momento do pagamento é interpretado como um aborrecimento para o consumidor. Essa é uma das razões mais fortes para um percentual das compras do varejo ter migrado para o e-commerce, segundo a pesquisa Webshoppers.

A demora no processamento da compra pode ser causada por três fatores: lentidão do sistema do PDV; demora para a liberação de parcelamento caso o cliente queira usar o crediário e poucos terminais disponíveis para executar a venda.

Todas essas causas estão relacionadas, de alguma forma, ao sistema de gestão do PDV. Mais atendentes podem representar mais máquinas e maiores custos com licenciamento, ou o sistema é incapaz de fazer uma análise rápida contra fraudes, por exemplo.

Portanto, a solução é buscar uma boa tecnologia capaz de integrar, simplificar e agilizar todos os processos relacionados com a finalização de uma compra. Assim, o varejista ganha mais tempo para se dedicar ao cliente e o consumidor fica com uma excelente impressão da loja.

Reposição de produtos ineficaz

Nem sempre o problema de reposição é causado por poucas pessoas destinadas a essa função. Muitas vezes os itens em estoque acabam são armazenados de forma incorreta, dificultando o acesso ou a ciência sobre sua existência; ou o responsável pela reposição acaba priorizando outro produto e se esquece de dar atenção àquele que está faltando.

A tecnologia pode apoiar essa operação. Ela será a responsável por indicar quantas mercadorias ainda estão em estoque, alertar sobre a diminuição de determinado produto e atualizar constantemente, e em tempo real, o volume de itens disponíveis.

Desta forma ela automatiza boa parte dos processos e facilita a tarefa de todos os envolvidos com essa atividade, ao funcionar como uma fonte segura sobre o estoque da empresa.

Informações desatualizadas e descontinuados

Não só as informações sobre os itens em estoque são importantes, aquelas que dizem respeito aos fornecedores e aos clientes também são essenciais para melhorar o fluxo do PDV. Manter todos os dados atualizados é um desafio, caso sejam usados diversos sistemas na operação.

Por exemplo, se um software é usado para gerenciar o estoque, outro para executar as compras e cadastro de fornecedores e outro para registrar as informações dos clientes, provavelmente as integrações entre os sistemas falharão e comprometerão a frente de loja ou causará lentidão nas operações.

Por isso, prefira um sistema integrado que reúna todas as funcionalidades em uma plataforma. Além de simplificar a gestão, ajudará a reduzir problemas com fornecedores de TI e a manter um contato mais próximo com o parceiro que dá suporte da tecnologia.

Equipe pouco preparada para apoiar o cliente

Auxiliar o processo de compra e seleção de produtos é fundamental para alguns segmentos do varejo. No entanto, a equipe pode se sentir insegura para falar de um produto ou ação promocional, caso não esteja treinada e não conte com uma ferramenta de apoio.

O software voltado ao PDV pode ajudar a simplificar o treinamento e acesso a essas informações. Por exemplo, os atendentes podem ser instruídos sobre como usar um tablet ou smartphone para consultar o estoque, informações sobre o produto e regulamento de promoções.

Além dessas ações, capacitar os repositores, promotores e todos os envolvidos com a rotina do negócio também ajuda a reduzir os gargalos, filas e esperas por parte do cliente. Por exemplo, todos devem ser capazes de indicar em qual seção a pessoa pode encontrar determinado item ou saber a dinâmica das promoções para não informar equivocadamente o consumidor.

Certamente, ao adotar boas tecnologias e capacitar sua equipe, a qualidade do atendimento será elevada e a satisfação do cliente com sua marca também!

Relatórios gerenciais defasados

A maior dificuldade dos gestores é tomar decisões embasadas em dados confiáveis e atualizados. Esse obstáculo cria gargalos de PDV ao não oferecer insights e indicadores que diagnostiquem o que está acontecendo no cotidiano da loja. Muitos gestores usam o faturamento para detectar potenciais problemas, mas depois precisam investir horas de suas atividades para encontrar um gargalo em específico.

Uma tecnologia integrada de gestão do PDV oferece métricas confiáveis e sempre atualizadas, diminuindo o tempo entre a detecção, diagnóstico e tomada de decisão para eliminar os gargalos de PDV, por exemplo.

Conclusão

A função de um bom sistema de gestão é apoiar as rotinas, facilitar o acesso às informações estratégicas, gerar insights para reduzir ou eliminar os gargalos de PDV. Sem o apoio de um bom sistema as tarefas de atrair, despertar o interesse, apoiar e vender se tornam bem mais complexas que o necessário, podendo afetar o faturamento e o lucro dos varejistas.

Para se aprofundar mais no assunto, o livro “Gestão do Ponto de Venda“, de Maurício Galhardo e Adir Ribeiro é uma boa leitura complementar. Isso porque a obra discorre sobre a gestão do PDV no viés de Vendas, Pessoal e Finanças e traz a vivência de franqueados de sucesso.

A tecnologia pode eliminar ou criar gargalos de PDV. Contudo, nem mesmo um bom sistema de gestão é capaz de apoiar processos empresariais mal estruturados. Se quiser saber como criar e otimizar os processos em sua loja, confira nosso “Guia prático: otimize processos da sua empresa de varejo” e acabe com os obstáculos para o sucesso do seu negócio.

5 ações para aumentar as vendas de final de ano no supermercado

As vendas de final de ano são potencializadas tradicionalmente pelo 13º Salário e pelo clima de comemoração entre as pessoas e famílias. Em 2018, a previsão da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é de que haja um crescimento nominal de vendas de 10,27% sobre o mesmo período do ano passado. Já o aumento de faturamento em reais chegará a 1,93%.

Em um ano marcado pela crise dos caminhoneiros, indefinições políticas no primeiro semestre e polarização eleitoral no segundo, a entrada de R$ 211,2 bilhões na economia estimulará os supermercados a aumentarem suas vendas nos últimos dias do calendário.

Mas será que seu estabelecimento está pronto para atrair, convencer e vender para esses clientes? Quer descobrir 5 ações básicas para não perder oportunidades de vendas de final de ano? Então continue lendo e confira!

1. Crie um plano promocional

O plano promocional é um documento que reúne todas as informações sobre as ações que serão realizadas em determinado período. Alguns itens são indispensáveis em sua formulação, como:

  • metas a serem atingidas;
  • produtos a serem ofertados;
  • mecanismos de promoção;
  • parceiros e fornecedores envolvidos;
  • responsáveis e suas atribuições;
  • possíveis pesquisas e dados usados na tomada de decisão.

O plano pode ser usado para convencer fornecedores sobre o potencial sucesso de uma campanha e sobre seu real impacto nas vendas de final de ano. Ele pode determinar, por exemplo, vários níveis percentuais de redução de preços praticados pelo parceiro, caso o supermercado comercialize determinadas quantidades de um produto.

2. Avalie os produtos a serem ofertados

Alguns produtos como pernil, panetone, peru, frutas e vinhos importados funcionam como verdadeiros ímãs de compradores. Outros, como taças, assadeiras, brinquedos e bebidas nacionais, são ótimos complementos a qualquer compra. Por fim, existem aqueles itens que costumam “encalhar”, ficando parados no estoque.

As vendas de final de ano são bons momentos para analisar os diversos perfis de produtos e montar uma estratégia de oferta casada, em que a pessoa compra uma quantidade de um item e recebe desconto ou ganha outro.

Por isso, avalie quais produtos possuem familiaridade ou seriam interessantes para os clientes de sua loja. Dessa forma, você evita que haja encalhe ao final do ano e o consumidor reaja ao estímulo da oportunidade, mesmo que incida e aumento dos gastos.

3. Conte com um bom sistema de gestão

Um bom sistema de gestão deve acompanhar a rotina do supermercado durante todo o ano. No entanto, no momento do planejamento, análise de vendas, acompanhamento de ações e do nível de estoque, esse software torna-se ainda mais relevante.

Logo, avalie se seu sistema está preparado para dar as informações dos passos anteriores e, caso não esteja, procure uma solução tecnológica para apoiar todos os processos de seu supermercado.

4. Elabore as ações promocionais

As ações promocionais começam com o enfeite da loja com itens decorativos de final de ano e vão até as promoções propriamente ditas. Listamos algumas ideias de ações, mas elas devem ser adaptadas para a realidade de seu supermercado:

Cupom de desconto

Reduzir o preço de produtos é a ação promocional mais básica que existe. A ideia aqui é oferecer cupons de desconto caso a pessoa realize uma ação desejada pela loja. Por exemplo, se ela compartilhar um item usando suas redes sociais, se ela comprar um produto com pouca saída, ou, ainda, se comprar em grande quantidade.

Seu estabelecimento também pode trocar itens, ao invés de dar descontos. Isso é comum nas campanhas de refrigerantes. As pessoas trocam as tampinhas e acrescentam um valor a mais para conseguir um item colecionável. No caso do seu supermercado, ela pode atingir determinado valor de compra para ganhar itens relacionados às festas de final de ano, por exemplo.

Voucher de experiência

Essa ideia é como a do cupom. Contudo, em vez de itens colecionáveis ou redução de preços, o seu supermercado fará parcerias com o comércio local e oferecerá a possibilidade da pessoa consumir algum produto ou serviço da região. Por exemplo, em compras acima de R$ 200,00, a pessoa ganharia uma sessão de massagem ou esmaltaria as mãos.

Alguns parceiros ofertarão os serviços e experiências sem cobrar, outros exigirão uma compensação financeira. Faça os cálculos e avalie qual o valor mínimo das compras seria necessário para o seu supermercado não ficar com prejuízo, estimulando, como benefício, uma experiência com valor superestimado, e que dê uma percepção negativa.

Gincana no interior da loja

As manhãs do Natal e Ano Novo costumam ser bem sossegadas na maioria dos supermercados. Para reverter essa situação, ofereça uma gincana que envolva crianças e seus pais. Uma caça ao tesouro, com brindes interessantes, será o suficiente para provocar uma movimentação na loja.

Para receber os ingressos da gincana, exija determinado valor de compras ou estimule a aquisição de alguns produtos em específico. Por exemplo, apenas os produtos com o selo “Caça ao tesouro” fazem parte da promoção e a pessoa precisa comprar determinada quantidade para receber o ingresso.

5. Utilize a internet para divulgar

Atualmente, os brasileiros passam, em média, 9 horas por dia navegando na internet, segundo pesquisa da ESET. As redes sociais ficam com 3,5 horas desse tempo e foram capazes de redefinir o debate eleitoral, conforme aponta o relatório 2018 Global Digital. Ou seja, se você quer atrair mais pessoas e vender mais, então está na hora de utilizar a internet para disseminar as promoções e informações sobre sua loja.

Sua equipe poderia usar o Facebook, por exemplo, para oferecer cupons de descontos especiais para quem curta uma postagem ou envie mensagens via WhatsApp, indicando uma página de inscrição para um sorteio com bons brindes e prêmios.

O efeito viral das redes sociais ajudará seu supermercado a divulgar sua marca a um baixo custo e criará uma maneira de se relacionar com os clientes, não só para fomentar as vendas de final de ano, mas as promoções do ano todo!

Conclusão

As vendas de final de ano são a última oportunidade para os supermercados aumentarem suas receitas, baterem ou se aproximarem da meta de faturamento de 2018 e reduzir o estoque de produtos para iniciar o próximo ano. Ainda assim, apenas 18% dos empresários acreditam que haverá um aumento de vendas comparado a 2017, segundo a Abras.

Por isso, aproveite a falta de otimismo dos concorrentes, adote as ações aqui mencionadas e se prepare para cativar os clientes e aumentar suas vendas de final de ano!

Sugerimos a leitura do livro “Marketing de guerrilha para leigos” de Patrick Garrigan e Jonathan Margolis, e obtenha ainda mais inspiração para as ações promocionais e para superar seus concorrentes durante as vendas de final de ano e após elas.

Você acredita que essas 5 ações serão capazes de aumentas suas vendas de final de ano? Então compartilhe este texto em suas redes sociais e marque seus colaboradores para que eles também se motivem e pensem em como colocar em prática essas dicas!

4 tendências e aplicações da tecnologia no varejo

O tradicional processo de compra em supermercados era representado por três atitudes básicas: estímulo, prateleira e experiência, conforme o estudo ZMOT, apresentado pelo Google. Algumas vezes a experiência se tornava um estímulo, como na oferta de degustação ou amostra grátis de algum produto. Contudo, esse processo foi sepultado com as mudanças proporcionadas pelo uso de tecnologia no varejo e na vida das pessoas, em geral.

Até abril deste ano, havia 306 milhões de smartphones ativos no Brasil. O número é superior à quantidade de habitantes do nosso país, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo“. Como isso está relacionado ao varejo? Se considerarmos que 79% dos consumidores usam um smartphone para apoiar suas compras ou que 70% das pessoas afirmam ler ou assistir vídeos sobre produtos antes de escolher algum, conforme estudo do Google, então está clara a conexão.

Neste artigo, você conhecerá 4 tendências e entenderá como a tecnologia no varejo será fundamental para manter sua marca significativa e em crescimento. Também verá que o papel da TI será de protagonismo nesse novo cenário. Confira!

1. Experiência do consumidor

A experiência do consumidor é definida com a percepção sobre todos os itens que afetam a memória, sentimentos e raciocínio durante uma compra. Tudo o que interfere e serve de motivação ou desestímulo na interação com o PDV pode ser traduzido por esse conceito.

Por isso, a principal tendência dos próximos anos é investir em inovações para melhorar a experiência do cliente. Segundo a consultoria Gartner, 50% das empresas direcionarão seus esforços para aperfeiçoar esse quesito. A Dimension Data, por sua vez, apurou que 84% das empresas que otimizam a experiência do cliente aumentam suas receitas.

2. Chatbots

Chatbots são robôs que simulam um diálogo humano usando um sistema conversacional. Eles podem sugerir produtos em promoção, explicar características de um item, indicar a classificação dada por outros comprados e, com isso, ajudar as pessoas a tomarem as melhores decisões de compras.

Eles são uma tendência, pois 47% das pessoas usariam um chatbot para obter uma resposta instantânea das empresas e 20% das organizações já consideram substituir seus aplicativos por essa tecnologia. No entanto, sem uma integração com o sistema de gestão do PDV essa tecnologia falhará por não ser omnichannel, como veremos a seguir.

3. Omnichannel

Poder interagir, encomendar, comprar e resolver qualquer problema usando um ou todos os canais onde a empresa está presente é o desejo de 90% dos consumidores. Contudo, 87% das pessoas  acreditam que as marcas deveriam se esforçar mais para oferecer uma experiência perfeita. Ou seja, os clientes ainda sentem que faltam investimentos nesta área.

A estratégia omnichannel é uma tendência de uso da tecnologia no varejo irreversível. Por isso, a utilização de sistemas integrados será indispensável para registrar, consultar e agilizar qualquer interação das pessoas com a marca, seja em lojas físicas ou nos meios digitais.

4. Internet of Things (IoT)

A tradicional forma de melhorar a experiência do consumidor no PDV está usando pesquisas de satisfação. Com a IoT — Internet das Coisas, em português —, esse cenário mudará. Os sensores coletarão informações sobre como, quando e com que frequência os consumidores visitam um PDV e como utilizam aquilo que compraram. Por isso, essa tecnologia é considerada como uma fonte de revolução do varejo, segundo a Forbes.

Conclusão

A adoção das tendências de tecnologia do varejo determinará o sucesso ou o fracasso dos supermercados e varejistas no futuro próximo. Para isso elas precisarão ser integradas a bons sistemas de gestão e garantir uma melhor experiência de compra. Por isso, procure parceiros de TI capazes de apoiar suas estratégias e oferecer os melhores softwares de gestão.

Se você quiser aprofundar o tema sobre as mudanças no comportamento do consumidor que ditam as novas tendências da tecnologia no varejo, então leia o e-book publicado pelo Google “ZMOT: conquistando o momento zero da verdade”.

Quer adotar as principais tendências de tecnologia no varejo de forma integrada, testada e segura? Então entre em contato com os especialistas da Lumi Software e confira como nosso sistema de gestão do PDV está conectado às mudanças em TI, ao comportamento do consumidor e à administração do supermercado. Basta acessar nossa página Fale Conosco!

Blockchain: qual seu impacto na segurança de dados no varejo?

Uma das maiores dificuldades encontradas ao administrar os sistemas de uma rede varejista é aliar agilidade e segurança nos pontos de venda. O Blockchain, uma das tecnologias disruptivas mais comentadas do momento, traz soluções interessantes para essa questão.

Ele surgiu na década passada e já está sendo utilizada em implementações de sistemas para melhoria da gestão dos processos empresariais e garantia de segurança dos dados. Mesmo que tenha surgido inicialmente associado ao Bitcoin, o conceito se expandiu e invadiu diversas áreas.

Hoje, já está sendo proposto para garantia de melhor confiabilidade de informações e melhoria de gestão dos processos internos. Neste artigo, você aprenderá um pouco mais sobre o Blockchain no varejo. Não deixe de ler!

O que é Blockchain?

Essa é uma tecnologia que surgiu para transformar fenômenos e processos.

Em 2008, com a ascensão do Bitcoin, fazia-se necessária uma forma segura e consistente de validar as transações digitais. Diante disso, o modelo do Blockchain, que constitui uma “corrente de blocos”, como o nome sugere, com controle descentralizado sobre as operações financeiras.

Quando duas pessoas negociam digitalmente, elas iniciam um processo. Esse processo passa por diversos computadores para ser validado e, então, ser incluído em uma cadeia de blocos. Dessa forma, é possível garantir que regras sejam respeitadas. Assim, também é possível que uma transação financeira seja feita sem intermediários, como bancos ou instituições financeiras.

Como Alex Tapscott e Don Tapscott explicam no livro Blockchain Revolution, essa tecnologia “nos permite enviar dinheiro de forma direta e com segurança, sem passar por banco ou empresa de cartão de crédito”. Os Tapscott também explicam que o Blockchain é como um código-fonte aberto: qualquer um pode alterar e gerenciar gratuitamente. Para aprofundar seus conhecimentos, esse livro é uma opção de leitura adicional.

Essa tecnologia absorveu muitos dos princípios que caracterizavam a própria internet no início: descentralização, universalidade, falta de discriminação e dependência de consenso. Por isso, alguns autores, como Daniel Drescher, já dizem que a evolução da rede mundial dos computadores pode ser entendida como um modelo para a futura evolução do Blockchain. Aliás, Blockchain básico: Uma introdução não técnica em 25 passos, do Daniel Drescher, também é uma boa dica de leitura.

Como o Blockchain pode ser usado no varejo e quais as vantagens?

O conceito e o paradigma que essa tecnologia envolve podem ser implementados em diversas outras áreas, inclusive no varejo. A ideia é a seguinte: um grande banco de dados não centralizado, no qual os envolvidos disponibilizam informações, têm acesso a elas e as validam.

Segurança

A principal vantagem é a segurança. Os blocos são protegidos por criptografia e não podem ser apagados, esse grande banco de dados ganha uma proteção mais robusta por conta dos códigos especiais.

Como no varejo as empresas precisam se comunicar com muitas outras em uma cadeia de processos, a segurança consegue garantir que todos os envolvidos sejam conhecidos e que os dados estejam disponíveis somente para quem for de interesse.

Consenso

Todos os participantes de uma corrente precisam validar uma transação para que ela seja oficialmente validada, o consenso de todos é o principal requisito. No varejo, isso também fortalece a transparência e facilita a negociação entre companhias parceiras, bem como permite a visualização das responsabilidades divididas entre os atores do processo.

Confiança do cliente

A possibilidade de aumento da transparência nos processos ajuda a aumentar a confiança do cliente nas operações da empresa. Afinal, ele acompanha de perto tudo o que está acontecendo.

Com a possibilidade do Food Tracking, rastreio dos alimentos em todas as etapas de produção, por exemplo, uma das principais consequências é a garantia de confiança do cliente. A possibilidade de o cliente acessar as etapas e conferir a qualidade do que é vendido favorece a fidelização dos consumidores.

Agilidade nas operações

Pensando em transações financeiras, é fácil perceber como essa tecnologia aumentará a agilidade, já que sua implantação dispensa a ação de intermediários controladores.

Além de permitir transações financeiras mais rápidas e menos burocráticas, o Blockchain auxilia na gestão e administração das companhias, gerando mais conhecimento, o que aumenta a agilidade das operações internas. A padronização das atividades também impulsiona a velocidade.

Com esse modelo, o gestor consegue tomar decisões rápidas e em tempo real, eliminando possíveis gargalos decorrentes de incidentes inesperados. Por exemplo, se um produto for adulterado em alguma das etapas, ele é substituído antes que cause problemas para as fases subsequentes ou chegue ao consumidor com defeito. Ou seja, a tomada de decisões pode ser feita com mais confiança e com base em informações seguras.

Como o Blockchain funciona na prática?

Existem quatro tipos de Blockchain:

  • público: qualquer pessoa pode participar do consenso;
  • consórcio: o processo de consenso é controlado por um grupo, e o direito de participar pode ser público ou restrito;
  • privado: uma empresa controla o acesso e o uso das informações;
  • semi-privado: o acesso é controlado por uma empresa e pode ser concedido a qualquer um que cumpra os requisitos estabelecidos.

No início de uma transação, vários computadores, passam a participar do processo para validar a operação. A validação se dá por meio de cálculos matemáticos de um código de criptografia chamado “hash”, que interliga os blocos. Os nós computam isso e são recompensados em Bitcoins.

Depois que é validada, essa operação é armazenada em um “livro”, com todos os blocos em ordem cronológica e com códigos de segurança. A confiabilidade das informações se dá porque cada bloco possui um hash próprio e o hash do anterior.

Conclusão

Blockchain não é um conceito fechado, e sim, um termo que define uma forma de validar transações. Por isso, pode ser implementado em bancos de dados e até mesmo em planilhas eletrônicas, desde que sejam respeitadas as regras de criptografia e a comunicação entre os envolvidos.

Essa tecnologia é uma das mais relevantes dos nossos tempos e já está protagonizando diversas aplicações e iniciativas em diversos setores diferentes para garantir melhor administração de informações, transparência, economia de tempo e segurança.

O Blockchain é um conceito importante que deve ser considerado por empresas que buscam melhorias nos seus processos. Agora que você já sabe mais sobre essa tecnologia e seus benefícios, entre em contato conosco para conhecer uma ferramenta que vai ajudá-lo a conseguir algumas das vantagens citadas na gestão do varejo.

Como escolher o software de gestão financeira com 7 critérios no varejo

Usar um bom software de gestão financeira é decisivo para a sobrevivência de empresas atuantes no setor varejista. No entanto, poucos administradores de negócios conhecem critérios essenciais para avaliar um sistema de gestão antes de contratá-lo.

Se você também tem dúvidas sobre a necessidade de investir em um bom sistema de gestão financeira e quer conhecer 7 critérios para não errar na seleção, continue lendo este post e descubra!

Qual a importância de um software de gestão financeira?

Segundo o SEBRAE, empresas que tendem a sobreviver no mercado utilizam tecnologias atualizadas e específicas para seu segmento de atuação, fazem um controle rigoroso de receitas e despesas, calculam detalhadamente os custos dos produtos, além de buscarem fornecedores baseando-se na qualidade e nos preços oferecidos.

Todos os critérios mencionados pelas empresas pesquisadas estão de alguma forma, relacionados ao uso de um software de gestão financeira. Essa tecnologia apoia a rotina de lojas e estabelecimentos varejistas ao reunir funcionalidades, como:

  • gestão de produtos;
  • gestão de estoque;
  • gestão de clientes;
  • controle de fraudes;
  • gestão comercial;
  • gestão financeira;
  • gestão fiscal.

Seu funcionamento é bem simples e com os dados coletados no momento da aquisição de mercadorias, recebimento e venda dos produtos, boa parte dos processos gerenciais é executada automaticamente e sem a intervenção humana.

Por exemplo, ao digitar o CPF do cliente, o sistema já emite a nota fiscal da compra, registra a movimentação financeira, faz a baixa dos itens comprados no estoque, abre ou atualiza o cadastro do cliente com o registro daquela venda e cria estatísticas sobre os produtos ofertados e vendidos pelo estabelecimento. O sistema realiza diversas operações com a simples informação de quem comprou e do que foi vendido.

Contudo, se o gestor errar na escolha do software de gestão financeira, então boa parte dessas automatizações será perdida, o processo de coleta de dados será complexo e, ao menos, parte das informações ficará desatualizada. Isso resultará em mais obstáculos para tomar melhores decisões estratégicas e simplificar as rotinas operacionais.

Para ajudá-lo na seleção de uma boa ferramenta, listamos, abaixo, 7 critérios que precisam ser observados.

O que avaliar no momento da escolha de um software de gestão financeira para o varejo?

1. Adequação ao segmento de mercado

O varejo tem algumas peculiaridades que outros setores da economia ignoram. Por exemplo, fazer gestão de estoque e de produtos é algo específico dos varejistas, enquanto ter uma boa gestão financeira e de colaboradores é um aspecto compartilhado com empresas de serviços.

Por isso, avalie se o software de gestão financeira extrapola as funcionalidades da área administrativa e integra todos os departamentos do estabelecimento. Quanto mais áreas forem atendidas por um mesmo programa, menor será a necessidade de atualizar ou integrar diversos sistemas para obter informações úteis. Isso simplificará o dia a dia e a diferenciação estratégica de sua empresa.

2. Usabilidade do sistema frente de caixa

Quantos cliques ou minutos são necessários para inserir as informações, gerar o cupom fiscal e despedir-se do cliente uma vez que ele chega ao caixa? Em média, quantos clientes um atendente conseguiria apoiar durante uma hora de seu trabalho? As informações que aparecem na tela do dispositivo são claras e simples de serem interpretadas pelos usuários?

Responder a essas 3 perguntas é fundamental para evitar gargalos na rotina ou diversas horas de treinamento dos colaboradores. Você deve pedir uma demonstração do sistema para avaliar sua interface de uso e questionar sobre como alguns processos são realizados no software.

O tempo investido numa avaliação meticulosa durante o processo de seleção e avaliação do sistema garantirá poucas ou nenhuma surpresa durante a implantação e utilização da ferramenta de gestão no dia a dia da loja.

4. Projeto de implantação

O projeto de implantação deve contemplar a instalação do software, a primeira carga de informações sobre o estabelecimento, a integração dos periféricos e o treinamento dos usuários.

Portanto, avalie qual modelo é o melhor para sua loja e negocie com o fornecedor a forma de executar essa fase essencial da adoção de um novo sistema de gestão financeira.

5. Reputação da empresa que o oferta

O fornecedor do software de gestão se tornará um parceiro do seu negócio. Ele será o responsável por adequar o sistema às mudanças exigidas pela legislação, adicionar recursos úteis, propor inovações na utilização da ferramenta, armazenar dados de seus clientes e empresa, além de manter as integrações com sistemas do governo ou de terceiros.

6. Suporte à rotina do estabelecimento

O suporte dado pelo fornecedor aos colaboradores de sua empresa também deve ser avaliado. Algumas perguntas devem ser feitas nessa etapa:

  • O horário do suporte é compatível com o expediente de sua loja?
  • Os canais de interação com o fornecedor são fáceis de serem usados?
  • A equipe de suporte entende dos processos do varejo e conseguiria apoiar seus colaboradores com base no conhecimento sobre a tecnologia deles?
  • O tempo médio de resolução dos chamados atenderia sua empresa?

O suporte é algo extremamente importante na resolução de problemas e falhas do software, no esclarecimento de dúvidas dos atendentes e na rotina da sua empresa. Procure um parceiro confiável para apoiar suas rotinas de trabalho.

7. Referência de clientes

Conhecer diversas histórias de sucesso na utilização do software de gestão financeira ofertado pelo fornecedor ajudará sua empresa a materializar os possíveis ganhos de performance que ela terá ao adotar aquele sistema.

Por isso, peça para ler os casos de sucesso, para falar com clientes referências resultados obtiveram após a adoção do sistema. Também pergunte sobre qual a avaliação do cliente quanto aos itens mencionados neste post.

Conclusão

O software de gestão financeira pode determinar a sobrevivência ou a falência de um estabelecimento. Pode apoiar a estratégia ou comprometer a rotina dos colaboradores, facilitar a interação com os clientes ou facilitar a coleta de dados gerenciais no dia a dia da empresa. Logo, invista seu tempo em uma avaliação criteriosa sobre seu próximo sistema.

Se quiser aprofundar seus estudos sobre o segmento varejista, sugerimos a leitura do livro: Administração do Varejo, de Fauze Najib Mattar.

Você já conhece quais são os 7 critérios básicos para avaliar um software de gestão financeira para sua loja, então, que tal utilizá-los agora mesmo para conhecer os sistemas oferecidos pela Lumi? Basta acessar nossa página de Fale Conosco para receber um contato de nossos especialistas.

Transformação digital como potencial de escalabilidade no varejo: saiba aqui

Transformação digital é a nova forma de conciliar tecnologia, processos e pessoas para adequar as lojas e as empresas em geral ao ritmo cada vez mais frenético de mudanças no comportamento do consumidor.

Mais que uma tendência ligada ao segmento de TI (Tecnologia da Informação), a transformação digital deve ser considerada como uma alteração na cultura empresarial, que usa a tecnologia para acelerar processos, aumentar a eficiência operacional e reduzir os custos do varejo.

Quer descobrir 4 aspectos da transformação digital, que combina processos, pessoas e tecnologias disruptivas para dar escalabilidade ao varejo? Então continue lendo nosso artigo!

Transformação digital sem fronteiras

Um dos primeiros segmentos a adotar a transformação digital foi o de serviços financeiros. Para os bancos, essa nova cultura representou o fechamento de diversas agências bancárias, a diminuição na demanda por serviços presenciais e o aumento das solicitações online e a qualquer hora do dia nos seus canais de atendimento.

Para o varejo, no entanto, a transformação digital seguirá outro caminho. Segundo o estudo “Disruption and Innovation in Latin American Retail”, 90% das vendas do varejo ocorrem em lojas físicas e a tendência é que esse número não diminua nos próximos anos. Ou seja, a localização geográfica de uma marca, ainda contará muito para o seu sucesso.

A tecnologia ajudará as empresas a adotarem, definitivamente, a estratégia omnichannel. Nela, o cliente escolherá o que quiser (online, um showroom ou uma loja física) e retirará o item em algum outro local, sem maiores complicações.

Para 75% das pessoas, ter uma experiência uniforme e personalizada com as marcas, seja pessoalmente, nas redes sociais, site da empresa ou por telefone é algo indispensável na sua relação com os varejistas, segundo um levantamento realizado pela Salesforce. Contudo, 87% dos entrevistados em outra pesquisa realizada pela Zendesk afirmaram que as empresas ainda precisam se esforçar muito para alcançar uma experiência omnichannel perfeita.

Por outro lado, a transformação digital também tende a eliminar as barreiras geográficas de relacionamento com fornecedores. Ferramentas de Business Intelligence indicarão, por exemplo, quando é vantajoso comprar de um parceiro brasileiro ou de um fornecedor asiático, africano ou europeu. Com isso, a transformação digital pode minimizar a limitações de atuação das marcas, seja no relacionamento com fornecedores ou com seus clientes.

O varejo adaptado ao comportamento do consumidor 4.0

Você sabia que 60% das pessoas pesquisam na internet quais lojas oferecem os itens que elas desejam comprar antes de visitá-las? Também sabia que 20% dos clientes só falam com um vendedor quando já decidiram o que e como gostariam de comprar um item?

Esses dados apresentados pela Hubspot mostram que o comportamento do consumidor mudou. Ele procura por mais informações sobre o produto, seu processo de fabricação e os valores incentivados por quem o comercializa.

Philip Kotler, em seu livro “Marketing 4.0”, indica que o alinhamento entre valores pessoais e as marcas, bem como a digitalização das experiências de compra e consumo serão os fatores que determinarão o sucesso ou o fracasso das empresas no mercado.

Atendimento instantâneo

Um dos maiores desafios do varejo é oferecer um atendimento satisfatório para os clientes e melhorar a experiência de compra, seja na loja ou na internet. Manter uma equipe com profundo conhecimento sobre os produtos ofertados pela loja, disponível sempre que o cliente precisar e apta para realizar um atendimento pós-venda não é uma tarefa simples e de baixo custo.

A transformação digital pode apoiar o varejo a encontrar boas alternativas para o atendimento pré e pós-venda. Por exemplo, usando chatbots, é possível atender inúmeros clientes de forma simultânea, durante 24 horas, sem contratar mais pessoas ou investir no treinamento da equipe.

Esses assistentes virtuais, baseados em inteligência artificial, podem ser ativados por voz ou texto e estabelecem um diálogo profundo com as pessoas. Eles podem elucidar dúvidas, consultar preços, fazer recomendações com base no histórico de compra da pessoa ou comparar produtos. Também podem ajudar com o suporte aos consumidores de um produto, fortalecendo a experiência com a marca do varejista.

Você deve estar se perguntando se os clientes estão dispostos a usar esse tipo de tecnologia. A resposta foi dada pelo “State of Chatbots Report – 2018“, um estudo em que 37% dos entrevistados disseram estarem dispostos a usar um chatbot para obterem informação rápida durante uma emergência.

Desses entrevistados, 35% afirmam que usariam assistentes virtuais para fazerem uma reclamação ou relatarem um problema e outros 35% também consultariam para obterem respostas detalhadas e completas. Outro levantamento realizado pela Hubspot mostra que 57% das pessoas usariam um chatbot por causa de sua instantaneidade em atender suas dúvidas e solicitações.

Conhecimento do cliente

Um bom sistema de ponto de venda (PDV) é capaz de coletar informações sobre seus clientes.  Esses dados são úteis na hora de elaborar promoções, criar campanhas de vendas e marketing e estabelecer estratégias de fidelização de clientes como um clube de promoções.

Contudo, se você pudesse combinar dados internos de seus sistemas com informações coletadas nas redes sociais e na internet, então seria possível antecipar tendências, prever o fim da procura por produtos sazonais ou monitorar melhor a concorrência. Isso já é possível ao utilizar o Big Data combinado com a Inteligência Artificial.

Com essas informações, sua loja entenderá o motivo pelo qual os clientes compram determinada mercadoria, poderá alterar aspectos da venda e escalar a quantidade de itens vendidos.

Conclusão

A transformação digital não é um movimento de substituição de pessoas pela tecnologia. Também não pode ser vista como uma simples tendência de usar mais dispositivos e sistemas na gestão e operacionalização do varejo. O que ela propõe é uma mudança na cultura empresarial, que visa alinhar a necessidade das pessoas à forma como as empresas realizam seus negócios.

Em nosso país, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), 63% das empresas já utilizam alguma estratégia de digitalização ou transformação digital nos seus negócios. A razão para isso é a possibilidade de adotar novas práticas empresariais que combinam pessoas, processos e tecnologias e garantem a escalabilidade das operações a um custo reduzido.

Após conhecer os dados, conceitos e exemplos de adoção da transformação digital, você acredita que sua loja está pronta para essa nova realidade? Quer ver mais dicas que ajudarão você a vencer a concorrência nesse novo cenário? Então, assine nossa newsletter e receba nossas atualizações na sua caixa de e-mail!

POS e TEF: qual a diferença entre as tecnologias?

Com a implementação de recursos tecnológicos nos estabelecimentos comerciais, a gestão financeira e os processos cotidianos se tornaram muito mais ágeis, práticos e seguros, não é verdade?

Graças às tecnologias de pagamento, o consumidor não precisa andar com dinheiro em espécie e pode realizar pagamentos em máquinas de cartão apenas portando seus cartões de crédito e débito. Mas será que toda “maquininha” de cartão é igual? Continue a leitura para conferir as diferenças entre as tecnologias POS e TEF!

O que são as tecnologias POS e TEF

POS

É uma tecnologia popularmente conhecida como “maquininha de cartão portátil”, ou seja, é aquele aparelho utilizado para receber pagamentos em estabelecimentos comerciais como restaurantes, postos de gasolina, lojas, entre outros.

O equipamento pode ser fornecido tanto por agências bancárias como por redes adquirentes específicas. Por sua versatilidade, é muito comum nos depararmos com inúmeros pequenos empreendimentos que implementaram a POS em seu comércio.

TEF

POS e TEF são normalmente confundidas por usuários leigos, já que têm certas “semelhanças”. Também conhecida como Transferência Eletrônica de Fundos, TEF também consiste em uma tecnologia de “maquininha de cartão” em que o cliente insere a senha para realizar o pagamento, mas a grande diferença é que geralmente ela é fixada ao caixa.

Por isso, é muito comum nos depararmos com essa tecnologia em estabelecimentos como supermercados, farmácias e lojas do setor varejista com grande volume de vendas no cartão — normalmente superior a R$ 30 mil por mês, já que é mais fácil fazer o controle das vendas.

Diferenças entre POS e TEF

A POS funciona somente com associação a uma rede como Cielo, Getnet, Stone, entre outras. O estabelecimento fica restrito a aceitar somente cartões de sua fornecedora. A comunicação funciona com uma rede de celular ou linha discada, não dependendo de infraestrutura física para funcionar. A própria máquina é responsável pela impressão do recibo e, quando necessário, o adquirente pode ser acionado para consertar ou substituir o aparelho.

Já a comunicação que a TEF utiliza para capturar as transações é realizada via internet ou links dedicados, necessitando de uma estrutura física para funcionar, normalmente instalada no próprio caixa do estabelecimento comercial.

Vale ressaltar que a TEF é multiadquirente, ou seja, aceita uma grande variedade de bandeiras de cartões. Além disso, caso apresente algum problema, a empresa pode acionar o fornecedor do aparelho ou uma assistência técnica especializada para realizar reparos.

Vantagens do POS e TEF

POS

  • mensalidade atrativa: varia, em média, de  R$ 79 a R$ 119, quando a loja consegue operar apenas com uma máquina;
  • fácil de utilizar: sistema intuitivo, facilitando o manuseio até para leigos;
  • totalmente móvel: pode ser enviada até mesmo à casa do cliente;
  • dispensa automação comercial: não necessita de uma sistema ERP com pinpad integrado e conexão fixa.

TEF

  • aceita diversas bandeiras de cartão de crédito e débito;
  • custo-benefício: pode ter várias máquinas implementadas ao comércio e a mensalidade de R$ 180 (em média) tem o preço diluído;
  • versátil: comprovantes podem ser acessados pelo sistema.

Desvantagens do POS e TEF

POS

  • mono-adquirente: funciona somente se estiver conectado a uma única rede adquirente;
  • limitado: não aceita variações de bandeiras regionais, obrigando o lojista a contratar uma POS para cada rede;
  • complexo: é necessário guardar todos os recibos e comprovantes referentes às transações e somá-los no final do dia.

Por fim, ele não pode ser integrado a um ERP de automação, o que pode gerar divergências na conciliação de vendas, já que os valores registrados no caixa podem ser diferentes dos processados pela máquina de cartão, dificultando o controle financeiro da empresa.

TEF

  • sistema fixo: não permite mobilidade e a máquina precisa estar fixa a um local físico;
  • pode exigir a contratação de vários fornecedores — softwares de TEF, assistência técnica, pinpad, entre outros —, embora existam empresas que fornecem soluções integradas.

Para finalizar as principais diferenças entre POS e TEF, vale mencionar que a tecnologia TEF precisa que o estabelecimento conte com uma conexão fixa à internet para funcionar.

Agora que você já conhece as principais diferenças entre as tecnologias POS e TEF, assine a nossa newsletter para se manter atualizado sobre todos os conteúdos que postamos no blog!