Grupo Vivendas inaugura atacarejo em Santa Maria

Com importante atuação no Distrito Federal e Entorno a rede Vivendas abriu uma unidade especializada em atacado e varejo em Santa Maria. É o 1º atacado de autosserviço do grupo, que hoje conta com 11 supermercados distribuídos no Gama (4), Valparaíso – GO (2), Pedregal – GO, Recanto das Emas, além de mais três, também em Santa Maria.

Vivendas      

O Vivendas Atacado e Varejo chama a atenção de todos que passam pela região sul da cidade. Na primeira meia-hora de operação da loja, o acesso foi bem disputado e, ao entrar, o pé-direito alto e a boa largura dos corredores transmitem uma agradável sensação de espaço. Outra percepção importante é a de oportunidade, haja vista que há preços distintos para compras por atacado e varejo. Não se trata de um fato novo, mas a estratégia atende originalmente ao anseio dominante no consumidor final e em pequenos varejistas locais, pois sugestiona preço baixo e qualidade de produtos.

As soluções em automação da Lumi Software, voltadas supermercados e atacados e a fusão deles – os chamados “atacarejos” – têm, a cada momento, colaborado com o aumento do desempenho dos nossos clientes e parceiros. Na verdade, em um contexto competitivo e de crescimento dos negócios, a Lumi tem orgulho de ter se aprimorado e olhado com coragem a uma perspectiva apontada pela “estrada” mercado. Detemos a tecnologia de vanguarda de automação comercial para operações de autosserviço porque acreditamos no potencial de crescimento dos nossos clientes e em nosso desenvolvimento técnico.

                    

 

 

Família Big Box Cresce Com a Chegada de Mais uma Loja

A Rede de Supermercados Big Box inaugura mais uma operação, agora na 508 Sul. Uma loja bem localizada, compacta, com um mix de produtos de alto valor agregado, além de seções voltadas para o “cliente gourmet”, que prepara o menu e a bebida, e gosta de receber amigos e familiares em casa. Na frente de loja, 11 checkouts com tecnologia de ponta e o sistema de automação Lumi Gerencial em operação.

      

A trajetória de sucesso e ousadia comercial é cada vez mais predominante quando falamos de uma empresa que nasceu há 29 anos, se desenvolveu e que se consolida como um dos grupos varejistas de vanguarda no Distrito Federal. A Lumi Software tem a honra de participar dessa história desde 2007, com o mesmo afinco e dedicação de quando ainda eram sete operações.

Com o foco sempre no resultado e no crescimento do cliente, a tecnologia implementada na 16ª loja da rede é a versão mais avançada do nosso sistema de gestão: o Lumi Gerencial (antigo SAC Gerencial). Implementado em todas as lojas Big Box, o software de automação do varejo dispõe de um mix completo em soluções, que vão de “A” a “Z”, em gestão comercial.

Dada a sua maturidade, a Big Trans S/A (conglomerado que reúne as operações de alimentos Big Box e Ultra Box) é fonte de inspiração do programa Sucesso do Consumidor a ser implementado em toda a carteira de clientes da Lumi Software em 2019. Em linhas gerais, o Customer Success (Sucesso do Consumidor, em inglês) propõe a implementação de novas etapas de desenvolvimento tecnológico, voltadas para complementação da cesta de produtos já utilizados, além da implantação de novas soluções, com baixo impacto no investimento. O objetivo desse esforço é o aumento da escala de resultados e melhoria da performance operacional do varejista.

 

                    

 

 

5 ações para aumentar as vendas de final de ano no supermercado

As vendas de final de ano são potencializadas tradicionalmente pelo 13º Salário e pelo clima de comemoração entre as pessoas e famílias. Em 2018, a previsão da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é de que haja um crescimento nominal de vendas de 10,27% sobre o mesmo período do ano passado. Já o aumento de faturamento em reais chegará a 1,93%.

Em um ano marcado pela crise dos caminhoneiros, indefinições políticas no primeiro semestre e polarização eleitoral no segundo, a entrada de R$ 211,2 bilhões na economia estimulará os supermercados a aumentarem suas vendas nos últimos dias do calendário.

Mas será que seu estabelecimento está pronto para atrair, convencer e vender para esses clientes? Quer descobrir 5 ações básicas para não perder oportunidades de vendas de final de ano? Então continue lendo e confira!

1. Crie um plano promocional

O plano promocional é um documento que reúne todas as informações sobre as ações que serão realizadas em determinado período. Alguns itens são indispensáveis em sua formulação, como:

  • metas a serem atingidas;
  • produtos a serem ofertados;
  • mecanismos de promoção;
  • parceiros e fornecedores envolvidos;
  • responsáveis e suas atribuições;
  • possíveis pesquisas e dados usados na tomada de decisão.

O plano pode ser usado para convencer fornecedores sobre o potencial sucesso de uma campanha e sobre seu real impacto nas vendas de final de ano. Ele pode determinar, por exemplo, vários níveis percentuais de redução de preços praticados pelo parceiro, caso o supermercado comercialize determinadas quantidades de um produto.

2. Avalie os produtos a serem ofertados

Alguns produtos como pernil, panetone, peru, frutas e vinhos importados funcionam como verdadeiros ímãs de compradores. Outros, como taças, assadeiras, brinquedos e bebidas nacionais, são ótimos complementos a qualquer compra. Por fim, existem aqueles itens que costumam “encalhar”, ficando parados no estoque.

As vendas de final de ano são bons momentos para analisar os diversos perfis de produtos e montar uma estratégia de oferta casada, em que a pessoa compra uma quantidade de um item e recebe desconto ou ganha outro.

Por isso, avalie quais produtos possuem familiaridade ou seriam interessantes para os clientes de sua loja. Dessa forma, você evita que haja encalhe ao final do ano e o consumidor reaja ao estímulo da oportunidade, mesmo que incida e aumento dos gastos.

3. Conte com um bom sistema de gestão

Um bom sistema de gestão deve acompanhar a rotina do supermercado durante todo o ano. No entanto, no momento do planejamento, análise de vendas, acompanhamento de ações e do nível de estoque, esse software torna-se ainda mais relevante.

Logo, avalie se seu sistema está preparado para dar as informações dos passos anteriores e, caso não esteja, procure uma solução tecnológica para apoiar todos os processos de seu supermercado.

4. Elabore as ações promocionais

As ações promocionais começam com o enfeite da loja com itens decorativos de final de ano e vão até as promoções propriamente ditas. Listamos algumas ideias de ações, mas elas devem ser adaptadas para a realidade de seu supermercado:

Cupom de desconto

Reduzir o preço de produtos é a ação promocional mais básica que existe. A ideia aqui é oferecer cupons de desconto caso a pessoa realize uma ação desejada pela loja. Por exemplo, se ela compartilhar um item usando suas redes sociais, se ela comprar um produto com pouca saída, ou, ainda, se comprar em grande quantidade.

Seu estabelecimento também pode trocar itens, ao invés de dar descontos. Isso é comum nas campanhas de refrigerantes. As pessoas trocam as tampinhas e acrescentam um valor a mais para conseguir um item colecionável. No caso do seu supermercado, ela pode atingir determinado valor de compra para ganhar itens relacionados às festas de final de ano, por exemplo.

Voucher de experiência

Essa ideia é como a do cupom. Contudo, em vez de itens colecionáveis ou redução de preços, o seu supermercado fará parcerias com o comércio local e oferecerá a possibilidade da pessoa consumir algum produto ou serviço da região. Por exemplo, em compras acima de R$ 200,00, a pessoa ganharia uma sessão de massagem ou esmaltaria as mãos.

Alguns parceiros ofertarão os serviços e experiências sem cobrar, outros exigirão uma compensação financeira. Faça os cálculos e avalie qual o valor mínimo das compras seria necessário para o seu supermercado não ficar com prejuízo, estimulando, como benefício, uma experiência com valor superestimado, e que dê uma percepção negativa.

Gincana no interior da loja

As manhãs do Natal e Ano Novo costumam ser bem sossegadas na maioria dos supermercados. Para reverter essa situação, ofereça uma gincana que envolva crianças e seus pais. Uma caça ao tesouro, com brindes interessantes, será o suficiente para provocar uma movimentação na loja.

Para receber os ingressos da gincana, exija determinado valor de compras ou estimule a aquisição de alguns produtos em específico. Por exemplo, apenas os produtos com o selo “Caça ao tesouro” fazem parte da promoção e a pessoa precisa comprar determinada quantidade para receber o ingresso.

5. Utilize a internet para divulgar

Atualmente, os brasileiros passam, em média, 9 horas por dia navegando na internet, segundo pesquisa da ESET. As redes sociais ficam com 3,5 horas desse tempo e foram capazes de redefinir o debate eleitoral, conforme aponta o relatório 2018 Global Digital. Ou seja, se você quer atrair mais pessoas e vender mais, então está na hora de utilizar a internet para disseminar as promoções e informações sobre sua loja.

Sua equipe poderia usar o Facebook, por exemplo, para oferecer cupons de descontos especiais para quem curta uma postagem ou envie mensagens via WhatsApp, indicando uma página de inscrição para um sorteio com bons brindes e prêmios.

O efeito viral das redes sociais ajudará seu supermercado a divulgar sua marca a um baixo custo e criará uma maneira de se relacionar com os clientes, não só para fomentar as vendas de final de ano, mas as promoções do ano todo!

Conclusão

As vendas de final de ano são a última oportunidade para os supermercados aumentarem suas receitas, baterem ou se aproximarem da meta de faturamento de 2018 e reduzir o estoque de produtos para iniciar o próximo ano. Ainda assim, apenas 18% dos empresários acreditam que haverá um aumento de vendas comparado a 2017, segundo a Abras.

Por isso, aproveite a falta de otimismo dos concorrentes, adote as ações aqui mencionadas e se prepare para cativar os clientes e aumentar suas vendas de final de ano!

Sugerimos a leitura do livro “Marketing de guerrilha para leigos” de Patrick Garrigan e Jonathan Margolis, e obtenha ainda mais inspiração para as ações promocionais e para superar seus concorrentes durante as vendas de final de ano e após elas.

Você acredita que essas 5 ações serão capazes de aumentas suas vendas de final de ano? Então compartilhe este texto em suas redes sociais e marque seus colaboradores para que eles também se motivem e pensem em como colocar em prática essas dicas!

Horário especial de funcionamento da Lumi Software durante o período de festas

 

A Lumi Software informa que teremos um horário especial de funcionamento no período de festas de fim de ano. Veja abaixo os detalhes:

  • 21/12/2018 – funcionamento normal de todos os departamentos até às 11 horas. A partir de então, o atendimento ocorrerá somente por meio do Portal de Atendimento WEB*, necessitando que haja abertura de chamado;
  • 24 e 31/12/2018 – funcionamento exclusivo do Departamento de Suporte, das 8h às 12h, por meio dos contatos (61) 99961-7808 ou (61) 99634-9738. Nesses dois dias, portanto, não haverá atendimento nos Departamentos Comercial e Financeiro.
  • 26, 27 e 28/12/2018 – funcionamento normal de todos os departamentos.

*Portal de Atendimento WEB: caso deseje esclarecer uma dúvida, reportar um problema, solicitar consultoria, ou outras necessidades com a equipe Lumi relativas aos nossos sistemas, clique aqui.

Agradecemos a compreensão e, desde já, desejamos a todos os clientes e parceiros um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

 

 

4 tendências e aplicações da tecnologia no varejo

O tradicional processo de compra em supermercados era representado por três atitudes básicas: estímulo, prateleira e experiência, conforme o estudo ZMOT, apresentado pelo Google. Algumas vezes a experiência se tornava um estímulo, como na oferta de degustação ou amostra grátis de algum produto. Contudo, esse processo foi sepultado com as mudanças proporcionadas pelo uso de tecnologia no varejo e na vida das pessoas, em geral.

Até abril deste ano, havia 306 milhões de smartphones ativos no Brasil. O número é superior à quantidade de habitantes do nosso país, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo“. Como isso está relacionado ao varejo? Se considerarmos que 79% dos consumidores usam um smartphone para apoiar suas compras ou que 70% das pessoas afirmam ler ou assistir vídeos sobre produtos antes de escolher algum, conforme estudo do Google, então está clara a conexão.

Neste artigo, você conhecerá 4 tendências e entenderá como a tecnologia no varejo será fundamental para manter sua marca significativa e em crescimento. Também verá que o papel da TI será de protagonismo nesse novo cenário. Confira!

1. Experiência do consumidor

A experiência do consumidor é definida com a percepção sobre todos os itens que afetam a memória, sentimentos e raciocínio durante uma compra. Tudo o que interfere e serve de motivação ou desestímulo na interação com o PDV pode ser traduzido por esse conceito.

Por isso, a principal tendência dos próximos anos é investir em inovações para melhorar a experiência do cliente. Segundo a consultoria Gartner, 50% das empresas direcionarão seus esforços para aperfeiçoar esse quesito. A Dimension Data, por sua vez, apurou que 84% das empresas que otimizam a experiência do cliente aumentam suas receitas.

2. Chatbots

Chatbots são robôs que simulam um diálogo humano usando um sistema conversacional. Eles podem sugerir produtos em promoção, explicar características de um item, indicar a classificação dada por outros comprados e, com isso, ajudar as pessoas a tomarem as melhores decisões de compras.

Eles são uma tendência, pois 47% das pessoas usariam um chatbot para obter uma resposta instantânea das empresas e 20% das organizações já consideram substituir seus aplicativos por essa tecnologia. No entanto, sem uma integração com o sistema de gestão do PDV essa tecnologia falhará por não ser omnichannel, como veremos a seguir.

3. Omnichannel

Poder interagir, encomendar, comprar e resolver qualquer problema usando um ou todos os canais onde a empresa está presente é o desejo de 90% dos consumidores. Contudo, 87% das pessoas  acreditam que as marcas deveriam se esforçar mais para oferecer uma experiência perfeita. Ou seja, os clientes ainda sentem que faltam investimentos nesta área.

A estratégia omnichannel é uma tendência de uso da tecnologia no varejo irreversível. Por isso, a utilização de sistemas integrados será indispensável para registrar, consultar e agilizar qualquer interação das pessoas com a marca, seja em lojas físicas ou nos meios digitais.

4. Internet of Things (IoT)

A tradicional forma de melhorar a experiência do consumidor no PDV está usando pesquisas de satisfação. Com a IoT — Internet das Coisas, em português —, esse cenário mudará. Os sensores coletarão informações sobre como, quando e com que frequência os consumidores visitam um PDV e como utilizam aquilo que compraram. Por isso, essa tecnologia é considerada como uma fonte de revolução do varejo, segundo a Forbes.

Conclusão

A adoção das tendências de tecnologia do varejo determinará o sucesso ou o fracasso dos supermercados e varejistas no futuro próximo. Para isso elas precisarão ser integradas a bons sistemas de gestão e garantir uma melhor experiência de compra. Por isso, procure parceiros de TI capazes de apoiar suas estratégias e oferecer os melhores softwares de gestão.

Se você quiser aprofundar o tema sobre as mudanças no comportamento do consumidor que ditam as novas tendências da tecnologia no varejo, então leia o e-book publicado pelo Google “ZMOT: conquistando o momento zero da verdade”.

Quer adotar as principais tendências de tecnologia no varejo de forma integrada, testada e segura? Então entre em contato com os especialistas da Lumi Software e confira como nosso sistema de gestão do PDV está conectado às mudanças em TI, ao comportamento do consumidor e à administração do supermercado. Basta acessar nossa página Fale Conosco!

Lumi Software implementa self-checkout na Rede de Supermercados Campelo, em Tocantins

A cada vitória de um cliente, um motivo de orgulho para a Lumi Software. Parabéns, Supermercados Campelo, pela inauguração da mais nova unidade da rede em Araguaína, Tocantins! Uma loja planejada para superar a expectativa do consumidor, não só pelo número de 26 PDVs (checkouts), mas também por toda estrutura bem montada de mix, corredores, prateleiras, ambiência e equipamentos.

Em meio à implantação, destaque em inovação da Lumi, no momento: do total, 4 PDVs são self-checkout (autoatendimento). Nesse caso, não há a necessidade de um funcionário para realizar as compras – que devem ser limitadas a 15 itens – e o pagamento ocorre somente com cartão. Uma verdadeira parceria ganha-ganha, na qual o consumidor foge das filas e o lojista economiza, dispondo de apenas um monitor como facilitador das operações nos self checkouts.

 

Com o foco sempre no resultado e no crescimento do cliente, o sistema de automação do varejo implantado pela Lumi Software em toda Rede de Supermercados Campelo é o SAC Gerencial, com o mix completo em soluções, que vão de “A” a “Z”, em gestão comercial. Agora entra em ação toda a estrutura de pós-venda e sucesso do cliente da Lumi Software. E que venham as próximas lojas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Blockchain: qual seu impacto na segurança de dados no varejo?

Uma das maiores dificuldades encontradas ao administrar os sistemas de uma rede varejista é aliar agilidade e segurança nos pontos de venda. O Blockchain, uma das tecnologias disruptivas mais comentadas do momento, traz soluções interessantes para essa questão.

Ele surgiu na década passada e já está sendo utilizada em implementações de sistemas para melhoria da gestão dos processos empresariais e garantia de segurança dos dados. Mesmo que tenha surgido inicialmente associado ao Bitcoin, o conceito se expandiu e invadiu diversas áreas.

Hoje, já está sendo proposto para garantia de melhor confiabilidade de informações e melhoria de gestão dos processos internos. Neste artigo, você aprenderá um pouco mais sobre o Blockchain no varejo. Não deixe de ler!

O que é Blockchain?

Essa é uma tecnologia que surgiu para transformar fenômenos e processos.

Em 2008, com a ascensão do Bitcoin, fazia-se necessária uma forma segura e consistente de validar as transações digitais. Diante disso, o modelo do Blockchain, que constitui uma “corrente de blocos”, como o nome sugere, com controle descentralizado sobre as operações financeiras.

Quando duas pessoas negociam digitalmente, elas iniciam um processo. Esse processo passa por diversos computadores para ser validado e, então, ser incluído em uma cadeia de blocos. Dessa forma, é possível garantir que regras sejam respeitadas. Assim, também é possível que uma transação financeira seja feita sem intermediários, como bancos ou instituições financeiras.

Como Alex Tapscott e Don Tapscott explicam no livro Blockchain Revolution, essa tecnologia “nos permite enviar dinheiro de forma direta e com segurança, sem passar por banco ou empresa de cartão de crédito”. Os Tapscott também explicam que o Blockchain é como um código-fonte aberto: qualquer um pode alterar e gerenciar gratuitamente. Para aprofundar seus conhecimentos, esse livro é uma opção de leitura adicional.

Essa tecnologia absorveu muitos dos princípios que caracterizavam a própria internet no início: descentralização, universalidade, falta de discriminação e dependência de consenso. Por isso, alguns autores, como Daniel Drescher, já dizem que a evolução da rede mundial dos computadores pode ser entendida como um modelo para a futura evolução do Blockchain. Aliás, Blockchain básico: Uma introdução não técnica em 25 passos, do Daniel Drescher, também é uma boa dica de leitura.

Como o Blockchain pode ser usado no varejo e quais as vantagens?

O conceito e o paradigma que essa tecnologia envolve podem ser implementados em diversas outras áreas, inclusive no varejo. A ideia é a seguinte: um grande banco de dados não centralizado, no qual os envolvidos disponibilizam informações, têm acesso a elas e as validam.

Segurança

A principal vantagem é a segurança. Os blocos são protegidos por criptografia e não podem ser apagados, esse grande banco de dados ganha uma proteção mais robusta por conta dos códigos especiais.

Como no varejo as empresas precisam se comunicar com muitas outras em uma cadeia de processos, a segurança consegue garantir que todos os envolvidos sejam conhecidos e que os dados estejam disponíveis somente para quem for de interesse.

Consenso

Todos os participantes de uma corrente precisam validar uma transação para que ela seja oficialmente validada, o consenso de todos é o principal requisito. No varejo, isso também fortalece a transparência e facilita a negociação entre companhias parceiras, bem como permite a visualização das responsabilidades divididas entre os atores do processo.

Confiança do cliente

A possibilidade de aumento da transparência nos processos ajuda a aumentar a confiança do cliente nas operações da empresa. Afinal, ele acompanha de perto tudo o que está acontecendo.

Com a possibilidade do Food Tracking, rastreio dos alimentos em todas as etapas de produção, por exemplo, uma das principais consequências é a garantia de confiança do cliente. A possibilidade de o cliente acessar as etapas e conferir a qualidade do que é vendido favorece a fidelização dos consumidores.

Agilidade nas operações

Pensando em transações financeiras, é fácil perceber como essa tecnologia aumentará a agilidade, já que sua implantação dispensa a ação de intermediários controladores.

Além de permitir transações financeiras mais rápidas e menos burocráticas, o Blockchain auxilia na gestão e administração das companhias, gerando mais conhecimento, o que aumenta a agilidade das operações internas. A padronização das atividades também impulsiona a velocidade.

Com esse modelo, o gestor consegue tomar decisões rápidas e em tempo real, eliminando possíveis gargalos decorrentes de incidentes inesperados. Por exemplo, se um produto for adulterado em alguma das etapas, ele é substituído antes que cause problemas para as fases subsequentes ou chegue ao consumidor com defeito. Ou seja, a tomada de decisões pode ser feita com mais confiança e com base em informações seguras.

Como o Blockchain funciona na prática?

Existem quatro tipos de Blockchain:

  • público: qualquer pessoa pode participar do consenso;
  • consórcio: o processo de consenso é controlado por um grupo, e o direito de participar pode ser público ou restrito;
  • privado: uma empresa controla o acesso e o uso das informações;
  • semi-privado: o acesso é controlado por uma empresa e pode ser concedido a qualquer um que cumpra os requisitos estabelecidos.

No início de uma transação, vários computadores, passam a participar do processo para validar a operação. A validação se dá por meio de cálculos matemáticos de um código de criptografia chamado “hash”, que interliga os blocos. Os nós computam isso e são recompensados em Bitcoins.

Depois que é validada, essa operação é armazenada em um “livro”, com todos os blocos em ordem cronológica e com códigos de segurança. A confiabilidade das informações se dá porque cada bloco possui um hash próprio e o hash do anterior.

Conclusão

Blockchain não é um conceito fechado, e sim, um termo que define uma forma de validar transações. Por isso, pode ser implementado em bancos de dados e até mesmo em planilhas eletrônicas, desde que sejam respeitadas as regras de criptografia e a comunicação entre os envolvidos.

Essa tecnologia é uma das mais relevantes dos nossos tempos e já está protagonizando diversas aplicações e iniciativas em diversos setores diferentes para garantir melhor administração de informações, transparência, economia de tempo e segurança.

O Blockchain é um conceito importante que deve ser considerado por empresas que buscam melhorias nos seus processos. Agora que você já sabe mais sobre essa tecnologia e seus benefícios, entre em contato conosco para conhecer uma ferramenta que vai ajudá-lo a conseguir algumas das vantagens citadas na gestão do varejo.

Como escolher o software de gestão financeira com 7 critérios no varejo

Usar um bom software de gestão financeira é decisivo para a sobrevivência de empresas atuantes no setor varejista. No entanto, poucos administradores de negócios conhecem critérios essenciais para avaliar um sistema de gestão antes de contratá-lo.

Se você também tem dúvidas sobre a necessidade de investir em um bom sistema de gestão financeira e quer conhecer 7 critérios para não errar na seleção, continue lendo este post e descubra!

Qual a importância de um software de gestão financeira?

Segundo o SEBRAE, empresas que tendem a sobreviver no mercado utilizam tecnologias atualizadas e específicas para seu segmento de atuação, fazem um controle rigoroso de receitas e despesas, calculam detalhadamente os custos dos produtos, além de buscarem fornecedores baseando-se na qualidade e nos preços oferecidos.

Todos os critérios mencionados pelas empresas pesquisadas estão de alguma forma, relacionados ao uso de um software de gestão financeira. Essa tecnologia apoia a rotina de lojas e estabelecimentos varejistas ao reunir funcionalidades, como:

  • gestão de produtos;
  • gestão de estoque;
  • gestão de clientes;
  • controle de fraudes;
  • gestão comercial;
  • gestão financeira;
  • gestão fiscal.

Seu funcionamento é bem simples e com os dados coletados no momento da aquisição de mercadorias, recebimento e venda dos produtos, boa parte dos processos gerenciais é executada automaticamente e sem a intervenção humana.

Por exemplo, ao digitar o CPF do cliente, o sistema já emite a nota fiscal da compra, registra a movimentação financeira, faz a baixa dos itens comprados no estoque, abre ou atualiza o cadastro do cliente com o registro daquela venda e cria estatísticas sobre os produtos ofertados e vendidos pelo estabelecimento. O sistema realiza diversas operações com a simples informação de quem comprou e do que foi vendido.

Contudo, se o gestor errar na escolha do software de gestão financeira, então boa parte dessas automatizações será perdida, o processo de coleta de dados será complexo e, ao menos, parte das informações ficará desatualizada. Isso resultará em mais obstáculos para tomar melhores decisões estratégicas e simplificar as rotinas operacionais.

Para ajudá-lo na seleção de uma boa ferramenta, listamos, abaixo, 7 critérios que precisam ser observados.

O que avaliar no momento da escolha de um software de gestão financeira para o varejo?

1. Adequação ao segmento de mercado

O varejo tem algumas peculiaridades que outros setores da economia ignoram. Por exemplo, fazer gestão de estoque e de produtos é algo específico dos varejistas, enquanto ter uma boa gestão financeira e de colaboradores é um aspecto compartilhado com empresas de serviços.

Por isso, avalie se o software de gestão financeira extrapola as funcionalidades da área administrativa e integra todos os departamentos do estabelecimento. Quanto mais áreas forem atendidas por um mesmo programa, menor será a necessidade de atualizar ou integrar diversos sistemas para obter informações úteis. Isso simplificará o dia a dia e a diferenciação estratégica de sua empresa.

2. Usabilidade do sistema frente de caixa

Quantos cliques ou minutos são necessários para inserir as informações, gerar o cupom fiscal e despedir-se do cliente uma vez que ele chega ao caixa? Em média, quantos clientes um atendente conseguiria apoiar durante uma hora de seu trabalho? As informações que aparecem na tela do dispositivo são claras e simples de serem interpretadas pelos usuários?

Responder a essas 3 perguntas é fundamental para evitar gargalos na rotina ou diversas horas de treinamento dos colaboradores. Você deve pedir uma demonstração do sistema para avaliar sua interface de uso e questionar sobre como alguns processos são realizados no software.

O tempo investido numa avaliação meticulosa durante o processo de seleção e avaliação do sistema garantirá poucas ou nenhuma surpresa durante a implantação e utilização da ferramenta de gestão no dia a dia da loja.

4. Projeto de implantação

O projeto de implantação deve contemplar a instalação do software, a primeira carga de informações sobre o estabelecimento, a integração dos periféricos e o treinamento dos usuários.

Portanto, avalie qual modelo é o melhor para sua loja e negocie com o fornecedor a forma de executar essa fase essencial da adoção de um novo sistema de gestão financeira.

5. Reputação da empresa que o oferta

O fornecedor do software de gestão se tornará um parceiro do seu negócio. Ele será o responsável por adequar o sistema às mudanças exigidas pela legislação, adicionar recursos úteis, propor inovações na utilização da ferramenta, armazenar dados de seus clientes e empresa, além de manter as integrações com sistemas do governo ou de terceiros.

6. Suporte à rotina do estabelecimento

O suporte dado pelo fornecedor aos colaboradores de sua empresa também deve ser avaliado. Algumas perguntas devem ser feitas nessa etapa:

  • O horário do suporte é compatível com o expediente de sua loja?
  • Os canais de interação com o fornecedor são fáceis de serem usados?
  • A equipe de suporte entende dos processos do varejo e conseguiria apoiar seus colaboradores com base no conhecimento sobre a tecnologia deles?
  • O tempo médio de resolução dos chamados atenderia sua empresa?

O suporte é algo extremamente importante na resolução de problemas e falhas do software, no esclarecimento de dúvidas dos atendentes e na rotina da sua empresa. Procure um parceiro confiável para apoiar suas rotinas de trabalho.

7. Referência de clientes

Conhecer diversas histórias de sucesso na utilização do software de gestão financeira ofertado pelo fornecedor ajudará sua empresa a materializar os possíveis ganhos de performance que ela terá ao adotar aquele sistema.

Por isso, peça para ler os casos de sucesso, para falar com clientes referências resultados obtiveram após a adoção do sistema. Também pergunte sobre qual a avaliação do cliente quanto aos itens mencionados neste post.

Conclusão

O software de gestão financeira pode determinar a sobrevivência ou a falência de um estabelecimento. Pode apoiar a estratégia ou comprometer a rotina dos colaboradores, facilitar a interação com os clientes ou facilitar a coleta de dados gerenciais no dia a dia da empresa. Logo, invista seu tempo em uma avaliação criteriosa sobre seu próximo sistema.

Se quiser aprofundar seus estudos sobre o segmento varejista, sugerimos a leitura do livro: Administração do Varejo, de Fauze Najib Mattar.

Você já conhece quais são os 7 critérios básicos para avaliar um software de gestão financeira para sua loja, então, que tal utilizá-los agora mesmo para conhecer os sistemas oferecidos pela Lumi? Basta acessar nossa página de Fale Conosco para receber um contato de nossos especialistas.