Lumi Software detém tecnologia adequada a mudanças fiscais que ocorrerão em Minas Gerais

Um assunto que interessa aos clientes da Lumi Software que têm operações no estado de Minas Gerais, e às redes de supermercados e atacarejos com quem estamos negociando. Trata-se do impacto das mudanças com a publicação da Resolução 5.234 de 05 de fevereiro de 2019 pela Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SEFAZ-MG). Vale lembrar que os ajustes são totalmente aderentes ao Sistema de Automação Comercial Lumi Gerencial:

  • Até 1° de março, o ECF (Emissor de Cupom Fiscal) continua sendo a única opção de tecnologia fiscal para as empresas do varejo de Minas Gerais;
  • Após 1° de março, todo o novo estabelecimento comercial deve utilizar a NFC-e;
  • Todas as empresas que utilizam o ECF atualmente terão de migrar para a NFC-e, conforme calendário divulgado (abaixo):
    • 1° de abril de 2019: empresas varejistas de combustíveis e empresas com receita bruta anual acima de R$ 100 milhões;
    • 1° de julho de 2019: empresas varejistas com receita bruta anual entre R$ 15 milhões e R$ 100 milhões;
    • 1° de outubro de 2019: empresas varejistas com receita bruta anual entre R$ 4,5 milhões e R$ 15 milhões;
    • 1° de fevereiro de 2020: empresas varejistas com receita bruta anual inferior a R$ 4,5 milhões.
  • Até a data de obrigatoriedade de migração para NFC-e, as empresas atuais ainda podem optar por adquirir o ECF – tanto para a substituição de equipamentos com memória esgotada, como para novos pontos de venda;
  • A partir do início da obrigatoriedade de migração para NFC-e, todos os estabelecimentos que ainda tiverem o ECF em operação poderão utilizá-lo até o final da memória fiscal, respeitando um limite máximo de 9 meses.

Leia a resolução na íntegra aqui.

A Lumi Software está inteiramente à disposição para desenvolver a implementação do NFC-e em seu supermercado ou atacarejo. Entre em contato conosco!

Conheça estratégias de venda adicional para aplicar no ponto de venda

Está pensando em maneiras de aumentar o seu faturamento? Que tal aproveitar o fluxo de clientes que o seu ponto de venda já tem para vender ainda mais? Aplicando algumas estratégias de venda adicional, você conseguirá aproveitar melhor a presença deles.

Assim que você entender bem como funcionam essas estratégias, perceberá que deixar de aplicá-las pode até ser comparado a perder vendas. Portanto, se está interessado em melhorar o seu faturamento e, ao mesmo tempo, encantar o seu cliente, continue lendo este artigo e entenda o que é venda adicional e como ela funciona. Vamos lá?

O que é venda adicional?

Também conhecida como venda agregada, a venda adicional envolve oferecer produtos relacionados com aquilo que o cliente já tinha a intenção de comprar. Isso funciona porque a maioria das decisões de compra são tomadas por impulso.

Embora as pessoas cheguem ao seu ponto de venda com a intenção de comprar determinados produtos, a decisão de compra ocorre mesmo enquanto o cliente está caminhando pelos corredores do seu estabelecimento. É nesse momento que ele deve ser orientado a adquirir mais alguns itens.

Quais são os benefícios da venda adicional?

A venda adicional é uma forma de demonstrar atenção ao cliente, oferecendo soluções aos problemas dele. Assim, você consegue ser diferente da concorrência, tendo em vista que esse comportamento não é predominante no comércio em geral.

Além disso, atrair novos consumidores demanda um alto custo. Com as estratégias de venda adicional, seu faturamento será incrementado pelo aumento do tíquete médio das pessoas que já são clientes do seu negócio.

Quais são as estratégias de venda adicional?

Diversas estratégias podem ser adotadas em seu estabelecimento para que os clientes se sintam inclinados a adquirir alguns produtos a mais. Veja o que você pode fazer!

Estude as preferências dos clientes

Implantar a venda agregada requer que você conheça bem o seu público-alvo. É necessário analisar dados concretos para descobrir quais são os produtos mais vendidos, além de outras informações.

Assim, você conseguirá identificar e organizar as oportunidades com potencial de venda adicional. Softwares de gestão comercial são uma excelente ferramenta para fazer esse tipo de análise.

Crie pontos de exposição de produtos adicionais

Pontos extras com determinado produto chamam a atenção do cliente. Eles podem ficar em uma ponta de gôndola ou em uma ilha promocional. Geralmente, as ilham ficam nos corredores e geram curiosidade.

Posicione os produtos certos perto do caixa

Depois de o cliente ter colocado tudo o que precisa no carrinho, ainda há uma oportunidade de agregar mais produtos à venda. Para isso, posicione perto do caixa alguns itens que possam ser adquiridos por impulso.

Aproxime gôndolas com produtos relacionados

Organize produtos que combinam entre si para fazer uma sugestão de consumo ou ajudar o cliente a se lembrar do que precisa levar. Por exemplo, você pode posicionar vinhos perto dos queijos, carvão e espetos perto das carnes para churrasco e cereais perto das frutas.

Ofereça degustação de produtos

Um estudo do SPC apontou que degustar um produto dentro da loja é um dos influenciadores de compras por impulso. Por isso, ofereça degustação dos produtos que têm uma melhor margem de lucro.

Conclusão

Como você viu neste artigo, com algumas estratégias simples é possível aproveitar melhor o fluxo de clientes em seu ponto de venda. Com a venda adicional, você demonstrará atenção ao consumidor por oferecer produtos dos quais ele precisa, mas talvez ainda não se dê conta. Além disso, você aumentará o seu tíquete médio e o seu faturamento.

Para entender mais detalhes sobre a venda adicional e a compra por impulso, leia o artigo “Como um layout adequado pode aumentar as vendas“, publicado no site do Sebrae.

Gostou das estratégias que foram apresentadas neste artigo? Conheça então o artigo “Como utilizar o music branding no varejo” e amplie seus conhecimentos. Depois é só compartilhar em suas redes sociais…

Comunicado Importante: fim do Horário de Verão 2018/2019

Com o fim do Horário de Verão no próximo sábado, dia 16/02/2019, à meia-noite, todos os estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além do Distrito Federal, voltam a adotar o horário legal brasileiro, atrasando os relógios em 1 hora. Portanto, é da maior importância que o seu sistema operacional Windows esteja atualizado para operar normalmente com NFC-e. 

Para que não haja dúvida, nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do Distrito Federal, o horário será atrasado em 1 hora no próximo sábado (16/02/2019), as 24h (meia-noite). Dessa forma, Brasília volta a estar alinhada com fuso internacional.

IMPORTANTE: É necessário que seu estabelecimento garanta que o SERVIDOR GUARDA, GERENCIAL e PDVs, estejam corretamente marcados na opção de atualização de horário de verão (“Ajustar automaticamente para horário de verão”).

Os computadores com Windows geralmente são atualizados automaticamente, como afirma a própria Microsoft, porém somente as máquinas com a atualização em dia terão a mudança garantida pela Microsoft.

Conheça mais sobre o SPED Fiscal e Contábil

Embora o uso do SPED Fiscal e Contábil já tenha se tornado obrigatório para muitas empresas, esse sistema ainda é alvo de dúvidas entre gestores e colaboradores do setor varejista sobre o seu funcionamento e quando deve ser utilizado.

A fim de esclarecer de uma vez por todas essas questões, abordaremos neste post alguns aspectos referentes à origem e implantação do SPED, bem como à sua função no cenário empresarial nos dias de hoje.

Ao final, também apontaremos qual a melhor forma de se garantir o cumprimento dessas obrigações acessórias com o objetivo de evitar multas por atraso ou por omissão de dados. Boa leitura!

Origem do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED)

Os primeiros projetos pertinentes à transmissão eletrônica de dados corporativos ao governo estão datados ainda no final da década de 90, durante o mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Desde então, leis e normativas foram, pouco a pouco, criadas para viabilizar um novo formato de fiscalização das atividades empresariais no país.

Assim, esse sistema começou a ser desenvolvido com maior ênfase no ano de 2007 como parte estratégica do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O objetivo foi e continua sendo a diminuição da burocracia no cumprimento das obrigações de natureza fiscal e contábil.

Nesse sentido, o SPED propôs simplificar e automatizar a maneira como esses dados são repassados às entidades públicas federais, estaduais e municipais. Como resultado disso, atualmente, as empresas já podem enviar documentos e efetuar os recolhimentos legais de natureza não somente fiscal, mas também trabalhista e previdenciária.

Um detalhe importante: em regra, as empresas optantes pelo Simples Nacional estão isentas da obrigação de transmissão de dados via SPED. No entanto, ainda assim, vale ressaltar que as legislações estaduais podem vir a dispor de modo diverso, visto que cada ente federativo detém competência específica para regulamentar sobre seus próprios tributos, como o ICMS.

Por esse motivo, é fundamental analisar as leis tributárias dos estados federativos onde estão localizadas as empresas contribuintes, na medida em que essas e outras regulamentações influenciam a forma como o SPED Fiscal e Contábil são utilizados.

SPED Fiscal

Também chamado de Escrituração Fiscal Digital (EFD), esse sistema permite que as empresas declarem todas as operações mensais que sofrem incidência tributária, como ICMS, IPI, PIS/PASEP e Cofins. Para isso, os colaboradores podem obter um software de integração fiscal.

A partir desse sistema, todas as informações e documentos relativos às transações comerciais (envolvendo, por exemplo, mercadorias, notas fiscais eletrônicas e créditos tributários) podem ser declarados nos campos indicados. Em seguida, um arquivo digital é gerado e homologado no Programa Validador e Assinador (PVA), que é fornecido pelo próprio SPED, por meio do site da Receita Federal para posterior transmissão ao Fisco.

Contudo, esses arquivos fiscais — enviados mensalmente pelas empresas — precisam ser antes assinados eletronicamente por meio de Certificados Digitais de Pessoa Jurídica nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Isso para que a autenticidade, inviolabilidade e segurança dos dados sejam garantidas.

Otimização no uso do SPED Fiscal e Contábil nas empresas

Diante desse veículo de controle tributário estatal, nos últimos anos, o número de arrecadações tem aumentado bastante. Assim, por exemplo, somente em setembro de 2018, a Receita Federal registrou um crescimento de 21,34% no recolhimento do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, quando comparado ao mesmo período de 2017.

Esses dados confirmam a agilidade e eficiência do SPED. Por isso, ainda que a automação tenha simplificado consideravelmente o modo como as obrigações acessórias são cumpridas pelas empresas, é preciso estar atento a todos os documentos e campos de preenchimento obrigatório no sistema.

Isso porque a inserção ou omissão involuntária de algumas informações pode gerar a inconsistência dos dados e, em consequência, incorrer as empresas no pagamento de altas multas — que podem chegar até 5% sobre o montante das transações comerciais.

Por esse motivo, a adoção de um sistema ERP de integração fiscal e contábil é primordial. Afinal, tal recurso é capaz de agilizar com total segurança o trabalho dos colaboradores. Como exemplo, a depender do software adquirido, há a possibilidade de exportação de arquivos, evitando-se a redigitação de todas as notas fiscais.

Além disso, alguns softwares também incluem ferramentas específicas de geração do SPED Fiscal e Contábil, CAT-52, livros eletrônicos e Demonstrativos de Resultado Financeiro Gerencial, que auxiliam no total controle financeiro das empresas.

Conclusão

Com a implantação do SPED, as empresas podem cumprir boa parte de suas obrigações acessórias sem a necessidade, por exemplo, de emissão de notas físicas ou a impressão dos livros contábeis. Essa transmissão pode ser feita com praticidade e segurança por meio de um software de integração.

Para saber mais detalhes sobre esses sistemas de escrituração, sugerimos como leitura complementar a obra Sped – Sistema Público de Escrituração Digital, autoria de Osmar Reis Azevedo. O livro aborda as principais questões sobre a legislação específica com exemplos práticos de transmissão desses dados.

Agora que você já conhece o SPED Fiscal e Contábil – bem como a importância de um software de integração nas empresas – mas quer entender um pouco mais sobre o assunto, acesse nosso artigo “Tributação de produtos: entenda a importância da validação tributária”.

O que é frontoffice e backoffice? E como a tecnologia pode ajudá-los a ter um desempenho melhor?

Você sabe como estão os processos internos da sua empresa? Está realizando, de fato, uma gestão eficiente do que ocorre nesse ambiente? Isso é fundamental para que possa conseguir resultados de fato positivos, levando a um crescimento sustentável e saudável do negócio.

Para isso, é importante saber como administrar as atividades de frontoffice e backoffice, compreender as funções de cada um deles e identificar como a tecnologia pode auxiliar nesses dois pontos.

Para isso, continue lendo nosso artigo e tire suas dúvidas sobre o assunto.

O que é backoffice?

Backoffice, ou retaguarda, diz respeito às atividades de apoio de uma empresa, que dão suporte para que as atividades de frente possam ser executadas e os produtos ou serviços cheguem até o cliente final.

Normalmente a equipe de backoffice não estabelece muito contato com o cliente. Em geral, atua na sustentação da empresa, em planos de retaguarda e, eventualmente, de contingência. Estão entre eles controle financeiro, os profissionais de TI, entre outros.

Suas funções não estão diretamente ligadas à produção, mas oferecem todo o suporte para o funcionamento do negócio, mesmo que não estejam “aos olhos” do cliente.

O que é frontoffice?

Frontoffice, ou linha de frente, diz respeito às atividades “de frente” da organização, ou seja, aquelas que tenham alto contato com o cliente. Pense em todas as atividades que estão diretamente ligadas com o seu público.

Por exemplo, se seu negócio trabalha com venda de produtos, todo o processo “de linha de frente” perpassa o controle de inventário, acionamento do estoque, a produção do item (caso seja um item confeccionado sob demanda) e a entrega até as mãos do cliente.Tudo isso, faz parte das operações de frontoffice.

Quais são as suas diferenças?

Essencialmente as diferenças entre frontoffice e backoffice dizem respeito à ligação das funções com a atividade fim da empresa. Enquanto frontoffice está relacionado com as atividades que atingem diretamente o cliente, o backoffice é o responsável pela sustentação dessas atividades no negócio.

Quem faz parte do backoffice e do frontoffice de uma empresa?

Os setores que fazem parte do frontoffice de uma empresa são:

  • logística;
  • armazenamento e estoque;
  • vendas;
  • marketing;
  • transporte.

Já os setores que compõem o backoffice são:

  • TI;
  • contabilidade;
  • jurídico;
  • financeiro, entre outros.

Como utilizar a tecnologia para integrar processos nas empresas?

Frontoffice e backoffice precisam trabalhar de forma integrada para que a empresa consiga executar suas funções. Não adianta ter um produto incrível se não há suporte para a execução das funções que possibilitam a sua produção.

E para potencializar esses processos, saiba quais são as tecnologias que podem auxiliar na integração entre esses dois pontos e otimizar as rotinas internas do negócio.

Utilize CRMs

O CRM (Customer Relationship Management) são soluções que visam estabelecer um gerenciamento de relacionamento entre empresa e público, potencializando os processos que tenham foco no cliente.

Utilize ERPs

O ERP (Enterprise Resource Planning) diz respeito a sistemas que visam realizar uma gestão integrada entre os diversos segmentos da organização, permitindo a união dos setores de backoffice e frontoffice. Também permite a automação de uma série de funções técnicas e vitais do negócio.

Essas duas tecnologias – CRM e ERP – quando utilizadas em conjunto, permitem uma gestão integrada que concilie os propósitos de ambos, oportunizando que um potencialize as atividades do outro, e proporcione melhores resultados para o crescimento da organização.

Conclusão

Backoffice e frontoffice são estratégicos para a empresa. A compreensão das funções de cada uma dessas modalidades permite o gestor a ter um maior controle dos processos internos e potencializá-los adequadamente, garantindo um crescimento sustentável da empresa.

Adotar a tecnologia no negócio é fundamental para construir diferenciais competitivos. Para entender mais sobre o assunto, é uma boa ideia ler o livro Tecnologia de Informação: Planejamento e Gestão, de Paulo Rogério Foina.

Quer dicas para melhorar a gestão da sua organização? Conheça o ERP de integração do Front e Backoffice da Lumi Software.

Big Box Sudoeste inaugura com Lumi Gerencial

A Rede de Supermercados Big Box inicia 2019 com o pé direito: inaugura a segunda loja no Setor Sudoeste (a 17ª da rede), de olho nos ventos favoráveis apontados pelo cenário econômico. Localizada no comércio local da Quadra 105 do Sudoeste – considerado um dos mais diferenciados da região – a nova loja ratifica um padrão já consolidado na Rede Big Box: uma operação moderna, pensada para atender ao consumidor nos mínimos detalhes. A Lumi Software tem a honra de compartilhar de mais uma realização de um varejista que, a cada dia, alça voos ainda mais altos. Uma parceria que começou em 2007, quando ainda eram sete lojas.

Com o foco sempre no resultado e no crescimento do cliente, o sistema de gestão implantado pela Lumi Software na nova operação é a nossa automação comercial: o Lumi Gerencial (antigo SAC Gerencial). Implementado em todas as lojas Big Box, além da rede Ultrabox (atacarejo), o software destaca-se por dispor de tecnologia de ponta, além de ampla capacidade de aumentar a performance e a eficiência do varejo, com o máximo de automação e o mínimo de manutenção.

A nova operação Big Box apresenta ao consumidor uma proposta arrojada, muito pelo entendimento do perfil local: um mix de produtos diversificado, mas sempre considerando a qualidade como uma premissa básica; seções alinhadas aos hábitos de consumo atual, destacando e aproximando produtos complementares; e sinalização rica, ressaltando também aspectos de visual merchandising e de otimização do fluxo de clientes.