Conheça as 3 principais funções de um sistema de supermercado

Um sistema de supermercado pode se integrar a diversos equipamentos periféricos, como balanças e impressoras; pode ser acessado via tablet; consegue se conectar com outros serviços, como o de proteção ao crédito (SERASA) ou de programas de fidelidade e pontuação de compras (DOTZ). Essa tecnologia possui funcionalidades capazes de melhorar a experiência do cliente e atender aos anseios de otimizar seu orçamento e ser atendido de forma ágil, conforme constatou a PwC.

Aliás, o estudo Total Retail 2017 apontou que 55% dos consumidores entrevistados dizem comprar ao menos uma vez por mês em lojas físicas e o mesmo percentual indica que também fazem pedidos online usando um PC. Para os especialistas consultados, se os varejistas investissem em outros formatos de loja, como showrooms, bem como na experiência omnichannel, o percentual de visitas às lojas físicas seria maior.

Quer descobrir como um sistema de supermercado pode apoiar no aumento de visitantes ao seu estabelecimento, na fidelização de clientes e na melhoria da experiência de compra? Então continue lendo e confira quais são as principais funções dessa tecnologia e como ela auxilia essas ações!

1. Gestão de estoque eficiente

Um dos principais atributos que contribuem para a satisfação e boa experiência de compra para 80%  dos consumidores é a capacidade de verificar rapidamente o estoque em outra loja da rede ou online.  Contudo, apenas 57% dos clientes se dizem satisfeitos ao avaliar essa característica das lojas físicas.

Por isso, um bom sistema de supermercado deve possibilitar que a equipe de atendimento consulte o estoque da loja ou da rede e informe para o cliente se determinado produto está disponível.

Além disso, uma boa gestão de estoque reduz a necessidade de empenhar o capital de giro do supermercado na aquisição de produtos com pouca demanda. A ferramenta pode apoiar, por exemplo, para a definição de um estoque máximo, impedindo que uma quantidade superior à delimitada seja comprada antes que os itens sejam efetivamente vendidos.

Ela também apoiaria na definição do estoque mínimo ou ponto de ressuprimento quando a empresa deve enviar uma ordem de compra aos seus fornecedores para evitar o desabastecimento de sua loja.

2. Cadastro descomplicado de clientes

Coletar dados de clientes, atualizá-los ou consultá-los durante a passagem das compras pelo caixa é uma tarefa quase impossível de ser realizada, pois pode gerar filas, demora no atendimento e insatisfações nos consumidores.

No entanto, um bom sistema de supermercado automatiza a coleta de informações básicas, como os dados atrelados ao CPF do consumidor, cria um cadastro para aquela pessoa e possibilita mapear todas as suas interações com a rede de lojas. Isso auxilia criar campanhas personalizadas  para o perfil de cada cliente e, com isso, aumentar o faturamento da loja.

3. Administração de parcerias e fornecedores

Parcerias com fornecedores pode ajudar sua empresa a vender mais sem precisar investir em estoque. É o caso da utilização de estoque consignado, por exemplo. Nesse caso, os itens podem ficar em sua loja ou em poder do fornecedor e você só pagaria quando ocorresse uma venda.

O problema dessa estratégia é que ela obriga a administração de um estoque de terceiro. Ou seja, você precisa saber se os itens ainda estão disponíveis antes de vender maiores quantidades.

Um bom sistema de supermercado permite a integração com outros softwares e facilita a administração de estoques, programas de fidelidade e emissão de cupons promocionais para outras lojas, por exemplo.

Conclusão

O sistema de supermercado deve otimizar a relação do cliente com a loja, reforçar a facilidade de comprar naquela rede e favorecer a fidelização, aumento de vendas e faturamento do estabelecimento, conforme foi apontado pela PwC. Por isso, avalie se a tecnologia usada em seu estabelecimento executa essas funções e verifique se não é tempo de mudar para atender aos anseios de seus clientes.

Se quiser aprofundar seus conhecimentos sobre inovações para o varejo, leia o relatório Total Retail 2017, ele apresenta várias dicas e pontua algumas mudanças no perfil dos compradores que devem ser consideradas.

Agora que você sabe quais são as principais funções de um sistema de supermercado, entre em contato com a Lumi Software e conheça todas as funcionalidades e vantagens em usar nossa tecnologia em seu estabelecimento!

Quais as aplicações do sistema de PDV no controle financeiro?

Um sistema de PDV (ponto de venda) é um software específico para a comercialização dos produtos de sua loja, permitindo um melhor gerenciamento do fluxo de entrada e saída de itens do seu estabelecimento, bem como realiza, de forma automatizada, a emissão de notas fiscais.

Ele permite um melhor controle financeiro, administrar de forma eficiente o estoque da sua loja, o controle de alíquotas fiscais e o cadastro de fornecedores.

Confira as principais funcionalidades de um sistema de PDV e veja os benefícios que pode oferecer para sua organização.

Integração com bancos

O sistema é integrado diretamente com os bancos nos quais há o registro das contas da loja. Assim, toda entrada e saída de dinheiro é registrada via automação, permitindo que você agilize pagamento de contas, reduzindo o tempo gasto com essa tarefa ao longo das rotinas. Além disso, garante uma maior precisão e eficiência nesses processos, já que minimiza as chances de erros.

Controle de estoque

Um sistema de PDV também pode ser utilizado para realizar o controle de estoque, verificando quantos produtos de cada item estão disponíveis no local, reduzindo a necessidade de conferências no local de armazenamento, já que, quando a nova venda é registrada, já é dada a baixa automaticamente.

O sistema pode se reportar o setor de compras para realizar o contato com os fornecedores e adquirir os produtos que estão próximos a terminar. Isso é importante para evitar que falte determinado item em sua loja, principalmente aqueles que tem uma maior saída.

Contabilidade das vendas em tempo real

O sistema registra instantaneamente a movimentação da loja em tempo real, gerando a contabilidade de entrada e saída de produtos. Com isso, você tem, sem necessidade de conferência documento a documento, o registro dos valores de fluxo de caixa automaticamente, diminuindo o tempo de realização dessa tarefa.

Emissão de notas fiscais

Uma das funções fundamentais de um sistema de PDV é a emissão de notas fiscais de forma automatizada, facilitando sua gestão. O próprio software realiza a emissão no sistema próprio da Receita Federal, gerando a NFC-e. É possível até mesmo encaminhá-la imediatamente para o cliente no ato da compra por e-mail.

Fluxo de caixa automático

O sistema registra a compra dos insumos, pagamento de contas, movimentações financeiras e transações bancárias e, a entrada de capital por meio de cada uma das vendas. Com isso, você tem dimensão do seu fluxo de caixa em tempo real, bem como realizar o acompanhamento mensal por meio de relatórios elaborados pelo sistema.

Conclusão

Como você pode perceber, todas as aplicações são bastante úteis e auxiliam em uma melhor gestão do seu ponto de venda, conseguindo alavancar resultados e aumentando os lucros no registro das informações.

Para se aprofundar no assunto e entender mais sobre processos capazes de impulsionar o ponto de venda, leia o livro “Merchandising no Ponto de Venda“, de Regina Blessa. A obra traz um panorama prático que auxiliará no sucesso do negócio.

Confira nosso e-book sobre como funciona a conciliação bancária no segmento de supermercado e tire suas dúvidas sobre o assunto.

Oracle muda política de atualizações e licenças de uso das máquinas virtuais Java

Alteração afeta produtos SiTefWeb e SiTef Conciliação Full

 

A partir de Janeiro/2019, conforme divulgado pela Oracle, haverá importantes mudanças na política de atualizações e licenças de uso das máquinas virtuais Java. Os tópicos que mais afetam os produtos SiTefWeb e SiTef Conciliação Full são:

  • Fim das atualizações do Java 8: a partir de Janeiro/2019 não serão disponibilizadas automaticamente novas atualizações da máquina virtual Java 8. Só usuários com contrato de Suporte com a Oracle passarão a ter direito a atualizações do Java 8;
  • Necessidade de licença comercial: A partir da versão 9, será necessária a aquisição de uma licença para o uso comercial do Java distribuído pela Oracle;
  • As versões da máquina virtual Java posteriores a 8 não incluem mais tecnologias fundamentais para o funcionamento dos relatórios do SiTefWeb e SiTef Conciliação.

Importante ressaltar que as aplicações SiTefWeb e SiTef Conciliação FULL permanecem funcionando com qualquer versão do Java 8 Oracle.

Diante deste cenário, solicitamos que os usuários dos relatórios SiTefWeb e SiTef Conciliação não atualizem o release da máquina virtual Java 8 a partir de janeiro de 2019 para versões posteriores da máquina virtual (9, 10, 11…). Os relatórios não funcionarão em versões posteriores ao Java 8. Se o cliente desejar ter acesso às atualizações da versão 8 do Java Oracle, ele precisará ter um contrato de suporte com a Oracle.

Estamos trabalhando na homologação do SiTefWeb e SiTef Conciliação utilizando o OpenJDK como alternativa à máquina virtual da Oracle o que viabilizará a utilização das versões mais recentes do Java.

Em paralelo, está em desenvolvimento uma nova versão do SiTefWeb e do SiTef Conciliação que não necessitará mais da instalação do Java nas máquinas clientes. Ela conterá os relatórios TEF constantes do SiTefWeb mais os relatórios de conciliação do SiTef Conciliação que não foram descontinuados. Essa versão está prevista para meados de Fevereiro/2019.

Esta versão contemplará as seguintes funcionalidades:

  • Interface Transacional
  • Relatórios de Gerenciamento de Transações
  • Transações
  • Resumo de Movimento
  • Recarga de Celular
  • PBM
  • Correspondente Bancário Gestão de Fidelidade
  • Sócio Torcedor
  • Troco do Bem
  • SAV
  • Pesquisa de Transações
  • Vendas Analítico

 

  • Relatórios de Gerenciamento de Conciliação
  • Relatório de Conciliação
  • Relatório de Pesquisa de Conciliação
  • Relatório de Resumo de Vendas

 

  • Relatórios de Gerenciamento de Extratos
  • Lançamento de Valores
  • Detalhamento de Despesas
  • Previsão de Recebíveis

 

  • Gerenciamento de Cadastros
  • Loja
  • Grupo
  • Regional
  • Perfil
  • Usuários
  • Estabelecimento

 

  • Monitoramento de Transações
  • Monitorador de Transações

 

Para acessar as novas determinações na íntegra acesse https://www.java.com/pt_BR/download/release_notice.jsp

 

Caso haja alguma dúvida, a equipe da Lumi Software fica à disposição para esclarecer. Basta entrar em contato conosco por meio do telefone (61) 3361-1001.

Parada programada no ambiente de autorização da NFC-e na SVRS

No dia 20 de janeiro de 2019, das 7h às 9h, será realizada uma parada técnica nos sistemas de autorização de Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor (NFC-e) da Sefaz-Virtual do RS (SVRS).

A indisponibilidade se dará em todos os serviços da NFC-e, de autorização e relacionados, afetando os contribuintes de todos os Estados atendidos pela SVRS.

Durante o período da indisponibilidade, as NFC-e deverão ser emitidas na modalidade de contingência, devendo ser transmitidas para autorização logo após o término da parada programada e reativação do ambiente autorizador.

NF-e 4.0: o que é e quais suas vantagens para a gestão do varejo?

Já sabemos da importância da nota fiscal como ferramenta de formalização das movimentações comerciais de produtos e serviços, assim como de retenção e cobrança de impostos sobre cada transação. As alterações realizadas pelo Fisco para aprimorar o documento resultaram no modelo NF-e 4.0.

A nota fiscal é o que garante ao consumidor o direito de reclamação contra defeitos de fábrica ou mau funcionamento, culminando em reivindicação de devolução ou troca. Serve também para controle fiscal e contábil, favorecendo a análise da saúde financeira da empresa.

Com o passar do tempo, o documento, antes confeccionado em papel, sofreu alterações, até chegar à versão atual, cujo uso passou a ser obrigatório recentemente. Quer saber mais sobre a implementação da NF-e 4.0 e como ela beneficia a gestão varejista? Então continue a leitura para conferir!

O que é a NF-e 4.0?

A NF-e 4.0 é o modelo atualizado da NF-e que, gerada em XML, é validada juridicamente pela assinatura digital do emissor. Esse é o modelo atual em substituição à NF-e 3.10, que já entrou em desuso. É transmitida pela internet e, além de ter aumentado o poder de fiscalização para evitar a sonegação fiscal e os riscos de erros processuais realizados à mão, promoveu readequação no sistema de gestão.

O novo modelo da nota fiscal eletrônica foi criado em 2017, mas a obrigatoriedade de uso ocorreu somente em 2 de agosto de 2018, quando a Secretaria da Fazenda (Sefaz) passou a recusar definitivamente qualquer outro documento que não apresente o layout NF-e 4.0.

Como ela funciona no varejo?

Nas lojas varejistas, as vendas de mercadorias exigem emissão de documento fiscal que comprove a autenticidade tanto da saída do produto quanto da entrada do dinheiro no caixa, com as devidas retenções fiscais no meio do processo.

Vender qualquer produto sem emissão fiscal acarreta em penalidades do Fisco com apontamento de infração grave por sonegação de impostos e venda ilegal. A NF-e resguarda o varejista e também o consumidor.

Quais são as mudanças previstas com a chegada desse modelo?

As alterações impostas ao layout da NF-e 4.0 são basicamente técnicas, com o objetivo de atender aos critérios de aprimoramento dos sistemas de controle e fiscalização dos tributos recolhidos ao final de um período — garantindo, assim, que o recolhimento integral de imposto seja realizado em tempo hábil.

As mudanças mais expressivas para o varejo na nova versão são aquelas que interferem no preenchimento rotineiro e carecem de atenção dos profissionais envolvidos durante a sua emissão. Conheça os detalhes de cada uma delas e como funcionam dentro do processo de emissão!

Adoção do protocolo TLS 1.2

O novo protocolo substitui o padrão de comunicação SSL, a fim de oferecer maior segurança para as empresas na comunicação de dados. Essa é uma linguagem técnica que os profissionais da tecnologia da informação entendem bem e acompanham de perto.

Fundo de Combate à Pobreza (FCP)

Para a empresa que tenha qualquer vínculo — de aplicação ou venda de produtos — junto ao FCP, as informações foram desassociadas do valor correspondente ao percentual do ICMS — portanto, os cálculos deverão ser realizados separadamente. Será necessário também reconfigurar a natureza das operações para adequar ao novo layout.

Indicador de pagamento

Os dados de pagamentos passam a ser informados no novo modelo NF-e 4.0. A forma de pagamento — cartão de crédito ou débito, dinheiro, cheque — deve constar no campo indicador, compondo o grupo de informações de pagamento. Já os valores correspondentes ao troco são, agora, obrigatórios.

Modalidade de frete

Se a empresa utiliza um meio de transporte próprio, terá que atentar para as novas regras de operação, pois as modalidades de frete — 0 para remetente e 1 para destinatário — sofreram alterações e passam a ser descritas da seguinte forma:

  • 0 — Remetente;
  • 0 — Contratação do frete sob a responsabilidade do remetente (CIF);
  • 3 — Transporte próprio sob a responsabilidade do remetente;
  • 1 — Destinatário;
  • 1 — Contratação do frete sob a responsabilidade do destinatário (FOB);
  • 4 — Transporte próprio sob a responsabilidade do destinatário.

Rastreabilidade do produto

Produtos com lotes controlados e que apresentarem algum tipo de regulação sanitária deverão ser informados para permitir que sejam rastreados em alguma necessidade emergencial. Alguns desses produtos são águas envasadas, embalagens, defensivos agrícolas, itens veterinários, bebidas, odontológicos e medicamentos.

Medicamentos

Para um melhor controle da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), há um campo específico para o código do órgão.

Combustível

Informações sobre a composição do gás de cozinha (GLP — Gás Liquefeito de Petróleo) serão necessárias para acompanhamento e controle da comercialização.

Grupo Total da NF-e

Em caso de mercadoria devolvida pelos estabelecimentos que não contribuem com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), há um campo em que deve ser informado o valor correspondente ao total de impostos.

Indicador de presença

Para casos em que houver a prática de vendas externas, consideradas ambulantes, o preenchimento deverá constar como opção 5, indicado no campo como Operação presencial fora do estabelecimento.

Essas são as principais mudanças que você deve acompanhar e conferir se estão sendo praticadas pela sua empresa para evitar transtornos e surpresas em relação aos procedimentos fiscais.

A utilização da NF-e, independentemente do modelo em vigência e da obrigatoriedade imposta pelo Fisco, traz diversas vantagens significativas. Destacam-se:

  • economia de papel e gastos com impressão;
  • controle e minimização da ocorrência de erros;
  • redução dos riscos de fraude;
  • realocação de mão de obra para outras atividades;
  • armazenamento de documentos reduzido.

Conclusão

Toda boa gestão está intimamente ligada à capacidade de controle das atividades que envolvem as principais áreas da empresa financeira, fiscal, vendas, contabilidade, recursos humanos, compras e tecnologia da informação garantindo que os processos interligados tenham um desempenho transparente e eficiente.

Um sistema de gestão pode auxiliar na parametrização dos principais serviços, centralização e atualização das informações e emissão das NF-e 4.0, minimizando as possibilidades de falhas decorrentes do trabalho manual, que têm grande impacto fiscal quando detectadas fora do prazo.

Para ampliar ainda mais seus conhecimentos sobre o tema, recomendamos o Manual da Nota Fiscal Eletrônica, que traz um histórico sobre o desenvolvimento da tributação, a descrição do projeto-piloto e uma série de anexos com modelos apropriados à operacionalização do sistema, buscando consolidar o que há de mais atualizado e recente no âmbito da emissão fiscal.

Se você se interessou pelo texto, pelas novas mudanças na NF-e 4.0 e pelos impactos que elas podem causar no varejo, aproveite para entender se vale a pena o investimento em automação comercial e tenha sucesso nas suas tomadas de decisão!

Gostou deste post? Aproveite e entre em contato conosco. Nós, da Lumi Software, temos um portfólio de ferramentas bastante variado que certamente suprirá as demandas do seu varejo. Não deixe de conferir!

4 boas práticas de gestão comercial para o varejo

A excelência na gestão comercial é a fonte de sucesso e de diferenciação competitiva dos varejistas frente aos seus concorrentes. Afinal, se excluirmos as marcas próprias, há poucos produtos que são exclusivos de uma rede de supermercados. Isso torna a escolha pela loja a ser visitada ainda mais subjetiva.

Para ajudar seu supermercado a melhorar a experiência de compra, encantar seus visitantes e fidelizar seus clientes, separamos 4 melhores práticas de gestão comercial que podem ser adotadas rapidamente.

1. Defina metas factíveis

Utilize 5 premissas para estabelecer as metas de seu negócio:

  • Específica (Specific): ela deve ser clara, livre de ambiguidades e de fácil compreensão;
  • Mensurável (Measurable): ela precisa ser quantificável numericamente;
  • Atingível (Attainable): uma meta desafiadora, mas possível, servirá de motivação para a equipe;
  • Relevante (Relevant): todos devem estar cientes de quais são as consequências em se atingir a meta e o que ocorre com a empresa caso ela não seja alcançada;
  • Temporal (Time based): deve existir um prazo limite para atingir o objetivo.

As iniciais dessas 5 palavras, em inglês, formam a palavra SMART. Isso quer dizer que suas metas precisam ser inteligentes para fomentar o aumento de receitas de sua loja e manter todos os colaboradores interessados em alcançá-las.

2. Planeje as campanhas de marketing

O planejamento prévio das ações de marketing permitirá maior alinhamento entre a estratégia desenhada, a execução da campanha e as prioridades da loja. Por exemplo, promoções de Natal da Black Friday ou de aniversário da marca devem apoiar o time a atingir as metas. Por isso, evite improvisos, conscientize os colaboradores sobre o calendário de promoções, sazonalidade de produtos e a importância de cada item para os números de faturamento do estabelecimento.

3. Treine todos os colaboradores

O parque Walt Disney World® é uma referência mundial em atendimento aos clientes. Todos os seus funcionários são treinados para propiciar uma experiência única para os visitantes. Um dos princípios básicos do modelo Disney é que o problema de um cliente se torna o problema do colaborador, independentemente de sua função no parque.

O contrário desse modelo é aquele em que as pessoas delegam um problema para terceiros e dizem não ser sua responsabilidade resolvê-lo. Por exemplo, o caixa diz para um cliente que o chão está molhado, mas não é proativo para secá-lo, pois essa é a função do faxineiro.

Logo, a terceira dica é usar o “padrão Disney” em sua loja. Isso agregará muito valor para os clientes e a diferenciará da grande maioria dos varejistas.

Se precisar se aprofundar na metodologia de atendimento usada no parque, sugerimos a leitura do livro “O jeito Disney de encantar os clientes”.

4. Reforce o relacionamento com o cliente

Procure manter o bom relacionamento com os clientes, compreender a razão de suas escolhas e adaptar os processos internos de sua loja para oferecer mais comodidade e satisfação aos seus visitantes e consumidores.

Se o foco de sua gestão comercial for o lucro, ela fracassará por se esquecer das necessidades das pessoas. Contudo, se os interesses dos clientes forem mapeados e atendidos, então o lucro será uma consequência do planejamento orientado às demandas mais imediatas dos compradores.

Conclusão

Não existe uma gestão comercial certa ou errada, como se houvesse uma receita a ser seguida. Na verdade, existem as gestões que ajudam a vender mais e aquelas que não estão orientadas para isso. Logo, utilize as dicas aqui apresentadas e adapte essas boas práticas ao seu cenário. Assim o sucesso estará mais próximo de ser alcançado!

Você gostou dessas 4 boas práticas de gestão comercial? Quer descobrir outras formas de garantir uma boa receita e melhorar a experiência de compra dos clientes? Então leia agora mesmo o post “Transformação digital como potencial de escalabilidade no varejo” e confira outras dicas essenciais!

Quais os principais gargalos de PDV?

Já imaginou atrair um visitante para a sua loja, despertar sua atenção para um produto, favorecer que ele escolha alguns itens e, depois de tudo isso, ver ele abandonar as compras quando já estava disposto a pagar por elas? A desistência quase sempre é o resultado de gargalos de PDV.

Os gargalos de PDV são obstáculos percebidos pelo cliente que impedem uma compra ou a realização de algum processo. Por exemplo, filas e lentidão no pagamento, falta de informações sobre preços de produtos e ações promocionais, ausência de um item na prateleira, entre outros.

Boa parte desses entraves são ocasionados pelo uso de tecnologia pouco adequada ao PDV e às suas necessidades. Outra parte dos gargalos são criados pela falta de apoio à tomada de decisão que sistemas simplórios de frente de caixa acabam ocasionando. A escassez de relatórios é um bom exemplo de como eles interferem nas decisões estratégicas.

Abaixo listamos alguns gargalos de PDV e explicamos alguns meios de evitá-los. Continue lendo e confira!

Demora para efetuar o pagamento

As filas são um dos principais motivos para as pessoas desistirem de uma compra. O tempo gasto entre o fim da escolha do produto e o momento do pagamento é interpretado como um aborrecimento para o consumidor. Essa é uma das razões mais fortes para um percentual das compras do varejo ter migrado para o e-commerce, segundo a pesquisa Webshoppers.

A demora no processamento da compra pode ser causada por três fatores: lentidão do sistema do PDV; demora para a liberação de parcelamento caso o cliente queira usar o crediário e poucos terminais disponíveis para executar a venda.

Todas essas causas estão relacionadas, de alguma forma, ao sistema de gestão do PDV. Mais atendentes podem representar mais máquinas e maiores custos com licenciamento, ou o sistema é incapaz de fazer uma análise rápida contra fraudes, por exemplo.

Portanto, a solução é buscar uma boa tecnologia capaz de integrar, simplificar e agilizar todos os processos relacionados com a finalização de uma compra. Assim, o varejista ganha mais tempo para se dedicar ao cliente e o consumidor fica com uma excelente impressão da loja.

Reposição de produtos ineficaz

Nem sempre o problema de reposição é causado por poucas pessoas destinadas a essa função. Muitas vezes os itens em estoque acabam são armazenados de forma incorreta, dificultando o acesso ou a ciência sobre sua existência; ou o responsável pela reposição acaba priorizando outro produto e se esquece de dar atenção àquele que está faltando.

A tecnologia pode apoiar essa operação. Ela será a responsável por indicar quantas mercadorias ainda estão em estoque, alertar sobre a diminuição de determinado produto e atualizar constantemente, e em tempo real, o volume de itens disponíveis.

Desta forma ela automatiza boa parte dos processos e facilita a tarefa de todos os envolvidos com essa atividade, ao funcionar como uma fonte segura sobre o estoque da empresa.

Informações desatualizadas e descontinuados

Não só as informações sobre os itens em estoque são importantes, aquelas que dizem respeito aos fornecedores e aos clientes também são essenciais para melhorar o fluxo do PDV. Manter todos os dados atualizados é um desafio, caso sejam usados diversos sistemas na operação.

Por exemplo, se um software é usado para gerenciar o estoque, outro para executar as compras e cadastro de fornecedores e outro para registrar as informações dos clientes, provavelmente as integrações entre os sistemas falharão e comprometerão a frente de loja ou causará lentidão nas operações.

Por isso, prefira um sistema integrado que reúna todas as funcionalidades em uma plataforma. Além de simplificar a gestão, ajudará a reduzir problemas com fornecedores de TI e a manter um contato mais próximo com o parceiro que dá suporte da tecnologia.

Equipe pouco preparada para apoiar o cliente

Auxiliar o processo de compra e seleção de produtos é fundamental para alguns segmentos do varejo. No entanto, a equipe pode se sentir insegura para falar de um produto ou ação promocional, caso não esteja treinada e não conte com uma ferramenta de apoio.

O software voltado ao PDV pode ajudar a simplificar o treinamento e acesso a essas informações. Por exemplo, os atendentes podem ser instruídos sobre como usar um tablet ou smartphone para consultar o estoque, informações sobre o produto e regulamento de promoções.

Além dessas ações, capacitar os repositores, promotores e todos os envolvidos com a rotina do negócio também ajuda a reduzir os gargalos, filas e esperas por parte do cliente. Por exemplo, todos devem ser capazes de indicar em qual seção a pessoa pode encontrar determinado item ou saber a dinâmica das promoções para não informar equivocadamente o consumidor.

Certamente, ao adotar boas tecnologias e capacitar sua equipe, a qualidade do atendimento será elevada e a satisfação do cliente com sua marca também!

Relatórios gerenciais defasados

A maior dificuldade dos gestores é tomar decisões embasadas em dados confiáveis e atualizados. Esse obstáculo cria gargalos de PDV ao não oferecer insights e indicadores que diagnostiquem o que está acontecendo no cotidiano da loja. Muitos gestores usam o faturamento para detectar potenciais problemas, mas depois precisam investir horas de suas atividades para encontrar um gargalo em específico.

Uma tecnologia integrada de gestão do PDV oferece métricas confiáveis e sempre atualizadas, diminuindo o tempo entre a detecção, diagnóstico e tomada de decisão para eliminar os gargalos de PDV, por exemplo.

Conclusão

A função de um bom sistema de gestão é apoiar as rotinas, facilitar o acesso às informações estratégicas, gerar insights para reduzir ou eliminar os gargalos de PDV. Sem o apoio de um bom sistema as tarefas de atrair, despertar o interesse, apoiar e vender se tornam bem mais complexas que o necessário, podendo afetar o faturamento e o lucro dos varejistas.

Para se aprofundar mais no assunto, o livro “Gestão do Ponto de Venda“, de Maurício Galhardo e Adir Ribeiro é uma boa leitura complementar. Isso porque a obra discorre sobre a gestão do PDV no viés de Vendas, Pessoal e Finanças e traz a vivência de franqueados de sucesso.

A tecnologia pode eliminar ou criar gargalos de PDV. Contudo, nem mesmo um bom sistema de gestão é capaz de apoiar processos empresariais mal estruturados. Se quiser saber como criar e otimizar os processos em sua loja, confira nosso “Guia prático: otimize processos da sua empresa de varejo” e acabe com os obstáculos para o sucesso do seu negócio.