Como aplicar a estratégia omnichannel no varejo?

Quem administra um negócio sabe que se adaptar às novas tendências e realidades do seu segmento com rapidez pode definir o futuro da sua empresa. Nesse contexto, uma das tendências mais relevantes para quem atua no varejo é a estratégia omnichannel.

Trata-se de uma nova abordagem no modelo comercial de uma empresa, que oferece aos clientes experiências únicas de compra — quer estejam fazendo compras pessoalmente em uma loja física, por meio de dispositivos móveis ou sentado na frente do seu computador.

O principal benefício da estratégia omnichannel é aumento nas vendas com base na experiência de compra e na satisfação dos consumidores. Pensando em melhorar o seu entendimento sobre esse tema, preparamos este artigo. Confira!

O que é estratégia omnichannel?

Omnichannel é uma tendência desta última década no varejo que aposta na convergência de inúmeros canais de venda utilizados por uma empresa. A estratégia possibilita que o consumidor interaja ao mesmo tempo com mundo online e o offline simultaneamente.

O objetivo desse modelo é integrar lojas físicas e virtuais, além de “reinventar” a experiência de uso do consumidor final. Dessa forma, é possível explorar todas as possibilidades de interação com o usuário.

Antes desse modelo havia o multicanal que somava inúmeros canais para atender o cliente. O conceito de omnichannel se diferencia por focar na experiência do consumidor nos canais existentes de determinada empresa.

Podemos citar aplicativos que têm a mesma interface do site ou que tentam oferecer uma experiência muito similar à de comprar em uma loja física.

Tudo isso possibilita que o consumidor utilize todos os canais disponibilizados pela empresa e não haja mais barreiras entre o mundo físico e o mundo online. Por meio dessa integração de canais, o consumidor supre suas necessidades como desejar e no momento mais conveniente para ele, não se restringindo pelo local, horário ou ambiente.

Como implementar essa estratégia?

O primeiro passo para implementar a estratégia omnichannel na sua empresa é fazer a integração das áreas da forma mais gerenciável e automatizada possível. Oferecer a possibilidade de o cliente comprar na loja virtual e trocar o item pessoalmente em qualquer loja física é um bom exemplo disso.

Para que isso aconteça, os processos de logística devem estar integrados aos sistemas tecnológicos, permitindo que a implementação desse modelo ocorra sem complicações.

O serviço de atendimento ao cliente deve conseguir atender a todas as demandas dos consumidores — independentemente de ser ser uma dúvida, uma reclamação ou um elogio.

O marketing deve propor um plano alinhado às estratégias dos canais, possibilitando que o consumidor acesse a qualquer momento e sem nenhum problema as lojas, sejam elas virtuais ou físicas.

O sistema (software, processos e pessoas) deve ser adaptado e possibilitar que as lojas compartilhem informações entre si em tempo real. Isso inclui precificação de produtos, armazenamento (estoque), campanhas promocionais etc.

O setor responsável pelo suprimento deve ser muito rápido e tornar possível o fornecimento de produtos adequados para toda a cadeia de ambientes — lojas físicas e virtuais.

Como escolher o parceiro certo?

A estratégia omnichannel pode e deve ser aplicada ao seu negócio se você quiser melhorar o volume das vendas por meio da experiência do seu cliente. No entanto, existem ferramentas e/ou conhecimentos necessários para tornar esse processo possível — que exigem a presença de empresas especializadas no assunto.

Isso acontece porque o processo pode exigir a implementação de ferramentas como etiquetas eletrônicas para apresentar melhor e gerenciar seus produtos. Esse é apenas um exemplo, mas vale procurar uma empresa especializada no assunto para garantir o sucesso na implementação dessa estratégia.

O livro “Omnichannel Marketing: The Roadmap to Create and Implement Omnichannel Strategy”, escrito por Shady Ramadan, é um bom complemento do assunto. A obra fala sobre as mudanças no comportamento de compra do consumidor e como ainda há poucos varejistas oferecendo uma experiência madura de omnichannel, além de apontar as etapas necessárias para consolidar uma estratégia adequada aos novos hábitos.

Quer saber mais sobre estratégias para o varejo? Aproveite e baixe nosso e-book sobre BI e entenda como essa e outras soluções podem melhorar o desempenho do seu negócio!

Comunicado NFC-e

Como já foi informado anteriormente o Layout 3.10 utilizado na emissão da NFC-e será DESATIVADO no dia 02 de outubro de 2018. 

Leiaute 4.00

O novo leiaute foi implementado para atender as novas especificações da SEFAZ (NT 2016/002 v1.51).

Para isso, é necessário que todo Sistema Operacional seja compatível com o protocolo de comunicação segura dos Web Service TLS 1.2 ou superior.

Não sendo mais possível o uso do protocolo de comunicação segura SSL v3.0.

Protocolo de comunicação segura TLS 1.2

A versão 4.00 dos Web Service requer o uso do TLS 1.2 como protocolo de comunicação segura, sendo necessário ter o .NET 4.5 ou superior no equipamento, o que pode resultar na necessidade de atualizar o Windows

 

.NET framework 4.5 ou superior

O .NET framework 4.5 ou superior é suportada a partir do Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 Service Pack 1

Usuários de Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 Service Pack 1 que não conseguirem estabelecer a conexão com TLS 1.2, devem fazer a atualização do Service Pack 2.

CEST

Passa a ser obrigatório para os produtos enquadrados no regime de Substituição tributária.  Vide a legislação do seu estado, pois pode variar de estado para estado.

Atualização

É obrigatório que as versões dos aplicativos estejam atualizadas na sequência e versões abaixo ou superiores:

Ordem
de Instalação
Aplicativo Versão
Sac Gerencial 2.7.28
SacCom 2.3
XML Connect 3.9
GuardaCom 14.4
Guarda 5.1
NFCeCom 6.0
NFC-e Lumi (Guardião) 1.98
PDVCom 5.32
PDVLumi 5.1.038

Gestão financeira: conheça os principais KPIs financeiros para sua empresa

Uma boa gestão financeira é responsável por garantir que o negócio seja lucrativo, rentável e que tenha sempre disponibilidade de recursos para seu bom funcionamento. Para uma boa gestão, entretanto, é preciso que haja controle sobre todos os fluxos de entrada e saída do departamento financeiro de uma empresa.

Os indicadores de desempenho são fundamentais para que os gestores possam acompanhar o resultado de suas operações. Veja, a seguir, alguns dos principais KPIs financeiros para sua empresa e saiba como usá-los!

Relatório de lucros e perdas

O indicador de lucros e perdas é um dos mais importantes, pois mostra, em forma de um relatório, quais foram as entradas e saídas do negócio, de modo a indicar sua saúde e lucratividade em geral.

Esse indicador utiliza todos os valores que entraram na empresa a partir das vendas e todos os custos associados a essas mesmas vendas. Os custos vão desde aqueles com a estrutura e produção até os gastos com salários, treinamentos e distribuição.

A partir dele, também é possível calcular margens de lucro, como a margem bruta e a líquida, e qual é o lucro líquido do negócio. Com esse último cálculo, inclusive, você pode avaliar se a precificação dos produtos ou serviços está correta.

Capital de giro

Conhecido também como “working capital, o capital de giro diz respeito à quantidade de recursos da qual sua empresa dispõe para pagar obrigações em curto prazo. É a medida de capital imediato que sua empresa possui para investir ou cumprir obrigações.

O cálculo do capital de giro é dado pela diminuição de todos os ativos circulantes, como contas a receber, estoque e fundo de caixa e os passivos circulantes, como contas a pagar e parcelas do financiamento.

Fazer um planejamento do capital de giro necessário para que sua empresa opere tranquilamente, pode garantir mais tranquilidade nas operações financeiras, garantir a entrega do produto/serviço no tempo esperado pelo cliente e evitar ônus relacionados à falta de recursos disponíveis para cumprimento de obrigações( ex: pagamento de juros por pagar boletos em atraso).

Índice de liquidez geral

Já o índice de liquidez geral está relacionado à capacidade que o seu negócio tem para cumprir com suas obrigações e pagar suas contas em dia. Basicamente, esse índice é calculado dividindo os recursos atuais pela necessidade de pagamento.

Se a sua empresa possui R$20.000,00, atualmente, e tem contas no valor de R$10.000,00, então o índice de liquidez geral é de 200%, o que significa que sua empresa tem dinheiro o suficiente para quitar as dívidas duas vezes. Quanto maior for esse índice, mais capaz de cumprir com as obrigações sua empresa será.

Em suma, o índice de liquidez indica quanto dinheiro uma empresa é capaz de gerar a curto prazo. Uma das utilidades desse indicador é a possibilidade de saber se a instituição conseguiria honrar com os compromissos e efetuar pagamentos de dívidas em curto prazo. Capital de giro e estoque são exemplos de ativos de alta liquidez.

Quando esse indicador está abaixo do recomendado, significa que a empresa está investindo em atividades de retorno em longo prazo mais do que deveria. Da mesma forma, quando esse indicador está muito alto, significa que o dinheiro está parado em algum lugar (estoques, caixa, etc.) e deveria estar sendo investido em outras atividades para trazer mais retorno financeiro.

Recebimentos

Esse indicador está muito ligado ao índice de liquidez geral, pois faz não somente o acompanhamento do faturamento, mas também entende quanto há para receber de fato. Isso porque faturamento não é garantia de recebimento.

Um exemplo comum é quando uma empresa vende produtos parcelados em muitas vezes e espera longo tempo pelo recebimento. Nesse exemplo, a empresa faturou, mas ainda não recebeu.

Para empresas que precisam de um fôlego financeiro, é interessante não conceder crédito com parcelamentos longos e, menos ainda, para clientes inadimplentes.

Ponto de equilíbrio

Ponto de equilíbrio é o valor ou a quantidade que a empresa precisa faturar para emparelhar com o custo dos produtos e/ou serviços vendidos, as despesas fixas e as despesas variáveis (custos operacionais). No ponto de equilíbrio, a empresa não terá prejuízo, mas também não terá lucro.

Esse indicador diz, também, o ponto em que você passará a ter lucros, em vez de apenas pagar contas. A maioria dos empresários usa esse indicador para se motivar, pois, a partir daquele ponto, tudo que conseguirem faturar até o fim do mês fará a diferença para o crescimento da empresa.

Para algumas pessoas, esse é um cálculo difícil de fazer e até de entender. É por isso que ter ferramentas que dizem em tempo real quando você chegou ao ponto de equilíbrio é tão importante. Essa conta é especialmente complexa de fazer, uma vez que nos custos operacionais

também podem estar inclusos incidentes (como um equipamento quebrado). Nesse caso, mais uma vez, é importante ter um software pra te ajudar nessa conta e garantir apontamentos financeiros mais precisos.

Taxa de abandono de clientes

A taxa de abandono de clientes, por sua vez, diz respeito a quantos clientes compraram produtos ou contrataram serviços em sua empresa e, depois de um período, decidiram não mais fazer negócios com você. Essa taxa é calculada pela relação entre o número de clientes que abandonaram a empresa e o número total de clientes.

O objetivo do negócio deve ser manter essa taxa o mais baixo possível, pois esse indicador pode apontar a insatisfação dos consumidores.

Taxa de retenção de clientes

Você já deve ter ouvido falar que reter clientes é muito mais barato do que conquistar novos, certo? É por essa razão que a taxa de retenção é um KPI financeiro importante para o seu negócio — quanto maior ela for, menores serão os custos para garantir o lucro para o negócio.

Esse indicador é calculado por uma relação entre o número de clientes recorrentes e o número de clientes totais. Assim, quanto maior for essa taxa, mais fidelizados e satisfeitos são os clientes — e, por consequência, maiores são as chances de que eles indiquem sua empresa para outras pessoas.

Conclusão

Os principais KPIs financeiros para sua empresa incluem desde os indicadores de lucros e prejuízos, de capital de giro e o índice de liquidez total e vão até a taxa de abandono e retenção de clientes. Ao utilizá-los, fica mais fácil compreender a atuação e o impacto do seu negócio e agir de forma a maximizar os lucros sempre com uma boa gestão financeira.

Esperamos que este artigo possa ter ajudado a entender melhor o conceito dos KPIs financeiros. Os processos financeiros precisam ser os mais precisos e controlados possíveis, pois resumem todas as demais operações de uma empresa. A prática mais correta para fazer o acompanhamento de todos esses indicadores é contar com a ajuda da tecnologia. Aliás, mais do que ajudar, ela pode fazer 100% desses controles.

Você pode contar com a ajuda de ferramentas gratuitas, como Google Analytics, ou caso entenda que precisa de ferramentas mais específicas para sua empresa, procure especialistas como a LUMI SOFTWARE para ajudar. Entre em contato conosco e saiba como podemos fazer isso.

Um dia para avançar no varejo

No dia 03 de outubro realizaremos o LUMI DAY.

Nosso evento contará com a seguinte programação a partir das 19:00 às 22:00.

19:00 Abertura do Evento
André Sousa – Revenda BA
 
19:10 Apresentação Grupo Lumi
Rodrigo Vidal
19:30 Apresentação SOCIN
Túlio Candiani
19:50 Coffee Break
20:10 Apresentação Capital+
20:40 Cases de Sucesso
21:10 Perguntas e Respostas
21:30 Sorteios
22:00 Encerramento

Os palestrantes atuam em diversas regiões do país e serão trazidos pela LUMI para oferecer aos clientes informações que vão colaborar com o crescimento das vendas e uma melhor gestão de suas empresas.

O evento será oferecido para 100 convidados e contará também com um delicioso coffee-break.

Para participar basta clicar aqui.

Data: 03/10
Horário: 19h00 às 22h00
Local:  Bahia Othon Palace Hotel – Salão Pelourinho A – Salvador/BA. 

Como a automação auxilia na escalabilidade do negócio?

Dado o cenário empresarial atual, em que cada vez mais a tecnologia se torna um elemento estruturante das organizações, é praticamente impossível falar em escalabilidade do negócio sem citar todo o potencial que a automação, digitalização de processos e outras soluções tecnológicas representam para tornar a empresa escalável e mais competitiva.

É certo que o sucesso empresarial não ocorre do dia para a noite. No entanto, ações estratégicas e inteligentes são necessárias desde o início, visando o crescimento do negócio e a sua representatividade no mercado. Afinal, em um cenário tão competitivo, é preciso tomar as decisões certas para que as coisas aconteçam.

Por isso, pensando em ajudá-lo nesse aspecto, preparamos este post para mostrar como a automação pode ser a estratégia ideal para garantir a escalabilidade do negócio, preparando-o desde logo para o sucesso. Acompanhe!

Escalabilidade do negócio: o que isso significa?

Podemos definir escalabilidade como a capacidade que um negócio tem de aumentar a sua atuação, seja vendendo ou produzindo mais, sem que essa expansão nas atividades represente o aumento nos seus custos operacionais.

Em outras palavras, é o poder que a empresa tem de crescer e aumentar seu faturamento, sem que isso implique crescimento proporcional nos custos.

A partir daí, fica simples entender por que a escalabilidade é um objetivo compartilhado por todos os tipos de empresas. Afinal, essa é a forma mais estratégica de aumentar a competitividade do negócio conciliando eficientemente os custos.

Como a tecnologia pode reforçar a escalabilidade do negócio?

Existem diferentes pontos em que a tecnologia pode contribuir para a escalabilidade de um empreendimento. O fato é que o seu grande potencial de otimização, modernizando processos e dando uma roupagem mais eficiente para as atividades diárias, traz uma série de vantagens.

Nesse sentido, softwares de automação são inovações altamente estratégicas para a melhoria da escalabilidade do negócio. Isso porque essa ferramenta dinamiza e otimiza processos importantes da rotina da empresa, como a gestão dos custos, pessoal, além de oferecer um suporte informativo mais robusto para a tomada de decisão, a partir de dados e estatísticas concretos da organização.

Em razão disso, os seguintes pontos surgem como reflexos positivos:

Redução de custos e inovação

Nesse caso, a tecnologia é essencial para a otimização de processos internos. A exemplo, podemos citar:

  • gestão e administração dos negócios, a partir da substituição de processos manuais, lentos e burocráticos por alternativas automatizadas, mais baratas e eficientes;
  • integração de diferentes modelos de negócio, como é caso das lojas físicas integradas ao varejo online.

Essa modernização dos processos também reduz a demanda sobre a mão de obra, já que diferentes atividades são automatizadas, o que torna a operação da empresa mais enxuta e econômica, além de ser mais fácil de aumentar a sua atuação, já que passa a não depender do aumento proporcional de colaboradores.

Atuação mais estratégica e baseada em dados

A tecnologia também é uma aliada das empresas no que tange à tomada de decisão estratégica. Com o reforço gerencial trazido por softwares e sistemas integrados, gestores e líderes tem muito mais visibilidade sobre a operação da empresa, podendo se apoiar em dados precisos para conduzir e decidir sobre as mudanças e novos investimentos.

Esse é um ponto de extrema relevância, sobretudo quando se objetiva a escalabilidade. Afinal, ter pleno conhecimento sobre a empresa e seu funcionamento ajuda a identificar pontos de atenção, nos quais é necessário intervir e melhorar para escalar os negócios.

Automação e escalabilidade do negócio são termos praticamente complementares no mercado atual. A possibilidade de melhorar os processos da empresa a partir da modernização e recursos de automação é a chave para o crescimento estratégico, já que os negócios modernos estão mais alinhados com os padrões do mercado e podem aproveitar melhor as oportunidades de crescimento, a exemplo do e-commerce.

Então, gostou deste post e quer saber como tornar a sua empresa mais escalável e competitiva? Podemos ajudá-lo! Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!

Como agradar o seu consumidor 4.0?

Com a constante evolução da tecnologia e a consequente mudança nos hábitos de consumo das pessoas, as empresas precisam estar cada vez mais atentas aos novos padrões e tendências do mercado.

O consumidor 4.0, por exemplo, é fruto da transformação digital que marca o cenário empresarial atualmente, no qual conceitos como a IoT (Internet of Things), Big Data, Cloud Computing, Inteligência Artificial e Mobile já estão inseridos no dia a dia dos negócios contemporâneos.

Em razão do acesso facilitado a todo tipo de informações e do amplo conhecimento sobre o mercado e as marcas, as pessoas estão mais dinâmicas e exigentes quanto ao atendimento de suas necessidades. Por isso, as empresas precisam saber como agradá-las, oferecendo diferenciais relevantes.

Pensando nisso, preparamos este post para mostrar a você como cativar o consumidor 4.0 e alinhar as estratégias do seu negócio com os novos padrões de consumo. Confira!

Entenda o conceito de consumidor 4.0

O atual perfil desse tipo de consumidor corresponde a um indivíduo totalmente conectado às novas tendências e que preza pelo atendimento ágil, remoto e simplificado das suas demandas.

O consumidor 4.0 é um reflexo da indústria 4.0, cujo conceito se apoia em ideais de inovação muito valorizados nos dias de hoje, como é o caso dos serviços digitais mobile, o uso de diferentes canais de atuação e interação e a massiva utilização das mídias sociais.

Assim, podemos afirmar que esse tipo de cliente está habituado a solucionar todas as suas demandas por meio de dispositivos móveis. Desde compras, pagamentos, reclamações, até contratações de serviços são feitos remotamente, poupando tempo e desgaste — fatores altamente valorizados por ele.

Saiba como agradar o consumidor 4.0

Como vimos, o novo perfil de consumidor tem como marca a conectividade. Prova disso é o resultado da pesquisa realizada pela Ogilvy Brasil, a qual demonstra a preferência do consumidor brasileiro em relação a empresas que operam no mercado de tecnologia.

Esse fato é a prova de que o novo consumidor preza pela facilidade na hora de solucionar seus problemas e prefere empresas que se atentam a tal fato, criando novas soluções para tornar a vida mais simples, a exemplo do que fazem algumas gigantes do mercado de tecnologia.

Além disso, é necessário pontuar também que o consumidor 4.0 está sempre navegando na internet. Portanto, de acordo com este artigo do jornal Meio e Mensagem, as empresas que querem se destacar precisam explorar ainda mais as mídias sociais, seja para entender os hábitos e o comportamento de seus clientes ou para inovar na forma de interagir com seu público.

Vejamos a seguir algumas estratégias que podem ser utilizadas para agradar esse tipo de consumidor:

a) Omnichannel

Esse é um dos grandes marcos do mercado moderno. A possibilidade de integrar diferentes canais da empresa, dando a oportunidade para que o cliente opte por aquela que mais lhe agrada é certamente um diferencial altamente atrativo.

O fato de poder pesquisar, escolher e comprar um produto online e retirá-lo em uma loja física próxima da sua residência materializa a ideia de comodidade e aproveitamento do tempo — itens importantes para esse novo modelo de consumo.

b) Marketing digital

Outra forma de garantir a proximidade com o consumidor 4.0 é se apoiar em estratégias de marketing alinhadas aos seus hábitos, e o marketing digital tem exatamente essa roupagem. Utilizando de diferentes canais de interação, como sites, blogs, mídias sociais e aplicativos, a empresa pode atuar mais conectada ao seu público, dinamizando a interação ao levá-la para o ambiente digital.

Nesse sentido, é importante destacar o papel das estratégias de marketing digital na hora de traçar o perfil do consumidor, o que servirá para ajustar a atuação do negócio, modelando com mais precisão seus produtos e serviços. Ou seja, é uma forma não só de conhecer melhor o cliente, mas de entender suas demandas e preparar a empresa para atendê-las adequadamente.

Você pode entender mais sobre esse assunto com o livro Marketing 4.0 — Do Tradicional ao Digital, escrito por um dos maiores especialistas da área, Phillip Kotler.

Conclusão

Por fim, como vimos, agradar o consumidor 4.0 é mais uma questão de conhecê-lo e ajustar a empresa para essa nova realidade. Nesse sentido, investir em inovação, trazendo uma postura mais moderna e conectada para a atuação do negócio é, sem dúvida, o caminho para que o público valorize sua empresa.

Já que estamos falando de inovação e novos hábitos do consumidor, aproveite para ler também o nosso artigo sobre transferência eletrônica de fundos e os benefícios desse modelo!