Comunicado urgente: Atualização de tabela de NCM

 

Foi publicada na Resolução Camex nº 11 de 2018, com vigência a partir 01/07/2018, apresentando inclusões e exclusões de códigos na tabela de NCM –Nomenclatura Comum do Mercosul. Nesses termos, essa resolução tem o objetivo de regulamentar as alterações na tabela de NCM utilizada pela NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) e NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica).

O sistema possui o módulo validador de NCM, no qual é possível gerar um relatório contendo a relação de produtos a serem corrigidos. Em caso de dúvida acesse nossa FAQ.

 

 

Transferência eletrônica de fundos: como funciona e quais os benefícios?

As preferências do consumidor mudam com uma velocidade surpreendente e, para atender às demandas que emergem no dia a dia, as empresas precisam encontrar novas formas de se adequar. No caso do varejo, um novo comportamento ligado à forma de pagamento despertou a necessidade de aliar tecnologia e consumo: surgiu, então, a transferência eletrônica de fundos.

Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o TEF e conhecer as vantagens de adotar o sistema. Além disso, também saberá de que forma é possível implementá-lo no seu negócio — sem complicação e dor de cabeça. Preparado? Vamos lá!

O que é o sistema de Transferência Eletrônica de Fundos?

Transferência Eletrônica de Fundos, como o próprio nome sugere, é um sistema que possibilita a movimentação financeira virtual entre instituições. Trata-se de uma tecnologia de comunicação que liga empresas que atendem ao cliente final às administradoras de cartão, facilitando as transações monetárias ainda no Frente de Loja.

O TEF, portanto, funciona com o propósito-chave de transferir fundos, inicialmente armazenados em uma conta bancária, de forma eletrônica, ágil e segura, gerando mais comodidade e eficácia na troca comercial de valores.

A partir de uma pinpad — as conhecidas máquinas de cartão —, existe a captação das transações, que são então transmitidas para a rede adquirente via internet.

Quem é quem na transação?

Fornecedora de Software

É a empresa responsável por desenvolver o software que vai integrar o fluxo de dados entre o pinpad (leitor de cartões), as redes adquirentes e o sistema de gestão de PDV (Ponto de Venda) utilizado em sua empresa, além de garantir que as informações geradas em cada transação alimentem corretamente o CRM.

Redes adquirentes

As redes adquirentes são aquelas responsáveis por automatizar a liquidação financeira das transações com cartões de crédito ou débito.

São elas que fazem a comunicação entre as Bandeiras, responsáveis pela administração dos cartões (Visa® e Mastercard®, por exemplo), e os bancos emissores para verificar saldos e segurança no momento de aprovar as transações.

Você pode contar com mais de uma rede adquirente no seu estabelecimento e, assim, fazer a gestão de suas cobranças realizando as transações com a que estiver oferecendo as melhores taxas no momento.

Quais as opções de TEF disponíveis?

TEF discado

Geralmente utilizados por estabelecimentos de pequeno e médio porte, precisam estar conectados a uma linha telefônica comum. Para cada transação é realizada uma comunicação com os sistemas das administradoras e, após a aprovação, a conexão é desfeita.

TEF dedicado ou TEF IP

Diferentemente da modalidade discada, aqui temos uma conexão com as administradoras que permanece ativa 24 horas por dia. Para isso, é preciso ter um contrato de linha telefônica exclusiva para o TEF, que exige ainda um roteador e um modem externo para funcionar.

TEF em nuvem

Nessa modalidade, a provedora do serviço de computação em nuvem conecta o estabelecimento às bandeiras que farão a autenticação das transações. Assim a exigência de investimento em infraestrutura é menor, por exigir menos gastos com servidores de autenticação e circuitos de comunicação.

POS (Point of Sale)

São as populares “maquininhas de cartão”. Apresentam um custo mais acessível que o da transferência eletrônica de fundos, porém não operam sob todas as bandeiras, aceitando apenas os cartões operados por sua fornecedora. Não dependem de nenhuma outra estrutura para funcionar e podem ser operadas, inclusive, por rede de celular.

Como escolher a melhor opção para seu negócio?

A primeira escolha a ser feita é entre um sistema TEF (discado, dedicado ou por IP) e um sistema POS. O POS possui preços mais atrativos, é o mais simples de ser utilizado e é móvel. Porém ele não é integrado ao sistema de automação comercial da empresa.

O sistema TEF exige um investimento inicial mais elevado, porém pode ser mais econômico para os estabelecimentos que utilizam várias redes adquirentes.

Como é integrado com o sistema de automação comercial, apresenta maior facilidade para a gestão financeira e uma série de outros benefícios, como os detalhados abaixo.

Quais são os benefícios de oferecer a opção de TEF no seu negócio?

Segundo uma projeção da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito), as compras com cartão de crédito devem movimentar, até o fim de 2017, cerca de R$ 1,22 trilhão.

Ignorar um mercado tão expressivo e promissor seria uma grande loucura empresarial, principalmente para aqueles que trabalham com varejo, inclusive podendo comprometer seriamente a perenidade do negócio.

Nesse cenário, contar com a transferência eletrônica de fundos já desponta como essencial; afinal, corresponder às expectativas do consumidor e estar preparado para atendê-lo em suas necessidades é determinante para fidelizá-lo.

Como é possível implantar a transferência eletrônica de fundos?

Para viabilizar a implantação do sistema TEF — e também para estar de acordo com as exigências fiscais e tributárias —, o estabelecimento precisa basicamente de quatro itens: software para o Frente de Loja, sistema de emissão de cupom fiscal, TEF e pinpad.

O procedimento é simples, rápido e seguro, podendo ser utilizado, inclusive, por empresas que não contam com um caixa totalmente automatizado. O segredo para evitar transtornos durante a adoção do sistema de transferência eletrônica de fundos é escolher o fornecedor adequado, construindo uma relação mútua de confiança.

Quais regras devo seguir?

Desde 2008, o TEF é mandatório a todos os empreendimentos que vendem direto para o consumidor final cujo faturamento anual esteja acima de R$ 120.000, acompanhado da obrigação de emissão cupom fiscal de venda.

Alguns segmentos, como supermercados, lojas de departamento, vestuários e magazines também são obrigados a adotar a modalidade. As Secretarias de Fazenda estaduais estão aptas para realizar a fiscalização dos equipamentos, sendo que cada um apresenta suas portarias específicas.

Conclusão

Vale sempre lembrar que é proibido fazer uso de recursos ou ferramentas que alterem as informações registradas no cupom fiscal ou possuir circuitos eletrônicos que controlem separadamente o aparelho impressor.

Se o seu negócio precisa crescer e você está em busca das melhores soluções em tecnologia, já sabe que encontrou o lugar certo. Se ainda tem alguma dúvida sobre transferência eletrônica de fundos, deixe seu comentário no post para continuarmos a conversa!

“Clique e retire”: conheça mais sobre essa tendência

Acompanhar tendências do setor de varejo é fundamental para um bom crescimento do negócio. Com a concorrência cada vez mais acirrada, as empresas que não oferecem diferenciais perdem grandes oportunidades no mercado.

Uma das tendências mais utilizadas atualmente, principalmente para aquelas que possuem lojas e-commerce e unidades físicas, é o sistema de clique e retire.

Sendo assim, continue a leitura e saiba mais sobre este assunto, quais são as principais vantagens que ele proporciona ao consumidor e ao vendedor e, também, o que é necessário para a sua implementação.

O que é “clique e retire”?

O sistema de clique e retire é aquele no qual o consumidor pode realizar a compra no site da loja e agendar a retirada em uma das unidades físicas da sua região, imediatamente ou após um prazo específico para a separação em estoque.

Nesse procedimento, o próprio cliente informa em qual unidade deseja realizar a retirada, e o estabelecimento notifica o comprador assim que o produto estiver disponível.

Quais as vantagens desse sistema para o consumidor?

O consumidor se beneficia do sistema de “clique e retire” pela agilidade no processo de obtenção do seu produto. Quando a compra é entregue em casa, há uma demora relativa à separação do item em estoque, traslado ou Correios e até a casa do cliente.

Muitos clientes — especialmente aqueles que moram em casas ou condomínios sem porteiro — não têm disponibilidade para aguardar a entrega do produto, sendo o “clique e retire” a melhor opção.

Outro benefício é o valor mais acessível, já que no e-commerce não há repasse de despesas como manutenção da loja e pagamento de funcionários.

Além disso, não há o pagamento de frete, já que, ao optar por essa modalide, o consumidor arca com os custos.

Por fim, o comprador pode realizar a pesquisa de preços no conforto e comodidade da sua casa e obter o produto mais rapidamente.

Quais as vantagens para o lojista?

O lojista também recebe uma série de vantagens ao adotar o sistema “clique e retire”. Em primeiro lugar, a praticidade oferecida ao cliente potencializa as chances de realizar a conversão.

Além disso, essa tendência aumenta o valor total de vendas, já que diminui a taxa de abandono do carrinho, ao verificar que, para retirada em loja, não há pagamento de frete.

Outro ponto positivo é trazer o cliente para a loja física, aumentando as chances de que, durante a visita, ele encontre algum produto que deseja e realize uma nova compra.

Como implementar o sistema de modo eficiente?

Em primeiro lugar, é necessário apostar em uma forte tendência: o omnichannel. Trata-se da convergência entre os canais da empresa varejista, integrando lojas físicas, e-commerce e canais de atendimento, de forma que o cliente não veja diferença entre o ambiente online e offline.

Para isso, tanto a loja física quanto o site devem possuir estratégias alinhadas e estar aptos a realizar essa integração eficientemente. Ao estar um site que funcione adequadamente e cujas informações estejam claras para o usuário, a tendência é que o consumidor concretize a compra.

É importante que a empresa ao implementar o projeto de e-commerce disponibilize a opção de retirada na loja de forma clara. Estudos apontam que uma boa opção é apresentar esse botão antes mesmo do checkout, no ato de inserir o item no carrinho, ou quando há o cálculo do frete.

Outro ponto importante é o uso de um software gerencial, de forma a controlar estoques, ter uma gestão de demanda eficiente, verificar disponibilidade de produtos e regularizar a logística da rede.

Conclusão

O “clique e retire” é uma realidade e as empresas que investem nisso conseguem se destacar e oferecer um diferencial competitivo. Então, não fique para trás e invista nesse sistema.

Aproveite e saiba mais como gerenciar seu e-commerce por meio de livros sobre o tema:

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Comunicado urgente: Ainda utiliza o Windows XP?

 

Em preparação para a instalação da nova versão da Nota Fiscal Eletrônica e Nota ao Consumidor Eletrônica 4.0, em acordo com a Nota Técnica de 2016/002 da Nota Fiscal Eletrônica do Governo Federal, será necessário que todos os ambientes Windows onde estão instalados os Pontos de Venda (PDV) e as estações de trabalho onde se realizam as emissões de notas fiscais, estejam instalados com Windows 7 Service Pack 1 e Windows Server 2008 R2 SP1 ou superior.

Este requisito visa atender a atualização obrigatória do programa “.NET Framework 4.5″ desenvolvido pela Microsoft e definido pela nova norma.

IMPORTANTE esclarecer que os terminais que estiverem com versões inferiores ficarão impossibilitadas de emissão de NF-e e NFC-e! Portanto, as providências devem ser tomadas de imediato!

O prazo final para esta atualização do Windows será até o 02/08/2018 para NF-e e 02/10/2018 para NFC-e, quando a nova versão do PDV LUMI e LUMI GERENCIAL já deverão estar atualizadas em seu estabelecimento.

 

Como evitar o sequestro de dados e informações desprotegidas?

Dados e informações confidenciais desprotegidas são um grande risco para os negócios, independentemente do tamanho da empresa. Deixar brechas para se tornar vítima do sequestro de dados pode significar não apenas prejuízo financeiro, mas também atrasos operacionais, danos à marca e processos judiciais.

Pensar que uma violação de dados não acontecerá com a sua empresa, porque nunca aconteceu antes, é uma atitude arriscada. Por isso, seja o herói que sua companhia precisa: aprenda, neste artigo, as melhores dicas para proteger suas informações e as dos seus clientes. Confira!

O que é sequestro de dados?

O sequestro de dados é um tipo de ação realizada por cibercriminosos, que infectam celulares, tablets ou computadores com vírus capazes de roubar os arquivos armazenados sem deixar rastros ou, ainda, criptografá-los de forma que o usuário só consiga acessá-los novamente após pagar algum valor em dinheiro pedido como resgate.

Quando alguém é vítima desse tipo de ação, mesmo pagando a quantia pedida, não há garantias de que os hackers vão restabelecer o acesso aos arquivos sequestrados.

Felizmente, é possível evitar um sequestro de dados tomando algumas precauções simples.

Como evitar esse problema?

Antes de tudo, faça backups rotineiros

Fazer backups regularmente é a etapa mais importante para evitar desastres digitais. Eles ajudam a garantir que, independentemente da sua estratégia de segurança atual, você tenha dados seguros e limpos para manter os negócios em execução no caso de perda de informações, ataque de hackers ou, até mesmo, desastres naturais.

Os backups ajudam você a reconstruir sua rede, funcionando como uma apólice de seguros: é bom ter uma, mesmo torcendo para nunca precisar utilizar.

Entre as boas práticas de backup estão:

  • cópia de backup na nuvem;
  • criptografar os dados do backup antes de enviá-los via internet;
  • ter uma rotina automática para realizar backups pelo menos uma vez por dia;
  • testar a integridade dos backups.

Tenha cuidado com as redes wireless

Se você tem computadores e gadgets utilizados frequentemente fora do ambiente da sua empresa, tome cuidado com as redes de wi-fi públicas. Elas são um alvo fácil para hackers, que podem simular uma rede de aparência inofensiva, com acesso à internet aberto para que qualquer um se conecte sem a necessidade de senhas.

Para evitar cair nessa armadilha, oriente seus funcionários para que somente conectem os aparelhos da empresa em redes conhecidas e verificadas.

Não use softwares ilegais

Alguns programas e aplicativos comuns no dia a dia, por exemplo, podem ser muito caros para uma empresa de pequeno ou médio porte. Assim, alguns funcionários acabam instalando versões piratas no computador no trabalho.

As consequências dessas instalações vão muito além das óbvias repercussões legais, já que softwares piratas são uma das maiores portas de entrada para o sequestro de dados e outros malwares que podem afetar a empresa.

Estabeleça uma política adequada para evitar esse tipo de prática e inclua no inventário periódico o levantamento de todos os softwares que seus funcionários estão utilizando nos computadores da empresa.

Instale um bom antivírus nas máquinas e na rede

O software antivírus é a melhor ferramenta para reconhecer e remover arquivos e programas que possam ser porta de entrada para hackers realizarem o sequestro de dados.

O Windows Defender, o AVG ou o McAfee são boas opções de linha de defesa contra a ação de cibercriminosos. Com eles também é possível validar previamente os equipamentos de terceiros que tentem se conectar à sua rede de dados.

Além do antivírus, certifique-se de que programa de firewall e a função Bluetooth do seu computador estejam permitindo que apenas conexões confiáveis acessem a rede da sua empresa.

Conclusão

Agora que você já conhece a importância da segurança da informação e sabe como aplicá-la em sua empresa para evitar o sequestro de dados, é importante deixar que as medidas adotadas sejam um entrave na usabilidade, performance e experiência do usuário.

O livro “Trilhas em Segurança da Informação: caminhos e ideias para a proteção de dados” pode ser um ótimo auxílio na dosagem da proteção por meio da análise dos riscos no percurso.

Permita que seus amigos e seguidores se protejam também: compartilhe este artigo por meio das suas redes sociais!

Confira 4 benefícios do self checkout para supermercadistas

Self Checkout vem ganhando cada vez mais espaço no setor supermercadista brasileiro. A tendência tem atraído inúmeros gestores de lojas e estabelecimentos comerciais com perspectiva de inovação.

O serviço consiste, basicamente, em caixas de autoatendimento em que o consumidor assume a função de escanear e pagar por suas próprias mercadorias. O fato de brasileiros estarem cada vez mais familiarizados com a tecnologia tem viabilizado a implementação do sistema por aqui.

Por isso, neste conteúdo mostraremos os principais benefícios do Self Checkout para supermercadistas. Quer entender mais? Então continue a leitura do artigo para conferir tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

1. Redução de custos e uso de espaço físico

Existem variados formatos de Self Checkout e, em geral, as tecnologias são capazes de transformá-lo em uma central de autoatendimento com cerca de um terço do tamanho de um terminal de atendimento comum.

Isso significa que, no mesmo espaço, é possível instalar três caixas com sistema Self Checkout. Ou seja, o serviço proporciona economia com infraestrutura, já que exige menos para atender mais.

Vale ressaltar, também, que o uso dessa tecnologia ajuda a reduzir custos com mão de obra, já que o número de colaboradores por pontos de vendas é proporcionalmente reduzido.

Por exemplo, um único funcionário pode administrar de 3 a 6 Self Checkouts de uma só vez, acompanhando e auxiliando os clientes durante o processo de compras.

2. Melhoria na experiência do consumidor

Sem dúvidas, um dos maiores benefícios do serviço é o exponencial aumento no índice de satisfação dos clientes, principalmente aqueles que possuem poucas mercadorias e não precisam mais enfrentar um dos maiores inconvenientes dos supermercados: as enormes filas.

A possibilidade de realizar seu próprio atendimento reduz o tempo do processo em até 30%, tornando a experiência do consumidor muito mais positiva, a ponto de fidelizá-lo à marca.

3. Aumento do faturamento

Segundo uma matéria do Portal APAS, o retorno de investimento em estações de Self Checkout é rápido e rentável, pois o fluxo de clientes na loja é significativamente mais alto, consequentemente aumentando o faturamento da empresa.

O fato de fidelizar os consumidores ao estabelecimento gera um ciclo de vendas promissor e com longa duração, pois além das mídias tradicionais para divulgação do serviço, o cliente satisfeito acaba assumindo o papel de promotor.

Isso significa que o indicará para amigos e familiares, convidando-os a conhecer o serviço. Além disso, é um fato que o Self Checkout desperta a curiosidade dos consumidores. E se eles tiverem uma experiência positiva, o indicarão para cada vez mais pessoas.

4. Aumenta o índice de competitividade da loja

Um dos maiores benefícios da implementação do Self Checkout, considerando que é uma tendência em ascensão e que tem sido aderida por inúmeros empreendedores brasileiros, é o aumento da competitividade da empresa.

Afinal, se o consumidor puder escolher, optará pelo estabelecimento que proporcione mais agilidade, conforto e autonomia durante as compras.

Conclusão

Como você pôde conferir neste artigo, o Self Checkout é uma tendência que vem ganhando cada vez mais espaço nos supermercados brasileiros. Implementá-lo é uma forma de garantir competitividade à sua marca e mantê-la atualizada no mercado moderno.

Para otimizar ainda mais os conhecimentos e técnicas aplicáveis em sua empresa, além de se manter atualizado no contexto de um mercado composto por consumidores digitalizados, considere a leitura do livro Varejo e Brasil: Reflexões Estratégicas, da editora Gouvêa de Souza.

Você ainda tem alguma dúvida sobre os benefícios do Self Checkout? Quer saber como podemos ajudar? Então entre em contato com a gente para entender mais!