Horário de funcionamento Ano Novo.

Prezados clientes e parceiros, em decorrência do Ano Novo, a seguir, informamos nosso horário:

SUPORTE TÉCNICO, ÁREA COMERCIAL e ÁREA FINANCEIRA: Sexta-Feira – 29/12/2017 – Expediente até às 15:00h, a partir desse horário, o atendimento através do nosso atendimento através do nosso Portal de atendimento WEB – abertura de chamado e plantão no telefone 061 99634-9738.

Nós agradecemos por esse ano que passamos juntos e desejamos um próspero Ano Novo.

 

Finalização da ECF nos estados e DF.

Fique atento ao prazo limite para o uso dos equipamentos de ECF do seu estado e Distrito Federal. Por exemplo, o Distrito Federal, a portaria 234/2014 estabelece como prazo de obrigatoriedade de emissão da NFC-e, 1º de janeiro de 2017. A partir da obrigatoriedade estabelecida pela Portaria, o estabelecimento não poderá utilizar ECF (Emissor de Cupom Fiscal) nem utilizar a nota fiscal de venda ao consumidor (nota modelo 002-D) ou Nota Fiscal de Serviço Modelo 03-A. 

Entre em contato com a nossa equipe Comercial e solicite sua licença da NFC-e. É muito importante que a solicitação esteja no prazo adequado para liberação. A Secretaria da Fazenda estabelece um prazo de 24 horas para liberação do CSC e do credenciamento.  

Este pedido vai permitir que as vendas em seu estabelecimento não sejam prejudicadas, pois todos os cupons emitidos após a data limite será desconsiderado pela Secretaria da Fazenda, com ações passíveis de multa e cancelamento/bloqueio da Inscrição Estadual. 

É importante destacar que seu estabelecimento esteja com as versões mais recentes dos nossos Sistemas. 

Estaremos auxiliando sem custo, nas atualizações das versões até 31 de dezembro de 2017. Após esta data será agendada a instalação a um custo de hora técnica vigente.

5 tendências de varejo para 2018

Quando chega o fim do ano, é natural que comecem as discussões sobre as tendências de varejo para o ano seguinte. Por isso, separamos alguns conceitos, sistemas e tecnologias com grandes chances de sucesso ao longo de 2018, e que você deve levar em consideração para alavancar os resultados do seu negócio.

Continue acompanhando este post e aprenda quais são as 6 principais tendências de varejo com potencial de destaque para o próximo ano.

1. Varejo híbrido

O varejo híbrido é um termo que, provavelmente, se tornará cada vez mais conhecido. Ele propõe que as lojas passem a vender produtos de outras marcas de interesse do seu público-alvo, a fim de aumentar o ticket médio de compra por cliente.

Por exemplo: uma loja que venda blusas de artistas famosos pode ceder uma parte do seu espaço físico para que uma livraria venda títulos relacionados aos artistas ou ao estilo musical em si. Além disso, pode fazer parceria com uma lanchonete ou restaurante cujo cardápio agrade ao perfil do seu consumidor. Em troca, a lanchonete e a livraria também abririam espaço para a loja de blusas.

2. Self-checkout

Algumas lojas já utilizam o serviço de self-checkout, que ocorre quando o consumidor paga a compra em um terminal de autoatendimento — aparelho muito similar ao encontrado em redes de cinema. A tendência — chamada de varejo de autosserviço — é que cada vez mais marcas adotem essa ferramenta, pois facilita bastante o processo de pagamento.

3. Uso constante de vídeos

A criação de conteúdos em vídeo já é uma realidade no relacionamento entre marcas e consumidores. Essa estratégia tende a ser cada vez mais utilizada para divulgar lançamentos, engajar e fidelizar o público-alvo.

4. Melhoria da experiência de compra mobile

Empresas que não se preocupam com o funcionamento do seu site ou plataforma e-commerce em dispositivos móveis já estão em desvantagem. Isso porque um domínio que não tenha sido pensado para acesso em smartphones e tablets pode inviabilizar as vendas.

Por isso, melhorar ou até mesmo reestruturar todo o site, tornando-o responsivo para funcionar perfeitamente no mobile, é fundamental para as companhias ganharem novos clientes no próximo ano — e nem depois.

5. Personalização de atendimento e conteúdo

Invista no uso de Big Data e de sistemas de controle para melhorar a experiência do consumidor, tanto via online — oferecendo, por exemplo, produtos de acordo com o histórico de compras no banco de dados — como também em lojas físicas. No segundo caso, quando o cliente fornece um documento de identidade, a loja já receberia a relação de peças disponíveis no local — e também mais adequadas ao gosto do consumidor.

Além dos pontos que elencamos neste post, temas relacionados à segurança de dados também farão cada vez mais parte da rotina do setor. Outras possíveis tendências de varejo são o uso de tecnologias vestíveis — também conhecida como wearable — e a integração da Internet das Coisas (IoT) no mercado.

Gostou das nossas dicas? Então compartilhe este conteúdo em suas redes sociais para que outras pessoas conheçam as principais tendências de varejo para 2018.

Programação para o fim de ano 2017

Segue nossa programação para o fim de ano:

SUPORTE TÉCNICO, ÁREA COMERCIAL e ÁREA FINANCEIRA:

Sexta-Feira – 22/12/2017 – Confraternização Lumi Software – Encerramento de expediente às 11:30h, a partir desse horário, atendimento através do nosso Portal de atendimento WEB – abertura de chamado.

Segunda-Feira – 25/12/2017 – Natal – Não haverá expediente, atendimento através do nosso Portal de atendimento WEB – abertura de chamado.

Segunda-Feira – 01/01/2018 – Ano Novo – Não haverá expediente, atendimento através do nosso Portal de atendimento WEB – abertura de chamado.

Nós agradecemos por esse ano que passamos juntos e desejamos um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

Era digital: como fazer uma gestão fiscal no varejo ser eficiente?

O progresso das tecnologias de informação e comunicação tem afetado crescentemente a administração e fiscalização tributária. Nesse contexto, os órgãos governamentais contam com ferramentas cada vez mais sofisticadas para a realização de seus trabalhos, tornando indispensável para as empresas a implantação de uma eficiente gestão fiscal.

No ramo varejista, dada sua complexidade e enorme gama de operações, essa realidade se faz ainda mais presente. Então, se você atua nessa área, acompanhe o presente texto, pois aqui trataremos de assuntos como planejamento, boas práticas e recursos voltados à organização e controle de suas obrigações fiscais.

A era da fiscalização digital

Órgãos governamentais como a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e as Secretarias da Fazenda dos Estados estão cada dia mais aparelhados com recursos e sistemas de informática capazes de centralizar e controlar as informações relacionadas às atividades dos contribuintes, sobretudo das empresas.

Atualmente, muitas das obrigações fiscais das pessoas jurídicas podem (e, em vários casos, devem) ser cumpridas por meios digitais. Um exemplo típico é o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), voltado para o armazenamento de dados contábeis e fiscais, e que conta com os seguintes arquivos:

  • EFC: Escrituração Contábil Fiscal (EFC);
  • EFD-Contribuições: Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita;
  • NF-e: Nota Fiscal Eletrônica.

A necessidade de uma boa gestão fiscal

O mundo da fiscalização digital pode assustar aqueles que não estão familiarizados com essa nova realidade. Mas você deve ter em mente que todo esse aparato de sistemas e arquivos eletrônicos veio para facilitar sua vida no que diz respeito às suas obrigações fiscais, e não para complicá-la — como poderia parecer à primeira vista.

Mas aqui se faz necessário desenvolver boas práticas de gerenciamento, como a adoção de um planejamento fiscal capaz de:

  • controlar suas obrigações;
  • evitar multas por atraso ou falta de pagamento de tributos;
  • enviar informações aos órgãos fiscais dentro do prazo estabelecido; e
  • garantir o pagamento do menor montante possível de tributos sem desrespeitar a legislação, mediante a adoção do regime tributário mais adequado (Lucro Real, Lucro presumido, Simples Nacional).

Sistemas de softwares integrados

A essa altura, você poderia se perguntar: se mal tenho tempo para administrar as várias e complexas operações de meu comércio varejista, como farei para implantar um bom planejamento fiscal? A resposta é simples: contar com sistemas de softwares capazes de automatizar procedimentos administrativos, contábeis e fiscais.

Existem hoje no mercado muitas opções nesse campo, de modo que você pode terceirizar tais funções, ou mesmo adquirir os softwares para uso em sua própria empresa. São sistemas que controlam os estoques, as vendas, os fluxos de caixa; emitem documentos fiscais (Notas Fiscais, Cupons Eletrônicos); gerenciam as obrigações fiscais, dentre muitos outros procedimentos.

Se você, varejista, está convencido da necessidade de modernizar sua empresa, então venha nos conhecer. Somos especialistas no assunto e certamente temos uma solução adequada para seus problemas, não só na área de gestão fiscal, como também no controle de todas as operações de seu empreendimento.

Entenda já: quais os principais KPIs para medir no varejo?

O processo de gestão de qualquer negócio passa pela análise minuciosa do desempenho da empresa. Isso não é diferente no varejo: é essencial entender e acompanhar várias métricas simultaneamente para ter ciência da viabilidade da companhia. Dessa forma, podemos dizer que a empresa precisa ter atenção aos principais KPIs e atuar sobre eles quando necessário.

Os KPIs — sigla para Key Performance Indicator, ou Indicador-Chave de Desempenho, em português — pode ser definido com uma ferramenta de gestão que permite identificar os resultados de processos e avaliar a eficiência dos recursos destinados à realização de uma atividade específica.

Ou seja, é o recurso usado para atestar a efetividade dos esforços empregados em um processo, apontando se eles foram suficientes para alcançar o resultado que era esperado. Existe uma variedade muito grande de indicadores que podem ser utilizados para acompanhar os resultados do varejo. Elaboramos este artigo para que conheça os principais. Confira!

KPIs de vendas

Ticket médio

Ele é um dos indicadores mais importantes para uma empresa, pois aponta qual é o valor médio que cada cliente em cada compra. Ou seja, ele ajuda a analisar o comportamento de compra dos seus clientes e fornece uma perspectiva de como o processo de compras está funcionando.

Com as informações obtidas, é possível traçar um plano de ação mais preciso, que ajude a alcançar resultados mais promissores. Dentre as questões levantadas com esse acompanhamento, podemos citar:

  • a necessidade de promover um aumento no volume de vendas;
  • identificar quais são os clientes que mais compras e o que precisa ser feito para estreitar ainda mais o relacionamento com eles;
  • elaborar estratégias de marketing e vendas que envolve a promoção de itens semelhantes, por exemplo.

Custo de aquisição de clientes

Este indicador mostra quanto sua empresa gasta, em média, para converter um cliente. Sendo assim, todos os investimentos que são feitos em marketing, vendas, tecnologia, entre outras coisas, estão ligados ao custo de aquisição de novos clientes.

Para chegar a um valor, é preciso fazer a soma de todos esses custos gerados e dividir o resultado pela quantidade total de clientes que foram convertidos no período. Se o valor for baixo, é sinal que os resultados são promissores e seus lucros serão satisfatórios.

Por outro lado, um valor muito alto pode ser sinal de que suas estratégias para atrair consumidores não é eficaz e precisa ser reavaliada, já que representam prejuízo financeiro.

Margem de contribuição

A margem de contribuição mostra quanto cada venda contribui para a quitação dos custos e despesas da empresa, ou seja, quanto cada venda auxilia a manter a companhia em funcionamento. O cálculo deste KPI é feito da soma dos custos diretos e despesas variáveis do negócio, subtraindo o valor do faturamento do período calculado.

Média de produtos por venda

No varejo, conseguir vender mais produtos em cada negociação é um dos grandes objetivos do comerciante. Assim, várias estratégias são empregadas para tentar atingir este alvo:

  • trabalha-se melhor o mix de produtos;
  • busca-se distribuir as ofertas nas gôndolas de maneira eficiente;
  • aposta-se na habilidade de negociação dos vendedores.

Ao mesmo tempo em que se implementa recursos para vender mais, é necessário acompanhar com métricas a variação disso. É essa a proposta do indicador da média de produtos por venda: entender qual o impacto de cada mudança no que tange ao número de produtos vendidos.

Seu cálculo é simples: basta somar o número total de itens vendidos e dividir pelo número total de vendas. Oscilações para cima mostram aumento no número de itens vendidos e oscilações para baixo mostram um decréscimo.

KPIs de performance do negócio

Lucratividade

O indicador de lucratividade é fundamental para compreender melhor os resultados financeiros, já que o faturamento aponta somente o volume de vendas alcançado no período.

Para saber qual é o índice da sua empresa, basta dividir o lucro obtido pelo faturamento. O resultado dessa conta indicará se o negócio gera dinheiro suficiente para honrar os compromissos e ainda consegue ter uma margem de lucro.

Um sinal claro de que a lucratividade está comprometida é quando o faturamento é alto, mas se possui a sensação de que o dinheiro não sobra. Nesse caso, é preciso encontrar soluções que ajudem a reduzir os custos.

Margem de lucro líquido

Lucro líquido é todo o capital que sobra na empresa depois do abatimento de todos os custos e despesas. Normalmente, nós conseguimos chegar ao lucro líquido quando temos acesso a um DRE (Demonstração do Resultado do Exercício). Na dúvida de como montar este documento contábil, um contador pode dar uma ajuda.

Mas, de um jeito simples: conseguimos obter o valor que verdadeiramente sobra para a empresa após abater todos os custos diretos e indiretos, impostos e despesas do valor total do faturamento.

Rentabilidade

A rentabilidade está ligada ao percentual de retorno que o investimento realizado na empresa proporciona. Para saber se sua empresa é rentável, basta utilizar a seguinte fórmula:

RENTABILIDADE = (LUCRO LÍQUIDO / INVESTIMENTO INICIAL) x 100

Retorno Sobre o Investimento

O Retorno Sobre o Investimento, também chamado de ROI, é um indicador utilizado para saber quais são os rendimentos que determinado investimento retorna para a empresa. Com ele, é possível saber se o capital investido proporcionou lucros ou prejuízos. Pode-se utilizar a fórmula:

ROI = (GANHO OBTIDO – INVESTIMENTO INICIAL) / INVESTIMENTO INICIAL

KPIs de performance do varejo

Taxa de conversão

Este indicador mostra qual é o aproveitamento que sua empresa está fazendo dos leads (potenciais consumidores) gerados. A ideia aqui é tentar observar qual a taxa de conversão do seu empreendimento.

Por exemplo, se foram enviados 100 orçamentos no mês, mas apenas 20 clientes fecharam a proposta, podemos dizer que a taxa de conversão foi de 20%. Quanto mais elevada for a taxa, maior é a eficiência da equipe de vendas quanto ao convencimento de possíveis clientes.

Volume de vendas por equipe

Outra métrica interessante para ser usada é o volume de vendas por equipe. Ela mostra exatamente o quanto cada equipe produziu, apontando para os melhores e piores desempenhos dentro da empresa.

Para calculá-la, basta somar as vendas feitas por equipe. Com o valor em mãos, podemos delimitar melhor as métricas, apontar possíveis falhas, bonificar boas expressões de vendas e até buscar um modelo mais eficiente para ser padronizado para as equipes, baseado no pessoal com maior desempenho.

Índice de recomendações de clientes

Registrar quantos clientes estão comprando pautados em recomendações que receberam é também um dado interessante para o varejo. Quanto maior for o número de pessoas que chegam por indicação, maior é a eficiência da equipe de vendas e dos produtos na fidelização de clientes.

Tempo de ramp-up dos vendedores

Quando pensamos em atingir metas, entender o tempo de ram-up ( ou, mudando para português, o crescimento de um trabalho durante determinado tempo), é essencial. Este é um termo em inglês para tratar sobre o tempo que um colaborador gasta desde o momento de sua contratação até o momento em que nivela sua produção com o resto da equipe.

Pensando em metas, por exemplo, se a proposta for aumentar o número de vendas em 20% em seis meses, o que deve ser feito? Consideremos uma equipe de 5 vendedores e um tempo de ram-up de 4 meses. Com esses dados, podemos dizer que para aumentar as vendas em 20% em 6 meses, será necessário contratar um novo vendedor no segundo mês, dando a ele 4 meses para aprender e estabilizar sua produção.

Esses são apenas os principais KPIs para acompanhar o desempenho da sua empresa. Mas pode-se adotar outros, sempre lembrando que o ideal é que eles estejam alinhados com a estratégia da sua empresa e que retornem com dados que sejam relevantes para a tomada de decisão.

Agora que você já sabe mais sobre o assunto e entendeu como funcionam os principais KPIs, acompanhei nossos artigos em nossas mídias sociais facebooktwitter e linkedin.