Ebook: DRE: o guia para a sua empresa

Quem tem uma empresa sabe que precisa ficar sempre atento às informações contábeis. Elas ajudam a gerenciar o negócio e fornecem uma visão mais precisa sobre as finanças e o status do negócio.

Nesse cenário surge a Demonstração de Resultado do Exercício (DRE), um instrumento que complementa o balanço patrimonial.

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Entenda o que é a NCM e conheça as suas mudanças atuais

Uma quantidade imensa de notas fiscais é gerada todos os dias no país, com a finalidade de oficializar as transações que envolvem o comércio, a indústria e a prestação de serviços.

Porém, esses documentos devem seguir algumas exigências legais, como, por exemplo, a utilização da NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Considerando a seriedade do tema, é preciso entender o que é a NCM e garantir o cumprimento dessas obrigações.

Na verdade, toda mercadoria que circula no Brasil deve ter um código NCM. Esses códigos foram adotados em 1995 por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, e estão embasados no método internacional de classificação, conhecido como SH (Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias), que serve para catalogar diversos itens.

O SH é composto por uma estrutura numérica, que especifica determinadas características. Assim, é possível fazer uma separação de acordo com a origem, a aplicação e a composição de cada produto.

O código NCM é constituído por oito dígitos, sendo que os seis primeiros correspondem à classificação SH e os dois últimos às especificações do próprio Mercosul.

Tabela NCM

Segundo a tabela NCM, a categorização deve obedecer à seguinte sequência:

  • 1.º e 2.º dígitos do SH: características de cada produto;
  • 3.º, 4.º, 5.º e 6.º dígitos do SH: desdobramentos das características do produto;
  • 7.º dígito da NCM: classificação;
  • 8.º dígito da NCM: classificação e descrição completa.

Importância da Nomenclatura Comum do Mercosul

A classificação correta é fundamental para evitar problemas relacionados às alíquotas de tributos que incidem sobre a comercialização e a circulação dos produtos, em especial o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o II (Imposto de Importação) e o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Além disso, contribuintes e usuários podem ser prejudicados quando existem erros, pois o fisco estadual usa a NCM como base para a concessão de benefícios fiscais.

Essa nomenclatura permite maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis e, por isso, contribui para a implantação de políticas de defesa comercial. Assim, é possível ter mais transparência em relação à incidência de impostos sobre as unidades descritas na nota fiscal, o que gera segurança fiscal e operacional.

Alterações na tabela NCM

A Resolução Camex n.º 125, de 15 de dezembro de 2016, foi publicada no Diário Oficial da União em dezembro de 2016 e está em vigor desde janeiro de 2017. Essa resolução apresenta a inclusão de 481 novos códigos e a exclusão de 331.

As modificações são decorrentes das Instruções Normativas 1.666 e 1.667, que visam atualizar a SH, de modo a garantir alinhamento com padrões internacionais, observando aspectos ambientais e avanços tecnológicos. A última grande alteração havia sido realizada em 2012, por isso a necessidade de uma revisão.

Desse modo, as empresas precisam assegurar que os seus produtos estejam devidamente classificados, para que as tributações aconteçam de forma correta nos processos de compra, venda, exportação e importação.

Para tanto, é essencial saber o que é a NCM e conhecer as novas diretrizes. E, nesse sentido, os softwares de gestão devem ser encarados como aliados de gestores e empresários, pois centralizam informações e realizam verificações constantes, localizando desvios e inconsistências, rapidamente.

Assim, fica mais fácil minimizar os riscos, garantir o cumprimento da legislação e evitar transtornos e despesas adicionais.

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Entenda a importância do DRE de uma empresa no varejo

Em um negócio, nem sempre conseguimos perceber a diferença entre o lucro e o prejuízo. Algumas vezes, mesmo com faturamento elevado, a empresa encontra-se em situações perigosas e tem dificuldade de pagar as contas.

Por esse motivo, é importante conhecer ferramentas variadas e utilizá-las, garantindo a vida saudável do empreendimento. O DRE de uma empresa é um exemplo de ferramenta útil nessa situação.

Quer entender um pouco mais sobre isso? Então continue a leitura!

O que é o demonstrativo de resultados do exercício (DRE)?

O DRE é uma ferramenta contábil que tem como objetivo apresentar o resultado econômico de uma empresa em determinado período.

Ele é construído por meio do confronto entre receita, custos e despesas — tudo é englobado no DRE, dos impostos ao custo de locação e pessoal.

Assim, essa ferramenta pode mensurar o lucro (quando a receita supera o custo e as despesas) ou o prejuízo (quando o custo e as despesas superam a receita) da empresa.

Como é a estrutura do DRE de uma empresa?

Para ficar um pouco mais palpável o que é o DRE, vamos ver um exemplo?

No lado esquerdo da tabela ficam as informações sobre a operação; no lado direito ficam os valores do período que está sendo analisado. Todas as equações do DRE são subtrações simples.

Receita bruta (todo o faturamento da empresa no período analisado) R$ 10.000,00
(–) Dedução das vendas (aqui somam-se impostos, abatimentos e cancelamento de vendas) R$ 1.500,00
(=) Receita líquida (é a receita das vendas – a dedução das vendas) R$ 8.500,00
(–) Custo variável (todo o custo que varia dependendo do nível de produção e venda, como a compra de mais produtos etc.) R$ 1.000,00
(=) Lucro bruto (esse é o lucro após a retirada dos custos variáveis da receita líquida, mas ainda não é o lucro líquido!) R$ 7.500,00
(–) Despesa variável (são os valores gastos para efetuar a venda, como a comissão de vendedores etc.) R$ 500,00
(=) Margem de contribuição (é a receita da venda obtida após a retirada dos custos e despesas variáveis) R$ 7.000,00
(–) Gasto com pessoal (folha de pagamento, benefícios, encargos etc.) R$ 1.900,00
(–) Gastos operacionais (valores destinados aos setores administrativos e/ou comerciais, água e luz, por exemplo) R$ 1.200,00
(=) EBITDA (lucro tirado antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) R$ 3.900,00
(–) Depreciação, amortização e exaustão (depreciação do maquinário, pagamento de softwares etc.) R$ 520,00
(+/–) Outras receitas e despesas (aqui entra tudo o que não foi computado anteriormente) R$ 200,00
(=) Lucro operacional (resultado da empresa depois de deduzido tudo o que vimos acima) R$ 3.180,00
(–) IRPJ/CSLL (nesse ponto entram o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro líquido) R$ 763,20
(=) Lucro líquido (valor que sobra para a empresa após todas as taxas, custos e afins serem retirados) R$ 2.416,80

Que tipo de informações o DRE de uma empresa tem?

Como pôde ser observado no exemplo, o DRE traz todas as informações sobre custos e despesas de uma empresa, assim como sobre o lucro (ou prejuízo, caso o lucro líquido seja negativo).

Ele apresenta, de forma organizada e detalhada, toda a parte contábil a ser analisada.

Qual a importância do DRE e como pode ser usado?

O DRE não precisa ser direcionado apenas para balanços mensais ou de final de ano da empresa. Pode-se usar o DRE para setores específicos como, por exemplo, o DRE do açougue ou dos frios.

Essa ferramenta ajuda a mensurar a produção de renda da empresa e apontar, de maneira segura, para possíveis pontos de prejuízo e lucro, evitando equívocos.

O DRE de uma empresa é uma ferramenta essencial para o sucesso do empreendimento. Para que ele seja feito com capricho é preciso ter informações precisas e coletadas da maneira correta. Alguns softwares de gestão podem ajudar nisso, como o módulo financeiro do nosso SAC gerencial.

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Conheças as regras para emissão e recebimento das Notas Interestaduais

Realizar transações de compra e venda com outros Estados amplia os horizontes de crescimento de qualquer empresa. Contudo, é muito importante saber quais são as regras fiscais para as operações interestaduais.

Assim, sua empresa estará apta para emissão e recebimento de notas interestaduais de forma correta, sem correr riscos de multas em relação à tributação.

Neste artigo, você poderá conferir quais são essas regras e passar a emitir notas interestaduais com segurança. Acompanhe!

Operações interestaduais

Cada Estado possui sua própria legislação referente ao Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), denominada “Regulamento do ICMS”. No Distrito Federal, é o RICMS/DF instituído pelo Decreto 18.955 de 22 de dezembro de 1977, que regulamenta as operações relativas ao referido imposto.

Além disso, os Estados celebram entre si Convênios (assinados por todos os Estados, incluindo o Distrito Federal) e Protocolos (assinados entre alguns Estados), que visam legalizar as operações interestaduais e atrair mais investimentos por meio de benefícios e incentivos fiscais.

Quando uma empresa realiza uma transação comercial com outra empresa de outro Estado, é preciso atentar-se à correta aplicação da alíquota para o cálculo do ICMS, e também para a descrição da base legal no campo “dados adicionais” na nota fiscal que fundamenta à operação.

Alíquotas interestaduais do ICMS

As alíquotas do ICMS das operações e prestações interestaduais realizadas entre empresas, mesmo que as mercadorias sejam destinadas a uso e/ou consumo de seu destinatário (ou do tomador do serviço), são as seguintes:

  • se o contribuinte remetente está nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo, qualquer que seja a região em que estiver localizado o destinatário, a alíquota interestadual será de 12% (doze por cento);
  • se o contribuinte remetente está nas regiões Sul e Sudeste, quando o destinatário também estiver localizado nessas regiões, a alíquota interestadual será de 12% (doze por cento);
  • se o contribuinte remetente está nas regiões Sul e Sudeste e o destinatário estiver localizado nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Estado do Espírito Santo, a alíquota interestadual será de 7% (sete por cento).

Substituição tributária

Outro cuidado bastante importante nas operações interestaduais é com relação à substituição tributária (ST). A ST consiste na transferência da responsabilidade pelo pagamento do imposto incidente sobre um ou mais fatos geradores passados, presentes ou futuros.

A ST mais comum é a subsequente, que se refere às operações futuras e, em regra, o imposto será recolhido antecipadamente pelo fabricante ou importador. O recolhimento dos impostos sob o regime da ST nas operações e prestações interestaduais só acontece quando há acordo entre os Estados por meio de Convênios ou Protocolos.

Diferencial de alíquota

Quando uma empresa vende mercadorias ou presta serviços para consumidor final — contribuinte ou não do ICMS — localizado em outro Estado, adota-se a alíquota interestadual.

Nesse caso, cabe ao Estado de localização da empresa destinatária o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a alíquota interestadual. Essa diferença é chamada de (Diferencial de Alíquota).

Emissão de notas para outros Estados

Para a emissão de notas interestaduais, é necessário utilizar o Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP), que corresponde à natureza da operação que está sendo realizada, ou seja, a saída para outros Estados.

Aplica-se nas saídas os CFOPs do grupo 6 (Saídas e Prestações de Serviços para Outros Estados). Exemplos:

  • 6.102: venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros;
  • 6.202: devolução de compra para comercialização;
  • 6.404: venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente.

Recebimento de notas de outros Estados

Já no recebimento de notas interestaduais dos fornecedores, os CFOPs utilizados para dar entrada das mercadorias em estoque correspondem ao grupo 2 (Entradas ou Aquisições de Serviços de Outros Estados). Exemplos:

  • 2.102: compra para comercialização;
  • 2.202: devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros;
  • 2.403: compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.

Essas são as principais regras a serem observadas na emissão e no recebimento de notas interestaduais.

E então, sua empresa tem observado corretamente essas regras em relação às notas interestaduais? Veja nosso Guia Prático sobre como organizar seu varejo para melhores resultados, clique aqui.

Funcionamento da LUMI Software no feriado da Independência do Brasil

Prezados clientes e parceiros, em decorrência do feriado da Independência do Brasil, a seguir informamos:

 

SUPORTE TÉCNICO

Quinta-Feira – 07/09/2017 – Dia da Independência do Brasil – Não haverá expediente, atendimento através do nosso Portal de atendimento WEB – abertura de chamado.

 ÁREA COMERCIAL

Quinta-Feira – 07/09/2017 – Dia da Independência do Brasil  –   Não haverá expediente;

 ÁREA FINANCEIRO

Quinta-Feira – 07/09/2017 – Dia da Independência do Brasil  – Não haverá expediente;

 

Sexta-Feira – 08/09/2017 – Expediente em todas as áreas volta as suas atividades normais a partir de 08:15h.