Regime de caixa e regime de competência: entenda a diferença!

Compreender a diferença entre regime de caixa e regime de competência é muito importante, pois isso influencia diretamente no setor contábil. Afinal de contas, a contabilidade faz o registro da saúde financeira de uma empresa, e os regimes em questão trazem duas noções diferentes sobre o negócio.

Dessa forma, você pode utilizá-los com objetivos distintos, usando o melhor de cada um. Assim, torna as atividades internas do empreendimento mais próximas da realidade, o que pode aumentar a sua segurança financeira.

Conheça, neste post, o que é cada um desses regimes, bem como suas vantagens e diferenças. Boa leitura!

Regime de caixa

O regime de caixa valida os fatos somente no momento em que há entrada ou saída de dinheiro. Isso significa que uma receita só será computada quando o valor estiver disponível para a empresa. Então, se for efetuada uma venda a prazo, a receita não será gerada, pois o valor só cairá na conta em data futura.

A mesma lógica pode ser utilizada para as despesas: quando se trata de faturas de consumo de água, energia ou telefone, por exemplo, o desembolso ainda não será classificado como ocorrido, pois o dinheiro estará disponível até a data do vencimento dessas contas.

Vantagens:

  • mostrar a situação real do caixa da empresa;
  • informar sobre a liquidez do empreendimento, principalmente sobre a capacidade financeira em honrar suas obrigações com despesas diversas, como pagamentos de funcionários, fornecedores, tributos etc.;
  • ajudar na tomada de decisões de curto prazo;
  • ser de fácil aplicação e entendimento, por estar mais próximo da maneira como administramos nossos recursos pessoais.

Regime de competência

O regime de competência visa ao provisionamento, ou seja, ele registra e separa o valor relativo às despesas e receitas no momento em que elas ocorrem, independentemente de a compra/transação ser com ou sem dinheiro.

Isso deixa o controle financeiro de um empreendimento mais confiável e evita o pagamento de multas por recolhimento de impostos, por exemplo.

Dessa forma, uma venda a prazo, mesmo que sem o recebimento do dinheiro, já é registrada no período (mês) em que foi realizada.

Semelhantemente, uma despesa referente a um seguro, por exemplo, deverá ser assumida conforme os seus períodos contábeis. Se tiver vigência de dois anos, por exemplo, o valor mensal deverá ser registrado durante esse período, não importando se o pagamento será à vista ou a prazo.

Vantagens:

  • demonstrar a lucratividade do negócio, se as receitas realizadas darão conta das despesas e, consequentemente, se haverá lucro;
  • auxiliar na reformulação do empreendimento, caso o resultado seja abaixo do esperado;
  • fornecer dados e informações para planejar investimentos futuros;
  • cumprir obrigações legais com maior facilidade, visto que é o modelo mais aceito;
  • observar a evolução dos negócios, uma vez que tal regime passa a fazer parte da declaração de imposto de renda quando a empresa atinge um porte maior.

Regime de caixa X regime de competência

A principal diferença entre esses dois regimes é a maneira como você enxerga os acontecimentos financeiros do seu negócio. Uma coisa é quando você compra, a outra é quando você paga. Saber diferenciar essas duas situações é essencial para melhorar a gestão contábil da sua empresa.

Dessa forma, será possível compreender se você está tendo lucro ou prejuízo. Além de descobrir quais são os períodos em que o seu varejo mais fatura e em quais ele menos vende, saberá se é possível investir mais em infraestrutura, por exemplo.

Esperamos que as informações abordadas ao longo deste post o tenham ajudado a compreender o que são regime de caixa e regime de competência, bem como suas principais diferenças.

Se esquecemos de mencionar algo que você considera importante ou se ainda tem dúvidas sobre o assunto, comente abaixo. Estamos à disposição! Fale conosco.

O que é DIRF? Saiba o que você precisa dominar

Controlar as finanças, fazer os cálculos, preencher documentos e entregar declarações. As pessoas jurídicas têm que lidar com uma série de obrigações fiscais, sob o risco de graves penalidades.

Pela grande quantidade de tributos existentes, cada um com seus detalhes, ter domínio sobre todas as regras é considerado um desafio para os gestores.

Uma das obrigações anuais das empresas que pode gerar diversas dúvidas quanto ao seu objetivo, preenchimento e obrigatoriedades é a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, conhecida como DIRF.

Pensando nisso, listamos os principais aspectos sobre essa declaração! Continue lendo para saber o que é DIRF, quem deve declarar, como preenchê-la e as possíveis penalidades.

Afinal, o que é DIRF?

É uma obrigação tributária acessória que se aplica a pessoas jurídicas e, em alguns casos, físicas. Por meio dela, a empresa presta informações à Receita Federal do Brasil sobre os pagamentos, beneficiários, créditos e retenções do IRF.

Seu objetivo é combater a sonegação fiscal, garantindo o cumprimento da legislação relativa ao Imposto de Renda.

Os pagamentos que devem ser informados na DIRF são:

  • rendimentos pagos a pessoas ou empresas localizadas no país;
  • montante do Imposto de Renda e das contribuições retidas na fonte;
  • pagamentos de planos de assistência de saúde aos colaboradores;
  • créditos, entregas, pagamentos e remessas para aqueles domiciliados em outro país.

Quem é obrigado a declarar?

Independentemente do regime tributário perante o Imposto de Renda, uma organização pode ser obrigada a entregar a declaração. Na Instrução Normativa do ano estão elencados todos os que devem declarar, em seus mínimos detalhes.

De acordo com características gerais, é possível resumir em grupos:

  • pessoas jurídicas que efetuaram retenções na fonte, mesmo que apenas em um mês do ano. São inclusas empresas individuais, entidades sindicais, condomínios edilícios etc.;
  • pessoas jurídicas e físicas que aplicaram dinheiro em operações internacionais, seja em royalties, fundos de investimentos, aluguel, previdência complementar etc.;
  • empresas que realizaram, mesmo que em um único mês, a retenção relativa a CSLL, Cofins e/ou PIS/Pasep.

Ainda existem casos particulares de cada ano. Na legislação de 2017, por exemplo, são inclusas pessoas jurídicas relacionadas aos Jogos Olímpicos de 2016.

Como fazer a declaração?

Apesar do preenchimento da DIRF ser responsabilidade dos profissionais de contabilidade, o empresário deve conhecer o processo para fornecer as informações adequadas.

Por meio do PGD (Programa Gerador de Declarações), que é baixado no site da Receita Federal, a declaração é entregue. Cada beneficiário é identificado por nome e CPF — ou CNPJ, quando pessoa jurídica —, bem como os valores pagos e ele, o mês em que isso ocorreu e o código identificador da operação.

Esse código pode ser encontrado no manual da DIRF ou no próprio PGD. Mesmo que a ocorrência tenha sido apenas em um mês, devem ser informados todos os pagamentos feitos ao beneficiário durante o ano.

Quais penalidades podem ser aplicadas?

Além de se preocupar em preencher corretamente a declaração, é preciso tomar cuidado com o prazo de entrega. No caso de atrasos, multas podem ser aplicadas.

Não entregar, omitir informações, apresentar documentos com dados incorretos ou não atender as especificações técnicas da Receita Federal também implica em penalidades.

Os valores previstos para a multa estão entre 2% e 20% do mês-calendário. Pessoas físicas, jurídicas inativas ou pertencentes ao Simples Nacional recebem multa de, no mínimo, R$200. Já as demais empresas, podem sofrer multas de pelo menos R$500.

Diante de um sistema tributário tão complexo, é comum ter algumas dúvidas. Mas para garantir uma boa gestão fiscal, não é necessário se tornar um expert. Se informar sobre os pontos principais já é o suficiente para evitar problemas. Ao saber o que é DIRF, você poderá controlar seu negócio de maneira mais eficaz, administrando até mesmo as atividades burocráticas de forma estratégica.

Veja nosso Guia Prático sobre como organizar seu varejo para melhores resultados, clique aqui.

Nuvem no varejo: 4 motivos para investir

A tecnologia está cada vez mais presente no mundo empresarial, mostrando os seus benefícios na vida de qualquer negócio de sucesso.

Nesse sentido, o mercado do varejo tem aproveitado muito dessas inovações, facilitando o trabalho e o controle da atividade enquanto mantém a qualidade do serviço!

Entre as novidades cada vez mais comuns, a nuvem se destaca. A gestão na nuvem no varejo permite o acesso e a execução de diversas tarefas — salvando arquivos, imagens e informações importantes — virtualmente, tornando a execução do trabalho muito mais fluida e simples!

Você sabe como essa tecnologia pode ajudar o seu negócio? Hoje vamos mostrar alguns motivos para investir nessa inovação. Ficou interessante? Então acompanhe!

1. Acesso às informações de qualquer lugar

Um dos grandes benefícios da nuvem no varejo é a mobilidade oferecida por esse sistema. Como ela é multiplataforma — pode ser acessada pelo seu computador, tablet, celular —, o gestor pode acompanhar como anda cada setor de maneira muito mais prática.

Imagine que um cliente entre em contato precisando de uma informação urgente: acessando a nuvem de qualquer lugar, você pode auxiliá-lo com dados precisos, evitando a insatisfação do consumidor.

Outro caso em que essa função é muito bem aplicada é para colaboradores que trabalham externamente ou viajam para a empresa. O acesso virtual permite que o serviço seja feito de forma mais fácil, diminuindo a burocracia do acesso a arquivos salvos de forma local.

2. Aumento da colaboração

Esse é um efeito da mobilidade que não pode deixar de ser citado. Como a sua equipe poderá ter acesso à nuvem, a revisão de documentos, relatórios e dados será feita em conjunto.

Isso melhora a comunicação interna do time e otimiza as atividades. Fique sempre atento para manter o planejamento e essa liberdade ser usada da melhor maneira: assim, o tempo de trabalho — economizado pela colaboração — poderá ser empregado de formas mais produtivas.

3. Custo do investimento

O armazenamento de cloud computing é virtual e os varejistas pagam pelo volume de processamento e armazenamento necessário.

Dessa forma, se o seu negócio não precisa de um grande espaço virtual para guardar dados, você pode contratar um plano mais em conta e capaz de atender às suas necessidades.

Isso dá a possibilidade de os usuários escolherem e pagarem o valor real, proporcional ao que será usado, garantindo uma gestão de custos muito mais eficiente.

4. Maior segurança das informações

Umas das dúvidas mais comuns dos gestores em relação à migração para a nuvem no varejo é a segurança. Toda empresa possui dados confidenciais que devem ser guardados para a proteção da atividade.

Por isso, é importante frisar que o cloud computing segue padrões internacionais de segurança de dados, como o uso de criptografia avançada e certificações ISO. Essa foi uma forma de os servidores oferecerem uma solução atrativa e eficiente para novos clientes.

Lembre-se, também, que em eventualidades de aparelhos roubados os seus dados não serão perdidos, pois eles estarão armazenados virtualmente. Essa é outra maneira de garantir a integridade dos seus arquivos da melhor maneira e o crescimento com equilíbrio.

E então, leitor, entendeu a importância da nuvem no varejo? Aproveite para baixar o nosso e-book e aprender sobre o Lumi cloud e como virtualizar para sobreviver. Não perca essa oportunidade!

Calendário Clube Promoções Lumi – Mês de Agosto

Venha participar das promoções regulares, organizadas e financiadas pelas principais industrias do Brasil, desenhadas especialmente para clientes participantes do Clube de Promoções Lumi Software!

Não perca tempo, entre agora em contato com um de nossos consultores, clique aqui. Caso já faça parte desse clube, aproveite as promoções incríveis para o mês de Agosto!

 

 

Ebook: Segurança de dados em supermercados: o que fazer para garanti-la?

Gerir uma empresa é um dos grandes desafios da vida de um empreendedor. Especialmente no caso daqueles que resolvem se aventurar no ramo de supermercados, a rotina envolve inúmeras responsabilidades, dentre elas assegurar a segurança de dados de seu negócio.

Se você é dono de um supermercado, com certeza já sabe o quanto essa questão é vital para o seu empreendimento. Afinal, nos dias de hoje, com o desenvolvimento da internet e novas tecnologias, proteger o negócio e suas informações é uma ação que exige estratégia e o uso das ferramentas adequadas.

Para receber nosso material faça o download grátis

Clique aqui