Nova tabela de NCM entra em vigor a partir de 01/04/2017

Foi publicada no Diário Oficial da União –DOU, de 16/12/2016, a Resolução Camex nº 125, de 15 de dezembro de 2016, com vigência a partir 01/01/2017, apresentando inclusões e exclusões de códigos na tabela de NCM –Nomenclatura Comum do Mercosul. Nesses termos, essa Nota Técnica tem o objetivo de regulamentar as alterações na tabela de NCM utilizada pela Nota Fiscal Eletrônica –NF-e.

O sistema não trata esta alteração de NCM, apenas possui o Validador de NCM, no qual é possível gerar um relatório contendo a relação de produtos a serem corrigidos. É necessário estar com a nova tabela de NCM. Para mais informações, acesse nosso mural de aviso do portal Gestor

 

Referências:

 Nota Técnica NCM

Qual a importância do giro de estoque?

Quando o assunto é estoque da empresa, todo bom gestor sabe que sobras não são sinônimos de reserva, mas sim de mercadoria parada. É preciso circular os produtos, sendo muito importante a integração entre os gestores e as equipes de venda, para traçar estratégias que auxiliem no fluxo das mercadorias.

Deslizes no cálculo do estoque podem gerar prejuízos substanciais para toda a companhia, e para evitar erros surgem teorias e técnicas. Neste post vamos tratar da importância do giro de estoque e como ele é feito no varejo. Confira!

O que é o giro de estoque?

Por definição, giro de estoque corresponde ao número de vezes que uma mercadoria é reposta. Quanto mais rápida for a reposição, mais rápido é o giro, e assim ele serve como indicador para a quantidade de unidades vendidas durante um período.

Com esses números em mãos, os gestores podem avaliar o desempenho de vendas e analisar se há superdimensionamento ou subdimensionamento nas quantidades de mercadorias disponíveis.

Como calculá-lo?

O cálculo do giro de estoque é relativamente simples. O resultado é obtido por meio da divisão do número total de vendas pelo média de unidades de um item.

Vamos a um exemplo: se um supermercado vendeu 800 unidades de um produto durante um ano e teve como estoque médio 50 unidades, basta dividir as vendas (800) pela média (50). O resultado é 16, ou seja, o produto efetuou 16 giros durante um ano.

Ao analisar esse número, podemos tirar conclusões.

A primeira é que a mercadoria em questão possuía pequeno número de unidades armazenadas relacionado com o seu giro (se pensarmos que o supermercado faz um pedido mensal para reposição, podemos concluir que em alguns meses houve mais de um pedido).

A segunda é que há a necessidade de revisar o número das unidades em estoque. Afinal, com um giro tão alto é melhor ter mais unidades disponíveis.

É possível calcular também o tempo médio que uma mercadoria leva para realizar um giro no estoque. No caso do produto analisado, basta dividir 365 por 16. Aproximando os números, temos um giro a cada 23 dias.

Quais são suas vantagens?

Estoque girando significa dinheiro entrando em caixa. Se uma mercadoria está girando rápido, ela é um bom investimento para a empresa.

Vale sempre lembrar que um estoque reduzido sem a presença de peças obsoletas e que não vendem é o sonho de qualquer varejista.

O que são mercadorias de giro lento?

Nessa situação, cabe aos gestores definirem estratégias de venda e marketing para promover as peças que estão paradas há muito tempo.

Quem trabalha com produtos perecíveis precisa ser ainda mais agressivo nas vendas para reduzir os prejuízos.

Qual a importância da tecnologia para o giro de estoque?

O que uma coisa tem a ver com a outra? Tudo. Automatizar o estoque é a melhor maneira de manter o controle sobre ele.

Softwares de gestão permitem o acompanhamento em tempo real, além de facilitarem a emissão de relatórios e os cálculos, como o giro de estoque. Conforme dissemos desde a introdução, saber o giro das mercadorias é fundamental para o dimensionamento do estoque, por isso é importante utilizar as vantagens da tecnologia para facilitar a gestão.

Estas são as informações básicas que você precisa ter em mente quando o assunto é a importância do giro do estoque e o seu cálculo. Entre em contato conosco da Lumi Software e veja o que podemos oferecer ao seu empreendimento.

Saiba já como calcular as vendas perdidas no varejo

Você já parou para pensar na importância de calcular as vendas perdidas? Vamos comparar o varejo como uma partida de futebol: o gol só acontece quando a bola ultrapassa a linha entre as traves, não é? Assim é a venda.

Agora pense na quantidade de jogadores que chutam durante toda a partida e não marcam o placar. Podemos compará-los com as pessoas que entram no seu comércio e, por algum motivo, não compram.

Também existem aquelas que compram, mas não voltam outras vezes. Elas praticamente desaparecem como um passe de mágica. Essas são as vendas perdidas. Mas como isso pode ser medido na prática?

Como calcular as vendas perdidas no varejo

Se você possui uma estratégia de marketing bem estruturada, a expectativa é que o crescimento do seu negócio seja contínuo. Verifique os relatórios de anos anteriores para analisar o desempenho das vendas.

Uma forma prática de identificar vendas perdidas é por meio de uma pesquisa de satisfação do cliente. É um método que consiste em fazer com que o seu público responda a um questionário elaborado para apontar acertos e falhas.

As perguntas devem ser objetivas e abordar temas que ajudem você a descobrir os motivos pelos quais o cliente indicaria ou não a sua empresa. O resultado é um diagnóstico que vai ajudar você a melhorar o que precisa ser melhorado.

Por exemplo, se a pesquisa apontar que um número considerável de clientes não compra mais vezes por conta da falta de infraestrutura do estacionamento, isso é um bom motivo para investir em reforma e reverter a situação.

Dentre os motivos pelos quais se perde vendas, podemos citar alguns principais:

1. Mau atendimento

Hoje o consumidor tem muitas opções para comprar e, por esse motivo, ele está mais exigente. Nunca o bom atendimento foi tão importante como agora. Sendo assim, se ele não se sentir bem recebido na sua empresa, dificilmente voltará.

Então, tenha um diálogo aberto com os seus funcionários a esse respeito. Faça com que eles olhem para o cliente como um amigo. É preciso cumprimentá-lo, saber se ele precisa de ajuda, auxiliá-lo em possíveis dúvidas, em resumo: servir.

2. Controle de estoque desorganizado

A má gestão do estoque é sinônimo de prejuízo em todos os sentidos. Sem um relatório da quantidade real do que está armazenado, o seu dinheiro é desperdiçado. Ou seja: você acaba comprando muitas unidades de um produto que não tinha necessidade e deixa faltar outro que precisava repor.

Além do seu investimento ir para o ralo, outros impactos negativos começam a surgir. Quando o cliente identifica que a sua empresa não dispõe do produto que ele está acostumado a comprar, ele procura o concorrente. Nessa breve visita, ele pode se encantar com seu vizinho e se tornar o cliente fiel dele. Pense nisso!

3. Falta de investimento em tecnologia

A tecnologia oferece diversas soluções inovadoras e uma delas é um sistema de gestão automatizado. Hoje é possível encontrar softwares capazes de facilitar a gestão dos processos da empresa. Isso inclui controle de estoque, compra e venda de produtos.

Por isso, não hesite em modernizar a sua empresa com um programa específico para o seu tipo de negócio. Dessa forma, você vai conseguir potencializar os resultados e reduzir os desperdícios causados pelo esquecimento de calcular as vendas perdidas.

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Insatisfação dos consumidores: conheça as principais no varejo

Com a internet sendo uma das ferramentas de comunicação mais utilizadas, as pessoas aproveitam não só para demonstrar suas insatisfações com empresas, produtos e serviços como também tornar público o problema. E, se você não conhecer os principais motivos dessas reclamações, ficará difícil lidar com a insatisfação dos consumidores.

Para evitar que os clientes se mudem para os concorrentes, é preciso prestar mais atenção às suas queixas e respondê-las prontamente, entregando soluções reais e definitivas. Então, separamos, no post de hoje, alguns dos principais motivos que geram a insatisfação dos consumidores no varejo e como resolvê-los. Confira!

1. Ser transferido para outros profissionais diversas vezes

A falta de treinamento no atendimento, aliada à ausência de recursos, ferramentas adequadas e um conjunto de processos bem elaborados, leva a chamadas ou chats transferidos de um para outro muitas vezes até chegar no profissional certo. E não há nada mais irritante do que contar o seu problema repetidas vezes.

Não deixe que isso aconteça com o seu negócio. Disponibilizar uma forma mais fácil para os consumidores entrarem em contato com a sua empresa é um dos primeiros requisitos para oferecer um bom atendimento.

Do contrário, se os seus clientes tiverem dificuldades para entrar em contato com a sua equipe, além de desistirem de resolver o problema, eles entrarão em contato com os seus concorrentes e contarão ao mundo sobre suas experiências negativas.

Outra dica importante para evitar esse tipo de insatisfação dos consumidores é adotar um software que auxilie os profissionais. Os recursos e ferramentas ajudam a reduzir o índice de falhas operacionais, automatizando diversas tarefas. Além disso, torna o atendimento mais ágil.

2. Demora na resolução de problemas

Se o cliente faz contato várias vezes e a sua empresa não retorna com a solução dos problemas, ele pode se irritar, fazer um marketing negativo ou até levar o caso à justiça.

Além disso, quando são atendidos somente pela secretária eletrônica ou por um chat automatizado que leva dias para ser respondido, eles podem começar a reclamar imediatamente. E não se esqueça, eles podem não só reclamar na empresa, mas se voltarem para as mídias sociais para transmitirem a experiência ruim a todos.

Mais uma vez, o planejamento de processos e a adoção de um software pode ajudar a resolver esses e outros problemas operacionais do atendimento.

3. O consumidor não é ouvido

Ignorar seus clientes e não os escutar é um dos maiores erros que um profissional de atendimento ao cliente pode cometer. Aliás, esse é o maior gerador da insatisfação dos consumidores, pois dificulta a resolução de problemas.

Para resolver isso, peça a seus atendentes que tenham mais atenção ao que o cliente diz. Escutar mais e falar menos é mais prudente e valioso. As informações ganham qualidade e problemas podem ser resolvidos mais facilmente.

Além disso, grave os contatos via telefone ou armazene as conversas online. Você não precisa consultar todos, mas tenha o hábito de verificar algumas vezes para saber como anda o nível de profissionalismo entregue pela sua equipe de atendimento.

Essa medida facilitará a descoberta de falhas quando o cliente ligar reclamando e a entrega de feedbacks mais acertados aos seus profissionais da linha de frente.

Contar com um software específico pode ser útil também para tornar automatizada as tarefas de registros de contatos.

4. Referências negativas

Um cliente insatisfeito tem o poder de atingir mais pessoas do que um contente. Isso acontece porque ele sente a obrigação de fazer alguma coisa e alertar outras pessoas a não passarem pelos mesmos problemas.

Para evitar esse tipo de insatisfação dos consumidores, responda sempre os seus questionamentos em locais públicos como as redes sociais e os blogs. Assim, sempre que outra pessoa buscar referências sobre a sua empresa e se deparar com uma situação dessas, verá o seu retorno breve e uma solução entregue, melhorando a credibilidade.

A arte de lidar com a insatisfação dos consumidores não é apenas sobre resolver os problemas, mas também sobre melhorias no negócio. Então, fique atento. Aproveite as dicas e eleve o nível de satisfação dos clientes.

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