Manifestação do destinatário de NF-e: o que é e como funciona

 

A emissão de Nota Fiscal Eletrônica deve seguir algumas regras específicas, como o preenchimento correto dos dados sobre o produto e também sobre a empresa de destino. Para o preenchimento do destinatário, é necessário utilizar o CNPJ da empresa, mas a questão é que nem todas essas operações são reconhecidas ou mesmo legais.

Se a empresa não tiver meios de se manifestar, então ela poderá ter que pagar tributos sobre os quais não tem efetiva responsabilidade. Pensando nisso, foi criada a chamada manifestação do destinatário de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Veja a seguir o que é isso e como funciona!

O que é a manifestação do destinatário de NF-e?

Essa manifestação é um conjunto de ações que servem para o destinatário da NF-e identificar adequadamente o reconhecimento ou não reconhecimento sobre a operação prevista na nota fiscal. Essa manifestação fica registrada com todo o “histórico” da NF-e, que pode ser consultado por qualquer pessoa que tenha interesse na nota.

A manifestação também serve para evitar que a empresa tenha que pagar por operações das quais não fez parte, evitando o surgimento de tributos ou mesmo a irregularidade fiscal.

Por que essa manifestação foi criada?

A criação desses eventos de manifestação se deu basicamente devido à necessidade de gerar mais proteção para a empresa destinatária. Como a empresa pode ou não reconhecer a operação, evita-se que ocorra o uso indevido do CNPJ da empresa.

Isso também limita a ação fraudulenta como a emissão de notas frias, especialmente sem o desconhecimento da empresa destinatária. Com isso, a manifestação gera mais segurança para a empresa de destino que tem seu CNPJ utilizado e também para o Fisco, já que há a diminuição dos riscos de sonegação.

Como funciona?

Atualmente, existem quatro tipos de eventos que fazem parte da manifestação do destinatário de NF-e. Cada um deles deve ser usado em uma situação específica e seguindo as regras estabelecidas pelo Fisco. São eles:

Ciência da Emissão

Nesse tipo de evento, há o registro de que o destinatário solicitou a obtenção do arquivo XML da NF-e e que, portanto, conhece a sua emissão.

Esse evento não significa que a operação é ou não correta, mas sim que o destinatário sabe que a nota foi emitida. Quando esse evento é registrado há a exigência de um registro de outro evento para a conclusão sobre a operação.

Desconhecimento da operação

Esse evento serve para que o destinatário se manifeste ao estabelecer que não reconhece a operação ou o seu motivo.

Novamente, isso não significa necessariamente que a NF-e está ou não confirmada, mas é uma forma de o destinatário informar ao Fisco que essa operação não é conhecida pela empresa, por qualquer que seja o motivo.

Confirmação da operação

Esse evento é do tipo conclusivo e serve para identificar que a operação ocorreu dentro de tudo o que foi informado na NF-e.

Com a confirmação de operação, a empresa destinatária ficará sujeita ao pagamento de tributos possivelmente devidos pela operação. Quando a NF-e é confirmada, a empresa emitente também perde o direito de cancelá-la.

Operação não realizada

Outro evento conclusivo, a manifestação de operação não realizada consiste no informe quando a operação não é concretizada entre as partes.

Isso pode acontecer devido à devolução da mercadoria antes que ela entre no estabelecimento de destino, perdas de carga no transporte ou quando a empresa confirma que a nota fiscal não tem a ver com uma operação na qual ela está envolvida.

Com isso, esse evento pode ser a conclusão do evento de ciência da operação ou de desconhecimento da operação.

Os eventos de manifestação do destinatário de NF-e servem para proteger a empresa de destino da nota fiscal de ter seu CNPJ usado inadvertidamente e também para evitar operações fraudulentas. As manifestações são compostas por quatro eventos que são feitos de maneira voluntária e que ficam no registro da NF-e, tornando todo o processo mais seguro.

Para saber mais veja também o artigo Gestão de notas fiscais: 4 dicas essenciais para a otimização.

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Gestão financeira: erros comuns que você precisa abolir

Por mais que as empresas profissionalizem seus quadros e invistam na contratação de colaboradores altamente gabaritados, a ocorrência de problemas é inevitável. Afinal, administrar serviços, produtos e pessoas não é uma tarefa simples e qualquer falha pode causar grandes prejuízos nos resultados. A gestão financeira é uma área tão essencial quanto problemática.

Entretanto, como ela é determinante para o sucesso de qualquer empreendimento, o gestor inteligente não pode permitir que falhas nesse setor sejam toleradas. Quer descobrir quais são os erros comuns que você precisa abolir na gestão financeira? Então confira o post a seguir:

Não saber precificar

Um dos erros mais comuns da gestão financeira de muitas empresas é não saber calcular corretamente o preço de seus produtos ou serviços. Muitos empreendedores acabam estipulando um valor apenas em comparação com os concorrentes, mas isso pode fazer com que as contas não batam no final do mês.

É preciso levar em conta os custos com matéria prima, logística, infraestrutura, funcionários, o posicionamento da marca no setor e a conjuntura econômica do momento. O jeito de calcular os valores varia de acordo com o seu negócio, mas em linhas gerais esses são os itens a serem considerados.

Falta de controle de entradas e saídas

Esse é outro dos problemas mais corriqueiros na administração de uma empresa: a perda do controle de entradas e saídas. Como os gestores muitas vezes ficam preocupados com as atividades operacionais, acabam sonegando o setor financeiro sem perceber.

Planilhas desatualizam, contas se acumulam, orçamentos acabam ignorados e, no final do mês, a desorganização cobra seu preço! A melhor dica é separar uma parte do tempo para cuidar destes aspectos gerenciais, tentar entrar no ritmo e assim conseguir os números mais importantes sempre à mão.

Ignorar pequenas despesas

Ignorar pequenas despesas é um erro comum em diversas despesas. O problema é que, quando isoladas, elas representam uma parcela irrisória dos gastos e passam despercebidas. No entanto, quando somadas, podem ser um verdadeiro “ralo de dinheiro”, sugando capital que poderia ser investido em melhorias e desenvolvimento.

Procure registrar tudo no controle, especialmente os gastos em espécie. Isso pode ajudar a fazer uma reserva financeira para outros passivos ocultos, como rescisões trabalhistas, por exemplo.

Não possuir um software de gestão

Os softwares de gestão estão ganhando espaço nas empresas de todo o mundo, especialmente aqueles que utilizam a tecnologia em nuvem. Eles permitem um controle financeiro muito mais preciso, pois centralizam todas as informações importantes em um só local.

Além disso, ele torna a gestão mais prática e eficiente, permitindo o registro de lucros, despesas, impostos, organizando o vencimento de contas e ajudando a ter um parâmetro muito mais global do desempenho do empreendimento, através da emissão de relatórios.

Misturar as finanças pessoais com as da empresa

Muitos gestores caem na tentação de misturar suas finanças pessoais com as da empresa. Isso pode ser tentador, afinal os colaboradores podem ajudá-lo no pagamento de contas e facilitar a resolução de diversas questões com as instituições bancárias.

Outra situação comum é a retirada de capital por parte dos proprietários, mas isso deve ser fortemente combatido. O ideal é estabelecer um pró-labore para retiradas mensais e fazer todos os reembolso de maneira organizada.

Para saber mais veja também o artigo 5 erros na Gestão de Varejo que você não pode cometer

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Novo código para mercadorias sujeitas à Substituição Tributária

 

 

Foi prorrogado para 1º de outubro o prazo de exigência do Código Especificador da Substituição Tributária – CEST, previsto no Convênio ICMS 16 /2016 publicado no DOU de 28/03. O Código Especificador da Substituição Tributária – CEST é um código que deverá ser utilizado pela SEFAZ para controle da Substituição Tributária e a sua informação deve ser obrigatória nas seguintes CST/CSOSN: CST

  • 10 – tributada com cobrança de ICMS por substituição tributária
  • 30 – isenta ou não tributada com cobrança de ICMS por substituição tributária
  • 60 – ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária
  • 70 – com redução de base de cálculo e cobrança de ICMS por substituição tributária
  • 90 – outros, desde que com a TAG vICMSST

OSC

  • 201 – tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária
  • 202 – tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária
  • 203 – isenção de ICMS do Simples Nacional para a faixa de receita, com cobrança do ICMS por substituição tributária
  • 500 – ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária ou por antecipação;
  • 900 – outros, desde que desde que com valor de ICMS retido por substituição tributária (tag vICMSST diferente de zero)
 
 
 

Gestão financeira: conheça os principais KPIs financeiros para sua empresa

Uma boa gestão financeira é responsável por garantir que o negócio seja lucrativo, rentável e tenha sempre disponibilidade de recursos para seu bom funcionamento. Para uma boa gestão, entretanto, é preciso que haja um bom controle. Nesse sentido, utilizar KPIs financeiros é uma forma de garantir uma boa análise.

Esses indicadores-chave de performance são referenciais que servem para medir e demonstrar os resultados financeiros do seu negócio em relação aos objetivos.

Veja a seguir quais são os principais KPIs financeiros para sua empresa e saiba como usá-los!

Relatório de lucros e perdas

O indicador de lucros e perdas é um dos mais importantes pois mostra, em forma de um relatório, quais foram as entradas e saídas do negócio de modo a indicar sua saúde e lucratividade em geral.

Esse indicador utiliza todos os valores que entraram na empresa a partir das vendas e todos os custos associados a essas mesmas vendas. Os custos vão desde aqueles com a estrutura e produção em si até os gastos com salários, treinamentos e distribuição.

A partir desse indicador, também é possível calcular margens de lucro, como a margem bruta e a líquida, e também qual é o lucro líquido do negócio. Com esse último cálculo, inclusive, você pode avaliar se a precificação dos produtos ou serviços está correta.

Capital de giro

Conhecido também como working capital, o capital de giro diz respeito à quantidade de recursos da qual sua empresa dispõe para pagar obrigações em curto prazo. É, portanto, a medida de capital imediato que sua empresa possui para investir ou cumprir obrigações.

O cálculo do capital de giro é dado pela diminuição de todos os ativos circulantes, como contas a receber, estoque e fundo de caixa e os passivos circulantes, como contas a pagar e parcelas do financiamento.

Índice de liquidez geral

Já o índice de liquidez geral está relacionado à capacidade que o seu negócio tem para cumprir com suas obrigações e pagar suas contas em dia. Basicamente, esse índice é calculado dividindo os recursos atuais pela necessidade de pagamento.

Se a sua empresa possui R$ 20 mil atualmente e tem contas no valor de R$ 10 mil, então o índice de liquidez geral é de 200%, o que significa que sua empresa tem dinheiro o suficiente para quitar as dívidas duas vezes. Quanto maior for esse índice, mais capaz de cumprir com as obrigações sua empresa será.

Taxa de abandono de clientes

A taxa de abandono de clientes, por sua vez, diz respeito a quantos clientes compraram produtos ou contrataram serviços em sua empresa e, depois de um período, decidiram não mais fazer negócios com você. Essa taxa é calculada pela relação entre o número de clientes que abandonaram a empresa e o número total de clientes.

O objetivo do negócio deve ser manter essa taxa o mais baixo quanto possível, pois esse indicador pode apontar o insatisfação dos consumidores.

Taxa de retenção de clientes

Você já deve ter ouvido falar que reter clientes é muito mais barato do que conquistar novos clientes, certo? É por essa razão que a taxa de retenção é um KPI financeiro importante para o seu negócio — quanto maior ela for, menores serão os custos para garantir o lucro para o negócio.

Esse indicador é calculado por uma relação entre o número de clientes recorrentes e o número de clientes totais. Assim, quanto maior for essa taxa, mais fidelizados e satisfeitos são os clientes — e, por consequência, maiores são as chances de que eles indiquem sua empresa para outras pessoas.

Os principais KPIs financeiros para sua empresa incluem desde os indicadores de lucros e prejuízos, de capital de giro e o índice de liquidez total e vão até a taxa de abandono e retenção de clientes. Ao utilizá-los, fica mais fácil compreender a atuação e o impacto do seu negócio e agir de forma a maximizar os lucros sempre com uma boa gestão financeira.

Gostou desse artigo sobre os principais KPIs financeiros. Leia também esse artigo sobre Como reduzir custos na sua empresa.

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Como emitir uma NF-e do Simples Nacional

A adoção do Simples Nacional é a escolha de muitas empresas porque normalmente há uma redução dos custos com tributos. Assim como outras empresas regularizadas, entretanto, as adotantes desse regime também devem emitir nota fiscal, podendo adotar a nota fiscal eletrônica (NF-e) como opção.

Por ser um regime de tributação diferenciado, entretanto, a emissão dessas notas fiscais tem algumas características diferentes das demais. Acompanhe o post de hoje, tire suas dúvidas e aprenda a emitir uma NF-e do Simples Nacional!

Obtenção de um certificado digital

Assim como para qualquer outro tipo de empresa, uma empresa adotante pelo Simples Nacional precisa obter um certificado digital que vai servir para validar a “assinatura” da NF-e. Esse certificado digital pode ser adquirido com autoridades certificadoras.

Sem um certificado digital, a NF-e não tem validade jurídica e é como se a empresa não tivesse emitido nenhuma nota. Por isso, sua aquisição deve ser feita antes mesmo do início da emissão.

Cadastramento na Secretaria de Fazenda

A seguir, o próximo passo é realizar um cadastramento junto à Secretaria de Fazenda (Sefaz) do estado. Essa etapa também é igual para qualquer empresa, seja ela participante ou não do Simples Nacional.

O cadastro é necessário porque é a Sefaz quem autoriza e valida a emissão da NF-e. Sem a aprovação da Sefaz, a NF-e é recusada e precisa ser emitida novamente. Essa transmissão de dados acontece pela internet e pode ser feita em tempo real.

Aquisição de um gerador de NF-e

Assim como outras empresas, as adotantes do Simples Nacional podem adotar um gerador de NF-e e que servirá, inclusive, para administrar as notas fiscais já emitidas, acompanhando sua situação.

Essa aquisição, entretanto, não é obrigatória, já que ela pode ser feita de maneira gratuita quando a empresa utiliza o próprio sistema emissor disponibilizado por sua Sefaz.

As diferenças no preenchimento

Se as etapas anteriores são comuns para empresas optantes do Simples Nacional e para as demais, o preenchimento das empresas do Simples é diferenciado.

No Código de Regime Tributário (CRT) a empresas deverá se identificar como adotante do Simples. Para isso, o campo deve ser preenchido com “1” para a maioria dos casos ou com “2”, quando a empresa estiver impedida de recolher ICMS e ISS por ter ultrapassado o limite de receita bruta do estado.

Já no Código de Situação da Operação no Simples Nacional (CSOSN) é preciso identificar a situação tributária da empresa e também o pagamento de ICMS. Há opções que tratam da isenção de ICMS, substituição tributária e imunidade ao imposto, dentre outras. Ela só pode ser preenchida se o CRT tiver valor “1”.

Para a parte de grupo de tributos do IPI, há opções para empresas contribuintes e não-contribuintes do IPI. Na etapa do PIS/COFINS, deve-se utilizar o código 99 de CST e zerar os valores de alíquota, quantidade vendida e valor para que a nota fiscal seja aceita.

Para emitir uma NF-e do Simples Nacional existem etapas comuns, como a obtenção de certificado digital, cadastramento na Secretaria de Fazenda e aquisição de programa gerador de NF-e.

As diferenças, entretanto, aparecem no preenchimento já que é necessário informar a adesão ao Simples Nacional na nota. Para isso, é preciso fornecer informações sobre a situação tributária e também preencher corretamente os campos destinados ao IPI, PIS e COFINS.

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Horários de Funcionamento durante a Semana Santa

Prezados clientes e parceiros, em decorrência do feriado da Semana Santa, informamos:

ÁREA COMERCIAL

Sexta-Feira – 25/03/2016 – Sexta-feira da Paixão – Não haverá expediente;

Segunda-Feira – 28/03/2016 – Expediente volta as suas atividades normais a partir de 08:15;

SUPORTE TÉCNICO

Sexta-Feira – 25/03/2016 – Sexta-feira da Paixão – Não haverá expediente, atendimento via portal de atendimento WEB;

Segunda-Feira – 28/03/2016 – Expediente volta as suas atividades normais a partir de 08:15.  

A gestão financeira da sua empresa é realmente eficiente?

Uma boa gestão financeira é determinante para o sucesso de uma empresa. Quando fazemos uma gestão eficiente, é possível assegurar melhores resultados para que o negócio cresça conforme desejado.

Mas essa pode não ser uma tarefa muito fácil para alguns empreendedores. Para te ajudar, listaremos abaixo alguns erros e acertos na hora de gerir seu negócio, para que você consiga identificar se sua gestão financeira é realmente eficiente.

Os erros mais comuns na gestão financeira

Muitos erros podem ser cometidos na hora de gerir as finanças de uma empresa, mas alguns são mais recorrentes e, se evitados, podem garantir que os demais também não ocorram. Veja quais são eles:

Falta de um sistema de controle financeiro

A gestão financeira de um negócio envolve centenas de variáveis que devem ser visualizadas da melhor maneira, assegurando que nenhum detalhe das operações passe despercebido.

Muitos negócios pecam por não contar com softwares que facilitam esse controle, tornando seu gerenciamento prático e eficiente. Existem diversas versões disponíveis no mercado que ajudam a reunir todas as informações estratégicas para a empresa, facilitando sua administração.

Informações imprecisas ou incorretas

Utilizar o sistema de gerenciamento só vai trazer benefícios se este for alimentado com dados corretos e atualizados. Outro erro comum é não registrar cada centavo de cada operação. Esse controle permite enxergar corretamente o fluxo de caixa, o valor de contas a receber e a pagar e o valor de despensas evitando, entre outras coisas, furto de quantias por parte de colaboradores.

Não controlar minuciosamente o seu estoque

Quem não controla seu estoque de perto corre o risco de não possuir o produto que o cliente precisa no momento da compra ou sofrer perdas com produtos que perdem a validade e com armazenamentos desnecessários.

Exemplos para acertar na sua gestão financeira

Além de utilizar um bom software de gerenciamento, mantendo sua base de dados alimentada e atualizada, algumas dicas podem te ajudar a iniciar um controle financeiro eficaz que colabore para o aumento dos lucros do negócio. Confira:

Formule um preço de venda condizente com seus custos e com o mercado

Calcular o preço de venda de um produto envolve diversos fatores, tanto internos quanto externos. Os fatores externos estão em constante variação, já que são relacionados ao mercado e aos preços praticados pela concorrência, enquanto os internos são facilmente determinados pelos custos de produção ou aquisição, e armazenagem dentro da sua empresa.

Elabore um plano tático orçamentário

Um plano tático é feito anualmente, contendo a projeção do balanço patrimonial da empresa, além das projeções de receitas e despesas. Nele também deverá constar as metas da companhia, considerando uma remuneração variável de acordo com elas. Além disso, é nesse momento que devemos estudar as estratégias de preços e o mercado, definindo nossos objetivos financeiros.

Administre de forma correta seu fluxo de caixa

Todo dinheiro que entra ou sai da companhia deve estar dentro de um ciclo bem fechado. Com um bom controle do fluxo de caixa, é possível enxergar toda a movimentação de capital dentro da empresa, entendendo de onde cada centavo veio e para onde está indo. Isso, além de evitar perdas de dinheiro e tempo, ajuda a perceber dados estratégicos que podem ajudar a melhorar seus resultados.

Talvez ainda, queira ler o blog: Automação comercial: quais as principais vantagens dessa ferramenta?  

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Planejando seu ano: Como fazer um planejamento estratégico?

Qualquer negócio que deseja obter sucesso em um mercado cada vez mais competitivo precisa ter em mente que fazer planejamentos é indispensável para chegar mais longe. Nesse sentido, o planejamento estratégico é a ferramenta principal de uma gestão realmente eficiente e que vai garantir os resultados desejados. Mas é preciso que ele seja feito corretamente! A fim de garantir que você tire o melhor dessa ferramenta, veja algumas boas dicas de como fazer um planejamento estratégico.

O que é o planejamento estratégico?

De modo simplificado, o planejamento estratégico é um conjunto de objetivos, metas e estratégias para que a empresa atinja um determinado objetivo, observando-se sua situação atual e sua visão de futuro. Dessa forma, o planejamento estratégico funciona como um guia do que a empresa deve fazer, como deve fazer e em quanto tempo para que possa atingir os seus objetivos.

Quais os benefícios do planejamento estratégico?

O planejamento estratégico possui papel fundamental no sucesso de qualquer organização, já que ele apoia a tomada de decisão. Isso significa que a gestão se torna otimizada e muito mais precisa quando utiliza o planejamento estratégico para saber como agir e quais decisões tomar.

Além disso, o planejamento estratégico é importante não apenas no planejamento de novos negócios, mas também para estabelecer ou modificar atividades em uma empresa já constituída. No caso do varejo, esse planejamento se torna ainda mais importante para que o empresário possa lidar com as flutuações do mercado. Com isso, o planejamento estratégico no setor varejista pode instituir ações tanto para que um novo comércio seja aberto, como para desenvolver novas táticas para aumentar a força de vendas em varejo, por exemplo.

Como fazer o planejamento estratégico?

Quando o novo ano da sua empresa começa, é importante que você já tenha em mãos um planejamento estratégico a ser seguido no período de modo a obter os melhores resultados. Para isso, a montagem desse planejamento inclui ações como:

Avaliação de resultados do ano presente

Não é possível definir novos objetivos se você não souber quais são os resultados atuais. Por isso, é preciso realizar uma análise minuciosa e bastante criteriosa de onde a empresa está, quais são seus resultados e também quais são as projeções para o futuro em curto, médio e longo prazo. Com essa análise é possível identificar o que precisa ser feito, o que deve ser deixado de lado e o que pode ajudar a mudar a situação para a melhor.

Análise da concorrência

Também é preciso analisar a concorrência, não apenas para saber quais são seus resultados, mas também para saber o que está sendo feito. Isso evita que sua empresa perca em competitividade ao não oferecer algo que a concorrência também oferece, assim como permite que sejam identificadas oportunidades não aproveitadas pelos concorrentes.

Definição de objetivos, métricas e estratégias

É hora de definir quais são os objetivos principais do seu negócio, a fim de delimitar as metas e as estratégias para se chegar até lá. Também é nessa hora que é preciso planejar quais serão os investimentos necessários: se a intenção é o aumento de faturamento, pode ser necessário investir em infraestrutura ou campanhas assertivas, por exemplo. Todas as metas e objetivos também devem ser limitados por períodos de tempo para que haja motivação e maior controle sobre os resultados.

Determinação de métricas

Falando em controle, é preciso, inclusive, estabelecer métricas para os resultados, de modo a saber o que vai indicar se os objetivos estão sendo alcançados ou não. Se o objetivo é o aumento de faturamento no varejo, então as métricas incluem o lucro obtido, número de negócios realizados e de oportunidades geradas, por exemplo. Além disso, o planejamento precisa ser acompanhado de maneira dinâmica para que modificações que se mostrem necessárias possam ser feitas no momento correto.

O planejamento estratégico é fundamental para qualquer empresa que deseje se estabelecer ou se manter ativa e rentável no mercado. Fazendo esse planejamento da maneira correta e controlando seus resultados, sua empresa passará a ter muito mais chances de conseguir os resultados que tanto deseja. 

Para saber mais veja também o artigo Automação comercial: quais as principais vantagens dessa ferramenta.

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Saiba como fazer uma redução de custos na sua empresa

A atual conjuntura econômica do Brasil exige cada vez mais estratégia por parte do empresariado. Os gestores precisam de preparo e competência para administrar os negócios em momentos tão delicados, ainda mais quando é preciso realizar o temido corte de custos, algo que muitas vezes está atrelado ao enxugamento da folha salarial e à desaceleração de investimentos de risco ou projetos em fase embrionária.

A recessão econômica pode ser um fantasma para a economia, porém, é possível fazer a redução de custos sem traumas e ainda transformá-la em uma solução fundamental para a saúde financeira da sua empresa. Confira agora algumas dicas para auxiliar no processo de redução orçamentária!

Analise a situação

O primeiro passo é efetuar um diagnóstico completo das finanças, identificando quais são as grandes fontes e saídas. Isso ajuda os gestores a analisar quais setores devem passar por cortes e onde eles são mais efetivos.

Troque a tão criticada redução linear de custos por uma redução analítica, que leva em consideração as necessidades e demandas de cada área. A ideia é que a empresa não efetue cortes em setores que exigem mais gastos pois isso pode ser um tiro no pé da produtividade.

Crie metas de redução

Cada responsável de setor sabe quais são os maiores gastos de sua área. O bom gestor não delega cortes, mas analisa junto com os responsáveis e propõe metas de redução orçamentárias. Essas metas devem ser plausíveis e embasadas na análise dos gastos. Lembre-se de que pequenas economias podem ser fundamentais para o montante geral.

Setor de compras

A equipe de compras é quem coordena todos os gastos da empresa que envolvam aquisição de matéria-prima, produtos e serviços. São eles quem negociam preços e prazos de pagamento com fornecedores.

Por isso, é importante centralizar as compras para que o controle financeiro seja maior. Empresas que delegam as compras por setor costumam passar por dificuldades na hora de fechar o caixa, afinal, as informações setorizadas dificultam a análise sobre as finanças totais.

Outra dica importante: oriente os colaboradores do setor de compras a manterem bons relacionamentos com parceiros externos, criando vínculos com fornecedores, pois isso pode gerar negociações mais proveitosas para a empresa. Monte um time de colaboradores analíticos e organizados, que saibam interpretar o momento vivido pela empresa e a maneira como as compras devem ser conduzidas.

Terceirização

Algumas funções fundamentais para o bom funcionamento de uma empresa podem ser terceirizados, gerando menos encargos salariais e também a otimização do tempo de alguns funcionários da casa, que terão algumas de suas tarefas feitas pelas equipes externas.

Modernização: o investimento que gera economia

Já parou para pensar quantas páginas a mais um escritor escreve por dia ao trocar a velha máquina de escrever pelo computador ou então quanto tempo a máquina de contar dinheiro salva o expediente do caixa do banco?

A tecnologia evolui e, junto com ela, também o dia a dia das profissões. Novos sistemas de informação e softwares são lançados para auxiliar nas tarefas de diversos trabalhadores dos mais diferentes postos de trabalho.

Para as empresas, foram criados programas que auxiliam no cadastramento de produtos, correção de preços, soluções fiscais, gestão financeira, recursos humanos e muitas outras áreas. Em muitos casos esses sistemas são integrados e permitem aos administradores o controle sobre todas as operações que acontecem na companhia.

Em um primeiro momento, a contratação de serviços de automatização pode parecer apenas mais um custo, mas essas ferramentas são grandes auxílios para empresas que precisam se organizar ou melhorar seus processos.

Para saber mais veja também o artigo 5 práticas para reduzir custos no seu negócio ou fale com um de nossos consultores clicando aqui.

 

Qual a importância do fluxo de caixa no dia a dia da empresa?

Administrar uma empresa não é tarefa fácil, exige, dentre outras características, alto grau de atenção às variações do mercado, boa capacidade analítica para a tomada de decisões certeiras, foco nos objetivos inicialmente traçados e flexibilidade, para mudança de rumos quando os indicadores demonstrarem necessário.

Guiá-la em direção ao sucesso é uma tarefa gradual, e compõe-se de outras menores, realizadas rotineiramente, de maneira disciplinada, como o registro diário dos dados decorrentes das operações e processos realizados e que afetam a empresa, pois em conjunto podem fornecer informações com capacidade para impactar positivamente na trajetória do empreendimento.

O que é fluxo de caixa

Exemplo de atividade importante para verificar se os rumos estão sendo conduzidos de acordo com o planejado é o Fluxo de Caixa, que é um relatório gerencial elaborado a partir das entradas e saídas financeiras ocorridas na companhia em um determinado período, poderoso instrumento de gestão financeira.

Para que seja confiável, é necessário que as informações estejam atualizadas e completas, caso contrário, a decisão poderá ser tomada tendo como base um cenário diferente do real, podendo ocasionar prejuízos. Dessa forma é fundamental que os lançamentos ocorram de forma tempestiva.

Fluxo de caixa: por que é importante para a minha empresa?

Um relatório de Fluxo de Caixa poderá apresentar informações que permitirão projetar entradas e saídas financeiras e comparar se as que ocorreram no período estão de acordo com as previsões anteriormente realizadas.

Ele é importante pois ajuda a responder as seguintes perguntas:

  • Será que terei dinheiro para cumprir com meus compromissos futuros?
  • Devo diminuir os prazos dados aos meus clientes ou aumentá-los?
  • O prazo em que pago aos meus fornecedores está adequado, ou devo negociar dilatação?

Através do relatório de Fluxo de Caixa pode-se analisar se os prazos disponibilizados aos clientes são suficientes para permitir que os recursos sejam captados em tempo suficiente para saldar as dívidas, inclusive aquelas decorrentes da aquisição das mercadorias vendidas, permitindo uma negociação com fornecedores, definir se é preciso recorrer à captação de empréstimos ou capital de giro, antes mesmo que ocorram problemas, como fornecedores impedirem o envio de mercadorias, despesas com multas e juros devido a atrasos nos pagamentos, protesto de títulos, dentre outras, que podem comprometer o funcionamento e o lucro do estabelecimento.

A solução que você precisa

A Lumi Software dispõe de soluções para um bom controle de seu Fluxo de Caixa, nossos sistemas de automação ainda fornecem suportes para a sua gestão fiscal, de estoque, vendas, gerencial e financeira; com uma interface muito agradável para seus usuários.

Temos uma equipe de especialistas altamente experientes e treinados para apresentar propostas de alternativas que se moldem à suas necessidades.

Ganhe tempo!

O Fluxo de Caixa em conjunto com outras metodologias se apresenta como uma ferramenta muito útil no controle das atividades, e para servir como base à tomada de decisão e gestão financeira de seu empreendimento.

Talvez ainda, você queira ler o blog: 5 principais benefícios de um software de gestão para sua empresa

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